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sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

União pelo ROCK de Santa Cruz

Desde o começo do Vales Independentes a ideia era de união. Mas, por um blog isso talvez não tenha sido possível. Agora, um novo projeto me dá novas esperanças de que a gurizada rockeira da cidade possa se juntar para fazer o negócio acontecer! O início disso é hoje, na Sunset! É importante que todo o rockeiro que estiver em Santa Cruz vá ao local e prestigie este novo momento! 2014 será o ano de reverter a situação. Sem mais brigas, sem mais festas no mesmo dia... estamos todos na mesma barca, não vamos deixar que ela afunde!


      Neil Young, lá em 1979, já afirmou: O rock and roll está aqui para ficar e ele nunca vai morrer. No clássico Hey Hey, My My, o músico canadense cantou uma preocupação que dura até hoje: será que o rock um dia vai acabar? Bem, parece que não. A cada dia surgem bandas novas daqueles garotos do colégio que tocam guitarra e usam uma camisa do Guns N’Roses. Então, parece que Neil Young estava certo há quase 35 anos atrás.

      Mas, sem dúvidas, atualmente ficou difícil viver de rock. O que anos atrás era uma profissão de muitos, hoje está mais para um hobbie. Claro, o sonho deste jovem guitarrista com uma camisa do Guns é ganhar dinheiro com a música. Porém, isso vai sumindo ao longo do tempo. Em Santa Cruz do Sul, por exemplo, as bandas sofrem para conseguir lugares para tocar ou para ter uma gravação de qualidade. E, sem material, as chances de tocar numa rádio ou conseguir shows maiores é quase nula.

      Há anos que a situação está assim e, para tentar reverter esta preocupante realidade, a melhor opção talvez seja a união. O rock é cheio de vertentes, estilos, gostos e algumas frescuras. Mas, a ideia agora é deixar tudo para trás. A proposta é que a cena de rock indentendente de Santa Cruz se una, para assim ter mais relevância cultural na cidade e no Estado.

STOP!
      A ideia surgiu do músico Rodrigo Jaeger, que já reuniu alguns dos principais organizadores de festas da cidade para uma conversa. A ideia, conta ele, é se organizar de modo geral. Evitar que festivais ocorram no mesmo dia e apoiar uns aos outros. Além disso, serão realizados eventos mensais em diferentes locais da cidade, sempre com bandas daqui e gravando um material na faixa para elas.

      A iniciativa tem a força do Coletivo Banho Maria, que irá gravar uma música de cada banda nos festivais. E o apoio ao local não para por aí. Nas festas a ideia é ter DJs de Santa Cruz e até cerveja da cidade. O primeiro evento já é hoje, na Sunset, com as bandas Lifer e New Plague, a partir das 23 horas. Para beber, a cerveja artesanal santa-cruzense HBier. Os antecipados estão à venda na Alabama Rockstore e Chilli Beans.

      Porém, Jeager como organizador diz que não quer ser o dono desse projeto. Com o nome Stop! Underground Scene, a ideia é quem todos participem e possam se unir. Tendo isso, o resultado promete ser bom para o rock de Santa Cruz, dando a ele mais relevância cultural e participação em eventos da cidade e do Estado.
Stop! Underground Scene
Data: Hoje, às 23 horas
Local: Choperia Sunset (Rua Gaspar Silveira Martins, 1768)
Bandas: New Plague e Lifer
Valor: R$ 10,00 antecipado (R$ 15,00 na hora)
Cerveja: HBier

Texto retirado do jornal Gazeta do Sul de 27/12/2013

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Rock Gol Edição 2013


      Em um dia em que a galera do rock de Santa Cruz e região trocaram os palcos e suas guitarras pelo gramado e suas chuteiras pudemos vivenciar um belíssimo evento que uniu a paixão de muitos: rock and roll e futebol.


      Tivemos 12 bandas inscritas competindo dentro das quatro linhas e, além dos jogadores, muitas outras pessoas estiveram presentes para prestigiar a (possível falta de) habilidade futebolística dos músicos e de seus amigos. Iniciando às 8 da manhã de um domingo, o torneio foi organizado em duas chaves de 6 times cada, nas quais todos os times jogaram entre si e os 4 melhores de cada chave se classificaram para o mata-mata. Mais de 10 horas depois do início do evento, depois de muitos dribles, entradas duras, lances bizarros, e, é claro, gols, aconteceu a final protagonizada pelos times das bandas Raztilho e New Plague. Vencendo pelo placar de 5 a 0 a New Plague se sagrou campeã do Rock Gol 2013.

New “zebra” Plague: os campeões

Raztilho e New Plague, em clima de total descontração 
      Após o final do primeiro jogo, uma vitória pelo placar de 3 a 1, todos os jogadores da banda da New Plague saíram de campo impressionados com boa atuação, e inclusive brincaram com o nome New “zebra” Plague. A empolgação durou pouco tempo, pois o time perdeu os três próximos jogos, e ganhou o quinto, se classificando com a pior campanha da primeira fase. Segundo Luís, baterista da banda, goleiro e capitão do time, “nem a gente consegue acreditar que ganhou, fomos de piores da primeira fase à campeões”.

