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quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

As 20 Questões - Cristiano "Balaka" Silva

1. Quem é Cristiano Silva?

      Sou um apaixonado por música (clichê padrão das 20 Questões para aqueles que não sabem responder essa pergunta como eu).

Cristiano Silva é o feroz baterista da Tamarindo!
2.Você fez parte da equipe fundadora do vales, o que levou a sua saída?

Sempre te agradeci pelo convite pra participar do blog quando tu havia o idealizado e pude contribuir um pouco. Sendo estudante de jornalismo foi uma ótima oportunidade pra escrever sobre algo que eu amo que é música. Saí mais por discordar da ideia de INDEPENDENTE que estava sendo aplicado ao momento em que eu estava no blog, depois não sei, mas aquela época havia meio que um sistema de monarquia no blog que eu não achava certo, por isso saí.

Repórter da Unisc Tv, uma de suas multi facetas 
3.Quais são os pontos fortes do blog, e o que poderia melhorar?

Os pontos fortes do blog são as questões de INDEPENDENTE mesmo. Entrevistas com a galera daqui, perfil das pessoas do rock daqui, esse lance do Por Onde Anda relembrando a galera que parou e se pode ou não voltar, ISSO é informação nova, isso é independente, é isso que não está em qualquer site de música na internet. Acho legal quando se posta reviews de grandes shows, só que pouco acrescenta quando se encontra qualquer review de qualquer show na internet, apenas muda a visão e opinião para alguém daqui. Já quando se fala de shows daqui, mostra bandas daqui, fala de pessoas daqui (daqui, quero dizer região como no caso do blog), sobretudo pra fazer o trabalho de divulgação das bandas, acho que as próprias bandas e o blog ganham, por isso sempre enalteci a ideia do blog, pois não tem um espaço assim na região hoje. Acho que poderia melhorar a própria divulgação das bandas, pegar uma banda que lança algo e fazer entrevistas sobre o que está rolando, o que vai rolar com a banda, tem tanta banda na cidade ou região lançando coisas, ações nesse sentido engrandecem o propósito e o nome do próprio blog.

Com a grana que acumulou em anos de rock, conseguiu comprar um ônibus, e hoje além de tocar, vende melancia pelo interior do RS
4.O que te levou a tocar bateria?

O DÉ da Nights Stalkers, hehe. Não, mas é quase por aí. Desde muito novo eu batucava nas coisas com lápis na aula ou em casa ou nas mesas com as mãos e tal, e quando eu estudava no São Luís, uma série abaixo dos guris da Night Stalkers, todo ano nos circuitos de bandas do colégio eu ficava vendo a banda, e por gostar de bateria acompanhava o Dé e ele tocava muito bem os clássicos que eles tocavam como Deep Purple, Creedence, Elvis entre outras e principalmente Led Zeppelin que ele mandava muito, e eu olhava e pensava que eu tinha que comprar uma bateria por gostar e pra tocar batera como o Dé por que aquilo ali era demais. Sempre que eu vejo o Dé por aí a gente ri e eu reverencio ele, por que o cara era e é foda ainda como batera. Lá por 2003 ganhei a minha RMV X Drums que tenho até hoje e comecei sozinho a tocar, tive a oportunidade em seguida de ter dois anos de aula com o professor Astor o que me deu uma condição MUITO melhor como baterista e aí se vão 10 anos tocando em bandas e tal, nessa que definitivamente é uma das coisas que me moldou ao longo dos anos.

5.Cite 3 bateristas que foram de muita influência pra você?

Chad Smith, do Red Hot Chili Peppers. Ele é o único que de tanto eu ver incorporei o estilo dele, na medida do possível, na minha personalidade como baterista. Gosto das quebradas dele, da pegada rock misturada com funk e o desprendimento de arranjo padrão nas músicas que ele aplica também é algo que gosto. Depois dele certamente vem o Dave Grohl que é um monstro, o estilo dele me agrada muito, uma pegada brutal, sem firula, desce a lenha e não quer saber. Certamente o Dave Grohl é o segundo que mais eu tive influência. Poderia citar outros tantos clássicos bateristas, mas prefiro citar o Matt Helders do Arctic Monkeys. Ele é um batera destruidor com um estilo muito foda e simples ao mesmo tempo, daqueles que quando tu vê tocar parece ser muito fácil de fazer, mas pra criar aquelas batidas e aplicá-las em arranjos o cara tem que ser bom. Outra coisa que gosto nele é o kit de batera super simples que ele utiliza. Outra coisa legal é que já tive a oportunidade de ver os três ao vivo nos shows de suas bandas, e por mais que o Dave seja vocal e guita no Foo Fighters, naquele show na Argentina que vi ele tocou bateria pra acalmar a loucura dos argentinos. Foi especial.

Silva diz: Eu tenho um disco de Red Hot e não te do-o 
6.Você sente prazer em pegar na baqueta?

Haha Sinto é uma necessidade e uma dependência muito grande de tocar bateria. Sei que fico irritado se fico sem tocar batera por alguns dias e na medida do possível, até no intervalo de meio dia, sempre tento dar uma passada na salinha da batera e fazer um barulho.

Silva diz: Ai papai que delícia 
7.Você ficou bravo ou nervoso quando o Tramba comentou no site da Horn?

NÃO! hehe Eu jamais fiquei bravo ou nervoso com o Tramba por causa do comentário no site da Horn. Tive a oportunidade de anos depois tocar com ele em bandas (Abutrez e Locomobil) e somos amigos.

Banda Horn, diretamente do abrigo nuclear 

8.O que mudou na nossa cena pra melhor e pra pior dos tempos de Horn aos tempos de Tamarindo?

Pra mim mudaram várias coisas, porém pra melhor e pra pior ao mesmo tempo. Explico: comecei a frequentar e ir a festivais de bandas lá por 2003, 2004, 2005. Tu ia a um festival de bandas e tinha 20, 25 bandas tocando. Essa mistura era ótima, sinto falta disso, porém ao mesmo tempo não tinha quase casas de shows e mais ainda não tinha oportunidade para as bandas de rock tocarem nas casas. Já hoje não vejo mais os festivais de bandas que misturava e colocava todas as bandas que queriam pra tocar, ao mesmo tempo que temos casas de shows que oferecem uma boa estrutura para as bandas, mas ainda há pouca circulação das mesmas. Outra coisa que mudou foi a mentalidade de som próprio X som cover. Aquela época, mais valia uma banda que tocava covers muito bem do que uma que tinha alguns sons próprios ainda formulando arranjos e investindo em sua própria música. Hoje não. Eu percebo que hoje, posso estar errado, mas as bandas – não todas, mas a maioria – por mais que comecem tocando alguns covers pra pegar o ritmo, já iniciam com o pensamento de ter um ou mais sons próprios, tentar gravar e lançar algo seu, isso é bom.

Tamarindo e o sanduíche de Bada
9. Vocês trocaram de vocalista, qual o motivo da saída do antigo vocalista e como foi feita a escolha do novo front man?

O vocalista anterior da Tamarindo, o Diego, resolveu, aquele período que ele se afastou da banda, se dedicar ao relacionamento dele, e eu e a Bada, por querermos dar sequência na banda, não perdermos algo tão puro, simples e nosso que é a Tamarindo, respeitamos a decisão dele e preferimos seguir com a banda. O processo de escolha foi bem simples. O Jaeger tem mil bandas, mas isso não foi motivo pra eu e a Bada não pensarmos nele logo de primeira. Ele é ótimo vocalista e gosta do estilo que gostamos, encaixou todas. Nos encontramos no shopping um dia e eu deixei claro pra ele que gostaria que ele fosse da banda sendo um integrante mesmo, não meio que um músico contratado, queria ele compondo, se puxando, junto comigo e a Bada e isso foi muito natural, ele é um músico mesmo, se puxa, traz ideias, gasta tempo mesmo, o pouco que ele tem, com a Tamarindo, pensando em coisas novas e no que fazer com o que temos. Se não fosse o cara certamente eu e a Bada não daríamos conta de algo que a gente sempre quis muito que era dar sequencia na Tamarindo. Agradeço muito ao Jaeger.

Tamarindo é a promissora banda de rock da cidade
10. Existe a possibilidade de um revival da banda Jeremy?