      Competição à parte, o evento atingiu o objetivo de integrar as bandas da região longe dos amplificadores, e tanto os jogadores quanto os espectadores tiveram a oportunidade de jogar conversa fora, tomar uma cervejinha e se divertir à custa das disputadas partidas entre as equipes. Em nenhum momento o sentimento de competição ultrapassou a camaradagem de estar entre amigos e sem dúvidas todos tiveram um grande dia.

Os Campeões da New Plague acompanhados do "MASTER FUCKING THE  BEST CLEBINHO ROCK N ROLL"
      Além disso, é importante destacar que foi cobrada como forma de entrada a doação de um quilo de alimento não perecível, os quais foram repassados à cooperativa Jardim dos Sonhos, que cuida de crianças de 0 a 5 anos.

      Para finalizar, uma requisição de muitos dos presentes no evento: para a próxima edição tem que rolar a versão feminina do campeonato!
 
Entrega dos donativos na Cooperativa Jardim dos Sonhos

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Por Onde Anda - Arthur Kopp

Nome: Arthur Kopp

Quais bandas fez parte: Fiz parte da banda Caution, que surgiu em 2010 e eu era vocalista. As outras bandas não saíram dos ensaios e acabaram não tocando em nenhum lugar.

Por qual motivo abandonou: A banda era massa tocavamos quase toda semana nos mais diversos lugares. Mas acho que cada um seguiu o estilo musical de seu interesse

O Iven foi pra New Plague, o Seco pra uma banda cover de Ramones, o Nikolas para Rebelados e eu, junto com o Ramon, estamos tentando montar uma banda de rock nacional.

Pensa em voltar algum dia: Bah, certo que penso em voltar, a banda tinha musicas próprias que o pessoal curtia, e os show na maioria das vezes eram bem agitados.

No que esta se dedicando: Estou me dedicando ao trabalho e faculdade, planejando algumas viagens de moto, mas quero voltar a me dedicar a música como antigamente.

Sente saudades: Sinto saudades do começo da banda, quando eramos bem unidos. Muito churrasco, cachaça e shows em lugares bizarros...

O que mudou na cena: Comecei a sair na época do Bodega, mas cheguei a ir no Vitrolão e no Sarrafo. Percebi que a galera de lá pra cá ficou meio desunida. Cada um foi pra um lado.

Eu ia pra praça ou pro posto, que estavam sempre lotados, com uma galera bebendo, tocando violão e cantando.

Que ano começou a tocar: Comecei a tocar primeiramente teclado aos 7 anos depois, com 9, aprendi o violão e, com 15, ganhei minha primeira guitarra e decidi formar uma banda com meu amigo Iven.

Qual a maior roubada que se meteu: Uma vez fomo tocar no FEST MALTA e, como de costume, levamos bastante trago começamos a beber logo de manhã. Lá pelas 21h eu estava podre e fui dormir. Lá pelas 22h vem o Iven gritando:
- Caraaaaa, acordaaa!!! A gente está lá com o pessoal do Acústicos & Valvulados.

Então fui eu bêbado lá para o camarim e, chegando lá, o Rafael Malenotti (vocalista do Acústicos) exclamou:
- Interessante como o vocalista é sempre o mais bêbado.

terça-feira, 4 de junho de 2013

Rockeira Dos Vales - Luana Cruz

Nome: Luana Cruz
Idade: 21
Estado Civil: Encalhada, mas, já superei isso.
Cidade: Santa Cruz do Sul.

Banda da região: Acho que tem muitas bandas boas na região, mas meu apoio e carinho esta bem voltado pra New Plage. Tenho um carinho muito especial pelo Giulio e acredito que eles estão se esforçando e buscando resultados.

Banda que não esta mais na ativa mas que gostaria de ver novamente: 4 Non Blondes

Banda Preferida: Eu dividiria o pódio em três que não saem da minha player: Pearl Jam, Faith No More e Black Label.

Melhor pub, casa de show: Eu me sinto em casa na Sunset. Adoro aquela galera.


Algo que foi marcante na sua vida rockeira: Pode parecer banal, mas, foi a  primeira camiseta de banda que ganhei, presente da minha mãe. Tenho guardada até hoje, velha, surradinha, cinzenta, com o smile do Nirvana trincadinho.


Show que gostaria de assistir: Pearl Jam

O que esta faltando na cena rock da região:  A questão não eh faltar e sim não saber empregar. Acho que existem ferramentas  e talento para fazer verter algo fora do comum, mas tem pouco engajamento. Muita reclamação e pouca ação reclamação.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Blackout fez história na Sunset!

Os organizadores. Mataram a pau!

      Exatamente um ano após a Sunset lotar para a final do Rei dos Gigs, mas uma vez o rock fez a diferença na noite santa-cruzense. Na mesma casa, aquela que dá oportunidade para noites assim ocorrerem, houve lotação para assistirem oito bandas na segunda edição do Blackout Rock Festival. E, acredito que todos aqueles que passaram ali pela Gaspar aquela noite, se surpreenderam. Eram nove horas e as ruas já estavam lotadas de cabeludos com camisetas pretas.