NUNCA! Hehe. Pelo menos não com a formação que tenha os quatro integrantes, por que eu jamais participaria. Acredite se quiser esse assunto cai na conversa de nós quatro da Jeremy mais do que eu imaginava que fosse acontecer, isso de nós mesmos. Volta e meia um de nós fala sobre isso, a última vez há umas 3 semanas, mas eu sempre deixei claro, a Jeremy era muito mais que uma banda, era uma galera de uns 20 que estavam sempre juntos, independente de show, só pra sair, beber e se divertir, e hoje não tem mais isso, metade daquela galera se odeia, o resto não se fala, haha, então seria meio que um “insulto” à Jeremy realizar um revival, fora que falando de mim, do Diego, Jão e Lucas, nós NÃO SOMOS mais aqueles caras que bebiam oito fardos numa pegada ou enchiam o porta malas do Gol com uma caixa de cerveja e se largavam pra Rio Pardo, bebiam a caixa entre os 4, e voltavam podres e sabe-se lá como chegávamos vivos em casa, ou carregavam TVs pela Marechal Floriano, ou quebravam placas de carro na frente da Spirit, ou mesmo abriam a porta da Igreja do Divino às 4 da manhã e viam a luzinha laranja acesa da igreja. Não somos mais esses caras. Seria meio que uma falsidade voltar ou mesmo fazer um revival. Tocar com os guris não vejo problema, mas como Jeremy não. Até tocamos juntos, totalmente sem querer, apenas pelo acaso de estarmos juntos em uma mesma festa. Tocamos Rockin’ In The Free World que era um som muito nosso nos shows em uma festa na Sunset em abril do ano passado, onde era um show da Restos de Ontem, banda que o Lucas tocava, e eu, Diego e Jão estávamos assistindo e nós quatro tocamos juntos. Acho que aquele foi o melhor jeito de acontecer algo. É tão bom volta e meia ouvir de alguém que gostava da nossa banda que sente falta ou então que curtia os sons e os shows, não quero de jeito perder isso fazendo um show meio que forçado sem 10% da energia e da verdade que era a Jeremy. Deixa nas nossas cabeças e dos amigos e pessoas que gostavam o quanto era bom aquele tempo.

A clássica e saudosa banda Jeremy
11.Como surgiu essa sua paixão pelo Indie Rock?

Cara, qual é o problema de vocês com RÓTULOS DE ESTILOS MÚSICAIS eim? Por que as pessoas se baseiam em não escutar ou escutar algo por dizer ser desse ou daquele estilo musical. Isso é muito pequeno. Eu escuto música boa e pra mim ela independe de rótulos.

12.Qual a maior loucura que você já fez para conseguir ir a um show de rock?

Bá, eu tive a oportunidade de assistir várias das minhas bandas preferidas como Red Hot Chili Peppers em duas oportunidades, Pearl Jam, Foo Fighters, Queens Of The Stone Age, Arctic Monkeys, Black Keys, Alabama Shakes, Cage The Elephant, Chris Cornell, Roger Waters, Joan Jett, Mike Patton, Metallica, Stone Sour, Tomahawk, Los Hermanos, Skank, Engenheiros do Hawaii entre tantas outras. Loucura? Bá, certamente a maior foi ir para o Lollapalooza ano passado. Eu tinha marcado de ir com o Diego, tínhamos pago tudo já, mas ele de última hora desistiu de ir, e eu nunca tinha ido literalmente sozinho pra um local como São Paulo, sem lugar pra ficar nem nada, ir a moda loca sem nada, só com o ingresso de entrada, e tá loco, foi o festival, evento, momento mais foda da minha vida em termos de show, foi muito bom e louco viver essa experiência de ir totalmente sozinho, curtir as bandas que queria ver, aproveitar e conhecer um pouquinho de São Paulo, fazer correria de aeroporto pro Lolla, depois de volta, indo de ônibus pra lá e pra cá. Foi uma experiência incrível.

13.Em todo esse tempo de estrada no rock, qual a coisa mais estranha que já lhe aconteceu?

Bãi. Não lembro agora, provavelmente vou lembrar mais tarde de alguma coisa, mas na a Horn, ter 15 anos, ter com meus colegas de bandas realizado apenas um show na vida naquela que foi a nossa primeira banda e já gravar um EP de estúdio inteiro com 6 sons próprios é algo estranho, talvez para os dias atuais. Acho que pela nossa inocência da época isso aconteceu e é ótimo ter esse registro, mas definitivamente é estranho pra uma gurizada formar a primeira banda de colégio com 15 anos, fazer o primeiro show e o segundo passo gravar um EP com 6 sons próprios. Outra coisa estranha e engraçada foi o show que o Diego cantou com um pisca pisca de natal no pescoço com a camiseta da Brahma ensopada de cerveja. Lembro também da vez que a cerveja derrubou o Jão. Foi um show no Strike que simplesmente estava chegando a hora de tocar e PERDEMOS o Jão, não achávamos mais em lugar nenhum, fui achar ele atirado numa calçada e carreguei ele pra tocar, hehe, foi bem louco, assim tem várias outras muito boas que nos churrascos e momentos que nos encontramos nos matamos de rir.