      Por todos os cantos, uma hora após a abertura das portas, haviam pessoas empolgadas com a grande noite que viria. Para abrir, duas bandas de Santa Cruz que são relativamente novas. Porém, Potato Chips e New Plague têm sido, provavelmente, as que mais tocam na atual noite da cidade. E, mostraram o que essa presença constante no palco tem feito. Entrosamento, boa atuação de palco e um público fiel. A música, de estilos bem diferentes. Porém, ambas já investem em trabalho autoral para ir ganhando mais espaço. Ótimas notícias. Em covers, a Potato mais no lado indie e a New Plague no new metal.

Potato Chips abrindo a noite!

New Plague promoveu a primeira bateção de cabeça da noite

































Cantar Queen não é pra qualquer um
      Vou dizer, deu orgulho de ver a festa lotada tão cedo e com o público curtindo e aplaudindo os shows das bandas daqui. O show da New Plague acabou antes das 11 horas e a lotação já era de auge das noites que começam pela uma da manhã. Na sequência, tocou a primeira banda de fora, abrindo o lado venâncio-airense da festa.

      A Tom Turbina havia sido o grande destaque da primeira edição do Blackout, quando tocou em casa. Nesta vez, veio pra encantar o público de Santa Cruz. O ambiente estava totalmente lotado para ver os diversos covers. Led Zeppelin, Queen, Nazareth e Deep Purple fizeram a Sunset cantar e aplaudir com força a qualidade musical destes caras. Infelizmente, nesta vez não vimos o teclado ser tocado daquela maneira diferente que tivemos na primeira. Mesmo assim, um grande show!

      No intervalo das bandas, muita cerveja - que de forma excelente, foi vendida em fichas e não por comanda - e pasteis! Sim, a Sunset estava vendendo pastel e batatas fritas para o público. Para a festa ser perfeita, só faltou mesmo a venda de cerveja 600ml. Para grande parte do público que veio de fora para curtir o festival, isso foi uma grande decepção.

      Começando a história de grandes voltas e superação, era hora do show da Vade Retro. E aí eu já estava bem bêbado. Foi diferente, já que o vocalista e guitarrista, Geferson, tava com o joelho machucado e teve que fazer boa parte do show sentado. Mas, como de costume, a banda agitou bastante, fazendo todos baterem cabeça e curtirem muito o metal dos caras! O encerramento, com Fairies Wear Boots do Sabbath, fez todos cantarem juntos e ficarem com a expectativa para o cover da banda do Ozzy que logo viria.

Lesionado, Geferson não abandonou sua responsabilidade com o metal
      A festa teve sequência com outra banda que fez sucesso na primeira edição do Blackout. A tão esperada volta da Avalanche foi recompensada com um baita show e as primeiras rodas punk. O set list, no começo, deu ênfase ao hard rock. Porém, ao final, os tradicionais covers de Matanza agitaram o público. Wesley encaixou muito bem na banda, que - na minha opinião - foi a grande alegria da noite. Nada como ver Top Gun e Kurt de volta aos palcos!

O maquiado Top está de volta!
      Como já falei, eram muitas bandas e eu já estava bem bêbado. Vi o show da Revolta XXI, porém não tenho muita autoridade para falar. Só sei que todos estavam curtindo bastante, inclusive os integrantes da banda. Bom receber gente fora que faça shows marcantes nessa sua visita. Estamos abertos a quem quiser falar mais sobre estes shows nos comentários.











      Das quais conheço mais e acompanhei os shows, falo para encerrar. A Deep Sky, que há anos não víamos tocando por aqui, veio para promover momentos de nostalgia. Um grande show apenas com clássicas do Sabbath! No clima que vivemos, com show dos Deuses do Metal confirmado em Porto Alegre e novo CD vindo por aí, algo assim foi ideal para a noite. War Pigs fez eu já me imaginar na noite de nove de outubro em Porto Alegre curtindo Ozzy, Iommi e Geezer.

      A última banda da noite foi a Vizzer. E que grande show! Composto de clássicos do grunge e do metal, a banda de Jaeguer e Chester fechou com autoridade esse grande festival. Moshs, rodas punk, bateção de cabeça e muita qualidade. No bis, como não havia mais bandas para tocar, os caras foram longe. Até o Cláudio - dono da Sunset - pediu um som para eles.

Quatro da manhã, e a Sunset ainda a toda! Olha eu ali...
      Vários pontos bons para destacar nesse grande festival. Cerveja em fichas foi um acerto. Pastéis também. Ótima organização, com tempo certo para as bandas e sem grandes demoras. Não tivemos demora nas filas pra entrar e nenhum outro grande problema. A única coisa que sinto falta mesmo, é mais opções para beber. Cerveja 600ml e 1 litro é ideal para festas de rock. No resto, aguardo ansiosamente pelo Blackout 3!

Porco Aranha...
Agradecimento a Leíne Bertotti, pelas belas fotos, e aos organizadores Top Gun e Raul Geller.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

New Plague - Atração do II Blackout Rock Festival

   Mais uma das atrações do Blackout Rock Festival, nessa sexta-feira, dia 03/05, é a banda santa-cruzense New Plague.

  A banda, relativamente recente, vem se destacando na cena local tocando, inicialmente, um repertório de new metal, um tanto incomum na região, e nos últimos meses, tem mostrado composições próprias que agregaram ainda mais admiradores ao trabalho da banda.

     A New Plague também está em vias de lançar seu primeiro clipe, da música Infekted, e assim que sair também o trazemos pra vocês por aqui.



 


Saiba mais sobre a New Plague:
    Facebook

New Plague no Vales Independentes:
http://valesindependentes.blogspot.com/2013/02/as-20-questoes-giulio-pimpolho-do-rock.html
http://valesindependentes.blogspot.com/2013/04/do-revolution-review-revolution-rock.html
http://valesindependentes.blogspot.com/2013/03/revolution-rock-sunset-0504.html



sexta-feira, 12 de abril de 2013

Do the Revolution! - Review Revolution Rock, 05/04, na Sunset

Por Maicon C.R.


      Seria redundante afirmar que não é fácil organizar e fazer acontecer um grande evento de Rock na cidade. Admitamos, não existe um público cativo pra isso e muitas vezes, noites de festa simultânea entre Sunset e Legend acabam não tendo um grande numero de pessoas em ambas, com a diferença de que a Legend tem clientes fiéis que batem cartão por lá. O Rock na cidade passa por momentos delicados, não são muitas bandas que tem espaço pra mostrar seu trabalho na Legend, e a Sunset após um ano com festas de rock todas as sextas feiras e alguns sábados, diminuiu a cota de dias direcionados ao estilo. Culpa do Cláudio? De forma alguma. Quantas bandas já tocaram lá para um público formado pela outra banda e suas namoradas! Essa falta de público foi o catalisador para que neste ano, após o Carnaval, as noites de Rock no pub ficassem mais escassas. Porém o que poderia ser um ponto negativo para o Rock feito na cidade parece ter se tornado o grande acerto! Pois o público tende a ficar mais focado e comparecer com mais frequência. E é de extrema importância essa presença, pois a Sunset é a única casa da cidade aberta ao diálogo com as bandas, onde se você tiver um projeto sólido de festa, as portas estarão abertas, com um único requisito: façam sua parte, divulguem e tragam público! Uma troca justa, onde todos saem ganhando: bandas, casa e plateia. 

      A divulgação do Revolution Rock e a venda de antecipados a um preço bem acessível começou com a antecedência de cerca de um mês, fator que foi importante para garantir que, pelo menos teríamos um público digno assistindo as bandas. Com três bandas fazendo a frente e, com o apoio do Sr. Giovane Kurt e da Alabama Rockstore, a venda dos ingressos fluiu de forma boa, apesar das 100 unidades terem esgotado apenas na tarde de sexta, horas antes do evento. A apreensão tornou-se euforia e com ela a certeza de que teríamos uma noite memorável.

      As apresentações estavam programadas pra começarem por volta da 00h30min, mas um dos piores costumes do público continua o mesmo: beber na frente até a primeira banda começar a tocar! Um grande dilema pra todos, pois se o público não entra a banda atrasa o show, o que em algumas circunstâncias pode atrapalhar a apresentação de quem fica por último. Felizmente apesar dos contratempos tivemos casa cheia até o fim da noite.


      A Tamarindo subiu ao palco por volta da 1h da madruga e como de praxe apresentaram um set mesclando suas músicas com alguns covers. A banda dispensa apresentação, Bada, Diego e Silva são figuras carimbadas da cidade e a Tamarindo, apesar de ser nova, carrega o peso dos anos de estrada do pessoal. Um show consistente com a proposta sonora dos caras, trazer um pouco do Grunge de Seattle a quem estiver assistindo. Destaque para “Eu Sempre Gostei Mais do Lado B” e “Sônia”, músicas autorais que são impecáveis e me fazem aguardar ansioso um registro em estúdio. O Show contou ainda com a participação do Lucas Gigante, da Restos de Ontem, numa reencarnação da Jeremy, tocando “Better Man” do Pearl Jam.

      Ao fim da apresentação o público já era grande e quase 200 pessoas acompanharam os primeiros acordes da Restos de Ontem. A banda estava estreando formação nova, com a entrada do Luciano, que também toca na Bulls de Vera Cruz, na 2ª guitarra e do Rafinha, da Boicote, na bateria. O set da Restos foi bastante diferente do que eles vinham apresentando, muito pelas adições de estilos que os novos integrantes trouxeram. O espaço para musicas próprias desta vez estava menor, devido ao tempo que a banda ficou parada com a saída do Malária (ex-baterista), mas foi um show pra levantar a galera, que acompanhou de perto e cantou junto os clássicos executados. Destaque para “Rugas”, “Seven Nation Army”, “Take me Out” e “Purple Haze”.


      Já passavam das 3h da manhã quando a New Plague subiu ao palco e o público na festa ainda era acima da média. Esta é outra banda nova na cidade com integrantes que já rodaram o estado fazendo shows. Estrearam nos palcos no fim do ano passado, na festa de fim de ano da Sunset, e tocam New Metal com excelência. Os caras investem pesado nas músicas próprias, destaque para “Infekted”, que está com clipe em pós-produção e deve estrear na rede nos próximos dias. Com uma presença de palco muito boa, o público espontaneamente é atraído para a vibe da banda, o que torna a apresentação ainda melhor pra quem assiste.