...
14. Existiu algum fato ruim no rock que você tenha superado?

Não, nenhum que eu lembro por agora. Tem só bandas que toquei que eu achei que poderiam dar mais do que deram.

Para o Silva, não existe tempo ruim
15. Pra quem não viveu a fase dos shows Jeremy e Rocking Chair, o que você pode contar pra galera sobre aquele tempo?

Bá cara, aquilo era demais. Era uma parceria muito boa das bandas, as pessoas se curtiam, gostavam dos sons das outra, tocavam direto juntos e foram sem dúvida as que mais tocaram no Vitrolão que foi a época mais foda do rock nessa cidade.

Jeremy e Rocking Chair, aqui a zoeira era pesada!
16.Qual a origem do seu apelido "Silva balaka"?

Hahaha Começou na “formatura” da 8ª série no São Luís, com as camisetas da turma, que tinha que colocar o nome e por me chamarem assim coloquei, daí todo mundo que via me chamava assim. Meu e-mail pessoal até hoje tem esse nome, hehe

100% Balaka
17.A Exploder era uma banda de "figurões do rock" o que aconteceu pra uma banda tão promissora terminar de forma tão precoce?

Nada relacionado à própria banda, foram pessoas e situações de fora que acabaram influenciando na decisão de não seguir mais. Realmente uma pena. Era uma banda que tocando covers foi a que eu mais gostei, por que era tudo que eu curtia em relação a bandas, grunge puro com outras bandas não de grunge, mas de pegada forte como Rage Against The Machine, aquilo era muito bom.

18. A relação entre Bada, Jégue e Silva é boa na Tamarindo?

Muito boa. Nos falamos quase que diariamente pelo Facebook, eu diria que é quase zero de atrito nesse tempo que temos de banda nós três. A relação é tri.

19. Forte Apache e o Espiral, The Dogs, Eu Mato a Barata no Canto do Salão entre tantas outras, alguma delas realmente vai lançar material? Você vai dar conta e se empenhar com tantos projetos? E responda esse mistério, de quantas bandas você já fez parte?

Tamarindo e Forte Apache e o Espiral certamente vão lançar material. As duas eu tenho muita gana de lançar material assim como os amigos que participam comigo das duas bandas. É muito o meu estilo de música que gosto nas duas e as duas tem músicas próprias que precisamos mostrar! hehe São ótimas ao meu ver. Sobre dar conta, eu realmente não sei, é muita coisa, coloco as duas que citei na frente, pois são meus projetos de som próprio. Já fiz parte de exatas 21 bandas, hehe, mas tem algumas que tenho ou que já acabaram que guardo muito como as principais: Horn, Jeremy, Chá das Cinco, Exploder, Tamarindo e Forte Apache e o Espiral.

Forte Apache e o Espiral, grande revelação de 2013
20. Muito obrigado Silva por sua atenção e todo seu empenho na nossa cena rock trazendo alegria pra garotada, nos responda qual o futuro da Tamarindo?

O futuro da Tamarindo é lançar material, hehe, de todos os tipos eu diria. Estamos produzindo um EP acústico, um EP de sons de estúdio, adesivos, camisetas, tudo sendo produzido agora! Tipo, nós três estamos bem pilhados pra lançar nossas coisas. Acho que logo logo meeesmo tem coisa nossa aí. Sobre a Forte Apache e o Espiral, agora com a entrada do Caio Vaz fechou todas e agora com o nosso primeiro show provavelmente rolando na sequência estamos pensando nas gravações dos sons que temos e que surgem por que definitivamente é uma banda de produção muito constante e chega a ser difícil escolher o ou os sons a gravar. Essas duas bandas tem muita coisa pra mostrar!
Obrigado pela oportunidade de participar das 20 Questões Top. Grande abraço e siga nos teus projetos em prol do rock da cidade e região.

O papai Silva, ensinando seu pimpolho a amar o Grêmio

sábado, 21 de setembro de 2013

As 20 Questões - Alison "Barriga de bolacha" Knak


      Ele é musico, produtor, lutador de Muay Thai, e proprietário de um renomado estúdio na região. Estamos falando de Alison "Barriga de bolacha" Knak.

Alison"Barriga de bolacha"Knak

1 - Quem é Alison Knak? 


Um louco apaixonado por música



2 - O que mudou na vida do Alison vendedor na prisma para o Alison dono e produtor de estúdio?