      Por fim, tenho que enaltecer a grande festa e agradecer a todo apoio que o Cláudio Mohr e a Sunset Pub oferecem para as bandas locais, também à Tamarindo e New Plague, que fizeram sua parte divulgando e ajudando na venda de ingressos, aos meus companheiros de Restos de Ontem e principalmente a todo o público presente, pois vocês mantiveram vivas as esperanças de dias melhores para o Rock local. Muito Obrigado e até o próximo Revolution Rock!

VÍDEOS DA FESTA


TAMARINDO

RESTOS DE ONTEM:

NEW PLAGUE

segunda-feira, 18 de março de 2013

Revolution Rock - Sunset 05/04

   No dia 05 de abril a Sunset abre as suas portas mais uma vez ao rock local. Quem fica responsável de animar o baile dessa vez são a Restos de Ontem, a New Plague e a Tamarindo.

   Já avisamos por aqui, e pra quem não viu eu aviso novamente, que a Restos de Ontem disponibilizou todo seu ep para audição e download no soundcloud da banda, e não, você não corre o risco de ser processado pelo Maicon e pelo Cláudio, não se preocupe. Este será talvez o primeiro show em Santa Cruz do Sul com a nova formação, e vale a pena conferir pra ver como ficaram "aquelas velhas canções".

    A New Plague, que anda gravando seu primeiro videoclipe, vem com o peso de suas composições bem características, fazendo um som que é um tanto único na cidade. Ainda temos, não sei se nessa ordem em que eu citei, a Tamarindo, fortemente inspirada no rock dos 90's, e que apresentou apenas próprias no seu último show, realizado na primeira noite do Grito Rock 13'.

   Por enquanto, ingressos podem ser adquiridos com o Maicon, da Restos de Ontem, com os integrantes das outras bandas, e na ALABAMA ROCKSTORE, por apenas 6 pilas.





quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

As 20 Questões - Giulio "Pimpolho do Rock" Mello



Respondendo as 20 questões, Giulio: o famoso Pimpolho do Rock.
Giulio"pimpolho do rock"Mello

1.       Quem é Giulio Mello?

      Não sei me definir, mas sou mais normal do que a maioria das pessoas pensam. Sou apenas um rapaz latino americano sem cheiro e nem sabor.

2.       O que te levou a sair da Sick Nation?

      No meu ponto de vista para uma banda dar certo todos precisam ter o mesmo objetivo, para os outros integrantes tava bom do jeito que tava, e achei mais que justo eu sair da banda, continuo amigo dos guris, e até acho que o Dilson se encaixou melhor na banda que eu. Me diverti muito, e aprendi muito também, desejo sorte pra eles, e que seja feito o punk rock!
Sick Nation é Punk Rock até os Ovos

3.       Como surgiu a ideia de formar a New Plague?

      Essa pergunta seria melhor respondida pelo Lucas, durante um treino de karatê ele me comentou que tava procurando um guitarrista para a banda que ele tava montando, e pergunto se eu não queria fazer um teste, eu me interessei pelo projeto conheci o resto do pessoal e o som fluiu perfeitamente.
Lucas, vocalista da New Plague e ninja da cachaça

4.       Você tem algum ídolo?

      Tenho sim, Raulzito foi o cara que me fez conhecer o rock, que me boto as primeiras interrogações na minha cabeça, ele que me fez procurar por muitas musicas, e sem duvida ele é uma das minhas mais fortes influencias, assim como, Bob Dylan, Joey Ramone, Sabotage entre outros...
debulhando na strato

5.       Mesmo com pouco tempo de existência a New Plague já conquistou uma boa base de admiradores e se classificou para tocar no Grito Rock, o que você achou do festival?

      Bah foi muito massa a oportunidade de tocar nesse festival, é uma coisa diferente, não é aquela mesma coisa de sempre, com as mesmas bandas, é um festival bem foda com bandas de diferentes estilos dentro do rock, o que eu acho muito bom, espero me divertir, fazer um bom show, curtir um som e era isso.
New Plague é a revelação do rock

6.       O que você faria pra mudar a cena rock da cidade?

      Unir mais o pessoal realmente seria a melhor saída, o que eu vejo é que quando a festa é de um estilo, a galera que é do outro estilo não comparece e vice versa, uma tolice por parte do pessoal, porque em ambas as festas poderiam ter mais publico e ficaria muito mais fácil organizar festivais independentes.

7.       Você já foi um adepto ao movimento punk,  você não acha que é meio contraditório pessoas que se dizem punks não respeitarem  fãs que gostam de outros estilos dentro do rock?

      Nunca me auto-denominei punk, sempre curti o movimento, e o estilo musical, mais fui muito pouco ativo politicamente dentro do movimento, até porque não são todas as idéias que eu concordo, mais se alguém realmente não respeitar é muito contraditório. Mas quando eu falo que não gosto de Motley Crue é só pra zoar com o Top.
moicano muito doido

8.       Quais foram suas primeiras influencias musicais?

      Raul Seixas, como já tinha dito antes, Ramones é a banda mais importante na minha vida, foi por causa dela que resolvi que queria toca, ela é responsável por toda minha formação e é até hoje a minha principal inspiração, e também tem o AC/DC que pra mim é a maior banda de rock que existe. Acho que esses 3 foram os primeiros.

9.       Se fosse para ser integrante de qualquer banda, qual seria?

Sepultura.

10.   Avalia de 0 a 10 os seguintes guitarristas, sendo 0 um roéla e 10 um guitar hero:

Angus Young: 10, o cara toca na maior banda de rock que existe, e ter o pique que ele tem nos palcos não é pra qualquer guitarrista;
Traci Guns: 5;
Donida: 5;
Edgar Scandurra: 8, o cara tem sua história;
Andreas Kisser: 8.

11.   Conta a lenda, que mesmo você sendo considera o pimpolho do rock, já sofreu overdose e participou de orgias sexuais, isso confere?

      Mais que jeito home, esse negócio de orgias sexuais é com astros de hard rock, e as overdoses não passam de lendas.
"orgias sexuais é com astros de hard rock",  sim, e esse trenzinho  colorido é o que ?

12.   O Giulio já:

Beijou outro integrante de banda na boca? Lenda;
Teve uma overdose? Lenda;
Frequentou o Vitrolão Rock Bar? Sim, quando meu irmão me levou;
Pulou o muro da Sunset pra não pagar a comanda? Não pulei, mas ajudei o meu amigo que pulou, quando os seguranças agiram de forma abusiva;
Foi expulso da zona? Mas de que jeito, o Iven é dono da zona que eu frequento.
Pimpolho do rock e seu companheiro Iven (guitarrista, catador de latinha e dono de whiskeria)

13.   Avalie de 0 a 10 as seguintes bandas: 

Olho seco: Grande banda merece nota 8;
Garotos Podres: boa banda merece 8 também;
Dance of Days: Banda muito foda, talvez a banda independente mais foda do Brasil merece 9;
Krisium: Muito boa mas não escuto muito então merece um 8;
Fresno: Já foram mais murcilhas, hoje em dia até curto uns sons, nota 7.
pera, uva, maçã ou salada mista????

14.   Muita gente não sabe mas você chegou a disputar muitos campeonatos de skate, e deixou de lado uma carreira promissora no esporte, conte nos sobre isso.

      Skate é estilo de vida, passei muito tempo andando de skate, mais o problema é que o pessoal esqueceu a verdadeira vibe do skate, eles esqueceram que skate é muito mais do que um saber andar melhor que o outro, é muito mais que você ganha uma medalha em um campeonato. E está cada vez pior, mas sempre vai te aqueles que vão levar o skate com sua verdadeira ideologia e vão representa muito bem o carrinho. Desisti de andar pra ser profissional, mais sempre vou ser skatista estando ou não andando, como já falei skate é estilo de vida.
radicalizando no skate

15.   Alem de tocar guitarra, você hoje é um praticante de Karatê. O que te levou a treinar esta arte marcial e o que o Karatê representa hoje na sua vida?

      Sempre quis faze alguma luta, e o karatê pra mim é a mais completa, e depois que você entra e vê como é treinar, que não é só chegar e bater, tem toda uma concentração, saber se controlar é muito massa. To há algumas semanas sem treinar, mais logo vou voltar, o karatê é bem importante pra mim, gosto muito de treinar e lutar.

16.   Na sua turminha de rockeiros, vocês costumam usar gírias e vocabulários específicos, um das coisas que vocês costumam repetir muito, é a palavra “murcilha”. Afinal de contas, qual de vocês é o cara que leva mais “murcilha”?

      Na minha ''turminha de rockeiros'' eu acho que ninguém leva murcilha. Não sei da vida particular de cada um, mais o Iven tem um jeito meio estranho... UAHSUAHSUAHS, to zuando.
murcilha, ser ou não ser?

17.   Quanto tempo faz que você não usa as seguintes drogas:

Maconha:
pó:
cola de sapateiro:
cachaça:
liquido de solda:

      Bah, mas o Top pensa que eu sou o mais drogado, não vou responde essa pergunta, mas cola de sapateiro realmente faz muito tempo AUHSUAHSUAHSUHAUSH
Drogas, tô fora!

18.   Se fosse pra levar algum disco para uma ilha deserta qual disco seria?

Desire - Bob Dylan

19.   Qual foi o pior show que você já fez?

      O ultimo com a Sick Nation no Ellite Rock.

20.   O que podemos esperar da New Plague e quem é o cara mais “liludo” da cidade?

      A New Plague agora vai grava um material, estamos preparando um clipe, e podem esperar um som pesado e criativo, é isso, e a lenda diz que o mais liludo da cidade é o TOP GUN.
Giulio na companhia de seu amigo "liludo"

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Review - Grito Rock (noite 2)


      Santa Cruz gritou rock nos últimos dias. Enquanto grande parte da população está ligada no Carnaval, lá na Legend o público rockeiro lotou as duas noites do Grito Rock e fez uma baita festa! O review da loucura de sexta-feira já foi relatado ontem, mas sábado merece tanto destaque quanto a primeira noite. Mais quatro bandas e uma agitação poucas vezes vista neste bar de Santa Cruz. O evento foi foda e aguardamos ansiosamente pela próxima edição em 2014.