Menos cabelo, um "pseudo bigode" e algumas poucas a responsabilidades a mais… HAHAhahehahe!!



3 - Qual a maior dificuldade que você vê nos músicos que gravam no seu estúdio?
Clodovil Style


Sinceramente?? Falta de foco, dedicação e autenticidade. Vejo que as pessoas estão mais interessadas em falar mal dos outros do que cuidar do próprio nariz, mas isso acho que não vai mudar pois desde que eu tinha 12 anos e ia assistir os festivais, isso já rolava.



4 - Com o estúdio você não pode resumir-se apenas ao rock, como você encara essa diversidade musical?



Música é arte e arte é uma forma de expressão. Apreciar certos tipos de arte é questão de gosto — muitas vezes com mau gosto — mas é gosto, e eu acabo encarando sempre como um aprendizado. Pois fechar a cabeça não nos leva a nada. Aprendi a lidar com isso trabalhando com profissionalismo, é obvio que muitas vezes gravo certos estilos musicas que na minha opinião nem deveriam existir (KKKkkkk…) mas tento tirar o máximo dessa experiência e tenho aprendido muito com isso.



5 - De onde surgiu o apelido "barriga de bolacha"?

Cafeína na mente



Cara, isso foi na época de piá quando eu tinha uns 10 ou 11 anos e tínhamos uma turma no bairro. Nos reuníamos para jogar bola praticamente todos os dias, e pra quem não sabe, nessa época eu era gordinho pra caralho. Aí, no meio de um jogo de bola, eu provavelmente ratiei feio — pois jogava mal pra cacete — e veio um xingamento. De brinde, esse apelido que acabou ficando até hoje.

Perdi a barriga mas continuo O Barriga!



6 - Como foi a experiência em ter tocado no palco do Circo Voador?



Simplesmente única, eu desci do palco chorando de verdade!! Foi forte de mais, a energia daquele palco é algo inexplicável, gostaria de poder compartilhar com todos a sensação que tive mas não imagino nem por onde começar, na verdade gostaria que todos pudessem ter essa experiência de pisar naquele palco ao menos uma vez na vida e sentir a energia da galera que já passou por lá. Penso as vezes que já tive minha chance e talvez isso nunca mais isso aconteça novamente comigo e isso me abala um pouco mas "THE LIFE GOES ON"..

Doctor Flowers no Circo Voador


7 - Qual o maior erro, que as bandas costumam cometer em estudio?



     O musico achar ser mais do que ele realmente é * O musico achar que pode resolver tudo no estúdio nao tendo essa capacidade, ai me fode a paciência! AHEHAEHAHEAHe... Quero dizer que as pessoas quando ouvem um som de uma banda que curtem não prestam muita atenção no que realmente esta acontecendo no TODO da musica, com o que cada instrumento esta fazendo pra soar harmoniosamente e não tomar o espaço todo brigando com o resto, a galera só vê seus respectivos instrumentos e muitas vezes querem se aparecer mais que os outros na banda e na real é mais simples que isso, saca a ideia??

"As tortas e as cucas"


8 - O que o levou a querer ser produtor e montar um estúdio?



Nunca pensei muito, as coisas simplesmente foram acontecendo. Na verdade nunca me considerei um "Produtor", mas sim um bom ouvinte, dono de um estúdio e critico pra caralho, mas confesso que ultimamente resolvi assumir firmemente o papel de produtor pois assim consigo tirar o melhor de cada musico, de cada musico e de cada banda, é um trabalho complicado pois muitas vezes tenho que falar coisas que certas pessoas não querem ouvir com relação a seus trabalhos, e muitas não entendem que faço isso para o bem do trabalho!

"Como esse cara vem e diz que essa parte da MINHA letra ta um lixo e quebra toda métrica da musica, a musica é minha PO**A!!"

Ta ruim eu digo mesmo!! HAehEHAehaeh… Talvez com palavras mais doces mas digo!

Boca de Sons já é referência


9 - Você se considera, bem sucedido?



Me considero sim! Sou apaixonado pelo meu trabalho, tenho conseguido sempre ver evolução nos meus trabalhos e ainda consigo bancar meus caprichos, quer coisa melhor que isso?? Na real melhor ainda é ver nos olhos do teu cliente aquele ar de satisfeito com teu trabalho, isso não tem preço que pague!


Mandando na Strato...

10 - O que mais te irrita quando esta gravando uma banda?


 Falta de confiança no meu trabalho

 11 - Por qual motivo, você abandonou, alguns dos seus projetos musicais?