      A salvação da música ruim. A alternativa ao Carnaval. Mais uma vez, choveu e isso fez com que o público chegasse mais tarde. Quem passava pela frente da Legend pelas 23:30 achava que seria uma festa vazia. Mas, entrando na casa quando a primeira banda da noite subiu ao palco, um pouco depois da 00:30, se viu o espaço lotado. Ventores abriu os trabalhos. Vindos de Santa Maria, tocaram seu som de muita qualidade. Influenciados  por bandas de rock dos últimos anos, durante uma hora executaram o set list recheado de músicas autorais que já animavam os presentes na frente do palco.

Em um festival marcado por power trios, cinco caras no palco chegou a ser estranho
      Em uma parte do show, a Ventores chamou o Davi - vocalista da Forte Apache, que tocou na sexta feira - para uma participação especial dividindo os microfones com o vocalista. Essa parceria mostra bem o espírito do Grito Rock. Um grande momento!

      Diferente da primeira noite, o espaço interno estava bem lotado durante já o primeiro show. No segundo, que era da porto-alegrense Quarto Sensorial, ficou difícil se mexer por lá. E, como a banda foi a mais exaltada atração dos dois dias, gente não parava de entrar e se apertar pra poder ver um pouco desse power trio instrumental. Realmente, Quarto Sensorial foi um sucesso absoluto na Legend! Os três caras surpreenderam todo mundo. E, também foram surpreendidos pela boa recepção do público. Um show fantástico! Os integrantes mandavam muito bem nos seus instrumentos e seu som com diversas influências agradou a todos.

Três caras que fizeram todos ficarem de boca aberta assistindo o show
     Durante as músicas era um silêncio total das pessoas apreciando o excelente trabalho dos caras. Ao final de cada uma, os gritos e aplausos eram enormes. Até o momento, não havia tido bis em nenhuma das bandas. Por causa do tempo ser apertado, cada uma fazia seu show e saía do palco. Porém, a Quarta Sensorial não teve jeito. Acabando a última música - Baile no Manicômio, ótimo som!! - todos presentes na Legend juntos começaram a pedir por mais uma. Após o show, foram tratados como rockstars, tirando fotos e dando autógrafos. Os CDs que eram vendidos na banquinha do Zaka a 10 reais, se esgotaram. Espero um dia que a Legend traga eles para um show só durante a noite inteira. Público vai ter!

      Após essa baita atração, admito que passei um pouco da conta com a bebida e não lembro muito. Os dois últimos shows, Diatribe e New Plague, quase não vi. As duas bandas de Santa Cruz encerraram o Grito Rock deixando a Legend com um clima bem diferente daquele que é o habitual. Rodas punk, mosh, gurizada pulando e curtindo muito os sons. O som mais pesado fez com que o público se soltasse mais e participasse da animação que era transmitida do palco. A Diatribe, banda com anos de estrada, tocou seu hardcore próprio, já a New Plague, que está começando agora, fez algo mais para o new metal. Dois shows ótimos para encerrar esse grande evento!

New Plague fez sua estréia fechando a segunda noite do Grito
      Grito Rock surpreendeu pela alta qualidade das bandas, o grande público e a ótima organização. Todos estão de parabéns! Tamarindo, Forte Apache, Badhoneys, Petit Mort, Ventores, Quarto Sensorial, Diatribe e New Plague ficaram marcadas na história do rock de Santa Cruz após esse fim de semana. Tenho certeza que a cidade aguardará ansiosa pela próxima edição! E... CHUPA CARNAVAL!

Roda punk foi o encerramento perfeito para o Grito Rock Mundo 2013 em Santa Cruz

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Grito Rock Mundo 2013 na Legend


      Para muitos, hoje marca o início do Carnaval. Para outros, apenas um feriadão. Mas, para a gurizada do rock independente de Santa Cruz, será um grande momento. O Grito Rock Mundo terá sua edição na região hoje a noite na Legend. Mas, isso não é o bastante - a festa continua amanhã! Um total de oito bandas farão esses próximos dois dias serem históricos para o rock da cidade.

      Sobre o evento, muito já se falou. Tivemos um post divulgando a inscrição das bandas, e ao longo dessas primeiras semanas de 2013, foram divulgadas, uma a uma, as atrações que tocam hoje e amanhã no palco da Legend Music Bar. E, a cada momento, tinha certeza maior de que precisaria estar presente em ambas as noites. Por isso, adquiri meu passaporte por 15 reais. O mesmo ainda pode ser feito na Alabama Rockstore, na Brasil Urbano ou na PizzaYOU. Quem preferir ir apenas um dia, o valor é 10 reais. Na hora será 20.

      Começando pela noite de hoje, vamos ao serviço e as atrações:

Sexta, 08/02

     Logo mais, na Legend, teremos quatro bandas se apresentando. De Santa Cruz, tocam a Tamarindo e a Forte Apache e o Espiral.  Sobre a primeira, muito já falamos por aqui. Na ativa desde o ano passado, é um power trio que tem influencias do som dos anos 90, grunge e metal. Um show que gosto muito de assistir e o único que já vi das atrações da noite de hoje. A Forte Apache e o Espiral eu não conheço, se não me engando, o Grito Rock será a sua estréia. Apenas sei que é composta pelo Davi nos vocais, Diego e Silva (ambos integrantes da Tamarindo) fazem baixo e batera, respectivamente, e Éder Nanaco na guitarra. Duas bandas que estão investindo no som próprio. Vale a pena dar uma conferida no que está sendo feito por aqui na noite de hoje.