Cansaço é palavra. Acontece que tocar pra mim sempre foi um hobby, e não tinha mais o mesmo tesão com isso, entro vi que alguma coisa estava errada pois acabava deixando o estúdio na mão pra tocar sem muita vontade de estar realmente querendo fazer aquilo. Adoro estar no palco, mas tocar não tinha mais sentido pra mim, não quero chegar aos 40 anos, olhar pra trás e pensar que foi ótimo ficar "animando festa", que era realmente o que estava acontecendo. Então decidi dar um tempo pra minha cabeça e tentar canalizar esse tempo e essa energia nos meus projetos, nas minhas musicas...Sacas??

Doctor Flowers e seu time de feras


12 - Você tem uma bela piscina em sua casa, por qual motivo, nunca convidou nenhuma banda para se refrescar? 


Acha que quero 4 ou 5 marmanjos na minha piscina??? Sai fora Rapá!!! AHehEHAHeHAEhaHe...
O pequeno Alison jamais negaria um banho de piscina ao seu ídolo Michael


13 - Qual a coisa mais estranha, engraçada, ou bizarra que já aconteceu no estúdio?


IIiiii foram varias que fica difícil citar apenas uma. Mas ocorre principalmente nos trabalhos da madrugada indo para o cedo da manha pois nessas horas a cabeça já não funciona direito.
Sob efeito do Psicodália


14 - Quais as suas lembranças do estúdio na casa de sua avó, lembra das farras, com a galera bebendo até gasolina de avião e aplicando salto mortal de cima do muro para dentro da piscina?


Não me recordo de nada disso, será que aconteceu mesmo??? AHehHAEHAHehae….


15 - Quais bandas você costuma usar como referência para uma MIX?


Acaba dependendo muito do estilo e da proposta da banda, tenho minhas referências mas não costumo usar muito, vou por onde meu ouvido chama.
Alison ao lado de mais uma celebridade, o Reverendo Marcelo Rossi


16 - Você foi escoteiro, qual ensinamento você aprendeu que levou para o resto da vida, e aconteceu alguma historia "cabulosa" deste período?


O maior ensinamento foi valorizar as amizades verdadeiras. Varias histórias "cabulosas" ocorreram durante os quase 5 anos que estive lá, éramos uma "turminha da pesada" né Mr Top Gun?? Esse cara me salvou de várias ruins mas deixamos pra ele responder isso...

O Escoteiro Alison, provando um saboroso picolé de abacaxi junto de sua antiga "gang"

17 - Existe alguma banda que se destaque na cena e que tenha potencial para sair de Santa Cruz?


Já vi varias mas infelizmente por conflitos de ego a maioria deixou de atuar, potencial várias tem, dedicação e profissionalismo foi o que sempre faltou e noto que falta até hoje.

"O Produtor" tomando uma cerva com uma banda de potencial

18 - Qual o disco mais bem produzido até hoje?


Difícil citar um. Mas pra mim o Dark Side of the Moon do Pink Floyd e o Sargent Peppers do Beatles são obras primas. Há várias bandas fazendo um som muito foda mas não vai ser assistindo Rede Globo ou colocando na Atlântida que tu vai ouvi-las, cada vez mais surpreendo com os discos do John Mayer, fico impressionado como os caras conseguem tirar aquele som que, pra mim, é fora do comum!


19 - Se pudesse organizar um mega festival, quais as 5 bandas que convidaria?


Pensando alto com bandas ou artistas ainda vivos e sem restrições de estilo:
TedeschiTrucks Band, Foo Fighters, David Gilmour junto com Roger Waters, Paul McCartney e, é claro, que o John Mayer


20 - Deixe suas considerações finais e nos responda, o Rock em Santa Cruz, tem salvação?


Não sei bem onde você quer chegar com essa pergunta mas não acho que o Rock em Santa Cruz esteja perdido, sinceramente acho que em certo ponto de vista nunca esteve tão bem. Há muitas bandas trabalhando em sons próprios, compondo e buscando uma identidade e um espaço no mercado e isso pra mim é sensacional.
Não tenho preconceito quando aos estilos, se o som é feito de coração ta valendo, seja Hard Rock, Rock'N Roll , "sonzinho EMO" ou "mela cueca de baitola", foda-se o estilo e fodam-se os preconceituosos pois como eu disse anteriormente, musica é arte, arte é uma forma de expressão... Tenho gostado de muita coisa que a galera tem feito por aqui, sons novos, diferentes, o Gibran tem feito um ótimo trabalho abrindo espaço pra galera mostrar seu trabalho. Eu apenas me preocupo e espero que todos reconheçam o valor da oportunidade que ele esta dando pra galera,  fazendo um puta trampo no total amor. Parabéns Gibran, tu é foda.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