      Porém, não é só de bandas locais o Grito Rock. Nem perto disso! De Porto Alegre vem a Badhoneys, e - vejam só! - de Buenos Aires receberemos a Petit Mort. Ambas as bandas contam com vocal feminino, um detalhe que fará a diferença nos nosso ouvidos sem dúvida alguma. Aguardo ansioso para saber mais sobre o som delas.

      A festa começa hoje as 22h e, minha expectativa é de amanhã já colocar no ar o review do que já rolou. Portanto, fiquem ligados no blog e no nosso twitter, no qual irem publicar comentários e fotos ao vivo lá da Legend.


Sábado, 09/02

      A noite de amanhã seguirá o mesmo formato da de hoje. Duas bandas de Santa Cruz e duas de fora. Começando pelas da cidade, teremos a clássica Diatribe e a novata New Plague. A primeira, já é uma tradicional banda da região. Na ativa desde 2004, muitos shows fez por aí, marcando sempre pelo seu som rápido e suas letras fortes. Já a New Plague, estreou na cena local final do ano passado e tem influências de new metal. Ainda sem material gravado, mas já tem composições próprias que poderão ser vistas na noite de amanhã no palco da Legend.

      As atrações de fora da noite de sábado são duas bandas que eu gosto muito. Começando pela Quarto Sensorial, um power trio de Porto Alegre que eu tive a oportunidade de assistir no Psicodália, na virada do ano. Uma banda instrumental incrível, que surpreende a cada música! Já tem um ótimo trabalho gravado, no qual podemos ouvir todas as suas diversas influências. Eles vão da música latina até o rock progressivo, e fazem isso como se fosse a coisa mais normal do mundo. Um show imperdível!

      Já a Ventores é uma conhecida da região, pois nos seus primeiros shows já passaram pela cidade e tocaram no saudoso Vitrolão. Os caras são de Santa Maria e estão juntos desde 2008. Hoje em dia, pelo que me falaram, a banda se encontra em uma situação bem diferente e investindo muito no trabalho autoral. Tenho grande de curiosidade de rever essa gurizada e prestigiar mais uma grande atração do Grito Rock!

      Para mais informações, segue o perfil da Hoo Ha Rock e o EVENTO. É um baita momento para Santa Cruz. Se afaste do Carnaval e venha curtir o melhor do rock produzido por aqui e pelo mundo lá na Legend!

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Quase no fim do ano...


   Olá! 

   Não, não estamos em depressão por ter descoberto que o Papai Noel não existe, ou porque ganhamos um pedaço de carvão, como o James Hetfield. Simplesmente havia um feriado a ser desfrutado, longe dos pc's, de preferência. Todos envolvidos com tarefas importantíssimas, referentes ao consumo de alcoólicos, visitas de familiares, assistir o Rei Leão na tv, e descansar.



   As coisas nessa época sempre são assim, letárgicas, mais demoradas, às vezes nem acontecem... todo mundo já está muito mais pensando em 2013 do que em 2012. As últimas festas da região eu não pude prestigiar, nem por aqui estava, mas mais delas será contado assim que o nosso infante representante no Psicodália. Igo Kampf, e mais alguns malucos que chamamos de amigos se dirigem na tarde/noite de amanhã para esse evento anual, na sua 16ª edição, voltado ao rock progressivo, blues, e mais um monte de coisas que acho que o próprio Igo tem mais cacife pra comentar. O destaque deste ano é uma apresentação histórica dos Mutantes, liderados por Sérgio Dias, onde grandes músicos que na época gravaram o incrível álbum Tudo Foi Feito Pelo Sol, irão se reunir e apresentá-lo na íntegra. Recomendo à quem não conhece Mutantes, ou não conhece este álbum, que ouça-o, esse vale demais o play. Se por algum milagre, Igo se lembrar em detalhes de tudo que viu e viveu entre os dias 28/12/12 e 02/01/13, ele nos contará aqui. Outros destaques da programação e informações diversas sobre o vai rolar podem ser vistas aqui.


    - Santa Cruz do Sul:
     O rock underground de Santa Cruz tem nesse fim de ano uma grande festa programada para ocorrer na Sunset, o Grand Final of  Rock 2012. A festa traz bandas clássicas do underground da cidade, com bandas focadas na música autoral e outras apenas tributo. Teremos algumas novidades no set list, como a banda New Plague, que vem divulgando seu material próprio pelas redes sociais nos últimos meses.

    Aproveito o espaço para pedir uma coisa: Se você gosta de festivais desse tipo, se você tem algum amigo  que toca na noite, se você gosta de alguma dessas bandas, vá no show, apoie, assista às outras bandas, conheça a música/show das outras bandas. É legal fazer aquele "concentra" antes do show, mas os bares só dão oportunidade pros shows que dão retorno, e o retorno é o ingresso na festa. Depois não adianta reclamar que ninguém faz nada pela cena, pois fazem, muitos fazem, mas até quando o próprio público vai tentar sabotar as bandas que gosta de assistir?