As 20 Questões - Tiago Corrêa

1 - Quem é  Tiago Corrêa?
No mínimo instigante. As vezes nem eu me entendo. Mas um personagem de mim mesmo, podem acreditar.
O carismático Tiago
2 - Qual o segredo para manter os agudos e essa voz potente?
Eu faço algumas técnicas de exercícios vocais antes de cada ensaio e apresentação, mas procuro manter sempre uma respiração padronizada para não perder o ritmo, pois tenho uma inspiração e expiração muito curta. Quanto aos agudos eles saem de forma natural, não tão técnicos como gostaria. Hoje minha voz não é a mesma de 10 anos atrás, aprendi muita coisa nesse caminho. Atualmente tocamos meio tom a baixo, músicas da época inicial da Embryo, devido a minha estrutura vocal estar diferente. Mas o diferente não quer dizer que esteja pior, muito pelo contrário, me sinto até melhor.

Mestre dos agudos
3 - No Segundo Santa Cruz in Concert 2003, no Parque de Eventos, você estava tomando um chá, eu lhe perguntei do que se tratava então você disse: Este é o chá brochante, é o mesmo chá que os padres costumam ingerir para não sentir tesão, mas ele é muito bom para voz. Você ainda utiliza destas técnicas?
Me lembro bem disso, esse chá tomei a primeira vez quando era seminarista, e tomávamos sempre que ensaiávamos e nas apresentações. E nas quermesses também, já que não íamos a bailes, boates e shows. Hoje é na base da água e da cerveja mesmo.

Banda Embryo e um fã apreciador do "chá milagroso"
4 - Lembra do show no patio da casa do Tiago batera? Montamos um palco durante a tarde, isopores de bebidas, galera subindo e tocando. Não acha que um pouco desta essência do rock se perdeu aqui na cidade?

AAAA se lembro!!! Parece que foi ontem, e já faz muito tempo isso, pois foi em 2000. Sem dúvida nenhuma que se perdeu.  Montamos um palco na frente da casa do Thiago Koch, e fizemos um mini festival .Um levou o cubo da guitarra, o outro do baixo. O Thiago e a Eduardo Hermes juntaram as bateras. Eu levei meu cubo vocal, outros os pedestais.
O mais impressionante, foi que o Geovane o Thiago e seu irmão, conseguiram umas madeiras de eucaliptos e construíram um palco, aquilo foi incrível.  O público foi basicamente de amigos, parentes e a vizinhança, e olha que não foi pouca gente.
Nem de perto consigo imaginar alguém fazendo isso hoje em dia. Não essa “nova” geração e a que está surgindo.

5 - E o show da "comedores de cu...ka" no ginásio do colégio Goias, toda banda no palco pronta pra tocar, e você passando gel no cabelo, ainda usa sua necesser com gel?

Bah, isso que dá fazer parte da história juntamente com entrevistador, ai ele vem com essas que só quem estava junto, e vivenciou, pode fazer uma pergunta dessas. Mas te respondendo: Capaz que vou esquecer. A diretora do goias agendou o show para um dia, e chegamos lá com tudo uns três dias antes do combinado, pegando todo mundo de surpresa. Ela bem que tentou adiar, mas quando viu toda parafernália e todos em frente a porta do ginásio, não teve como negar.
Quem gostou da ideia foi os alunos que não tiveram mais aula aquela manhã. Quanto a situação da pergunta, realmente foi muito engraçado, tudo pronto, o Jeh Gauciniski, fez a introdução umas seis vezes, até que você Top deu um chute na porta e gritou, “PÔRRA CACETE, TU NÃO VAI PARAR DE PASSAR ESSA MERDA NO CABELO E VIR AQUI CANTAR?” Naquele momento me deu medo e fui para o palco. 

Mas hoje em dia, não levo mais necesser, e sim uma mochila, ou seja, só piorei nesse sentido.

Diogo e seu incrível cabelo
6 - Você chegou a participar do clubinho oculto, que se reunia no mato do parque da oktober para praticar magia?
Mas é óbvio, teve uma vez, numa sexta feira santa, que para mostrar que eramos fodões e do mal, que comemos até carne crua. Como se comer crua ou assada fizesse alguma diferença, o negócio era não comer carne. Teve também ali  as viagens do benflogin, mas... é melhor passarmos para próxima pergunta.


7 - Ninguém melhor do que você para responder esta questão, qual a melhor fase do rock até hoje aqui na cidade?
Sem dúvida, e sem medo de errar, de 2000 a 2007, olha tudo o que teve nessa época para entender: Festivais da UESC e UNISC, Santa Cruz inconcert, Rock Pop Collection, Sarrafo, Oktobermoto, Bar Tosco (isso sim era roots)  e Vitrolão. Caralho, eramos felizes e não sabíamos. Preciso falar mais alguma coisa?

Barbaridade, isso aqui é coisa pesada
8 - Sente falta do Rock Pop Collection? Acredito que ele foi fundamental, tanto para a Embryo como para a Pactus e a Mistake, que eram as bandas que figuravam no inicio dos anos 2000.
Caramba, o Rock Pop Collection idealizado e realizado pelo meu grande amigo Luiz Henrique Vieira , mais conhecido por RAMBO, foi um marco na programação de rádio dessa cidade. Lembro que em épocas de oktober a galera do rock não arredava o pé dali da frente do estúdio da rádio gazeta fm, que transmitia ao vivo daquele local, era maravilhoso. Tocamos algumas vezes nesse programa. Lembro de uma  que não pude ir, pois havia feito uma cirurgia, e o Flávio, que era nosso baterista na época, assumiu os vocais no meu lugar. Sentimos muita a falta de um programa desses, desde que lastimavelmente  saiu do ar.

Os primos do rock: Tiago(Embryo) e Edgar(Seqüella)
9 - Você certa vez me disse, que o Rock Santa Cruz, começou no ano 2000, no festival de bandas da praça da bandeira, por que você acha isto?

Primeiro deixa eu esclarecer uma coisa. Acho que sempre houve rock aqui nessa cidade, mas de uma maneira desconexa. Não podemos negar, que em meados dos anos 80 existia a banda Dolar Bill, que se não me engano mais tarde viria a se tornar a Viúva negra, os irmão Beckemkamp. Já  anos 90 a Íris Ativa, Os canalhas, Sexto Sentido e a Snowblind.

Veja bem, na maioria dessas bandas citadas, estão grande parte dos professores de músicas dessa galera dos anos 2000 e de hoje em dia. Os de guitarra: Dilson (Sexto Sentido), o Miguel Beckemkamp (Irmãos Brothers), Killy Freitas (Íris Ativa e Viúva Negra), o Dru (Snowblind), o Marcelo (Os Canalhas). De baixo: O Vicão (Ìris Ativa), Kinho (Os Canalhas), Denis (Sexto Sentido), Chico (Snowblind), Drurys (Viúva Negra). Bateristas: Heron Oliveira (Snowblind, atualmente na Embryo). E por ai vai, grandes músicos que tem até hoje o Rock em seus DNA.
Kurt , o nome do rock

Mas eu afirmo que o Rock, cresceu e nasceu mesmo aqui nessa cidades, unindo todos os estilos e gostos, no dia 15 de maio de 2001, ali na praça Getúlio Vargas, um dia antes do dia das mães daquele ano, no primeiro festival de bandas independentes e escolares promovido pela UESC. Naquele festival havia muita galera, mesmo que assistindo, que se conheceria e viriam mais tarde a criar suas próprias bandas. Foi nesse festival o primeiro show com a banda Pactus, com a lendária formação de: Top Gun (Avalanche) e Jeh Gauciniski (Toma) nas guitarras, Thiago Koch na batera ,que chegou a tocar na Embryo, o Cesar “Vermelho” que depois tomou Doril, o Geovane (primo do batera) nos vocais juntamente comigo.

Ainda teve a Mistake do Everton Agnes(Guitarra) e do Felpi (batera), e a Boicote dos irmãos Daniel e Fernando Krebs e do Ike. No público ou expectadores , estavam pessoas  Stefan Gillmeister, Pablo Mello, Leonardo Bavaresco, e o Kurt. O Kurt é um cara que eu respeito e admiro muito. Ele foi o cara que fez a união de toda essa galera do Rock através dos festivais que ele criou. Sei que você Top é outro que luta por isso a muito tempo seja fazendo Rock Gol, site especializado, e eu desde aquela época com a Embryo. Mas tudo isso graças ao Kurt.

As vezes reclamamos que as coisas não eram como antigamente. Mas já pensou se não fosse o Kurt, realizando aqueles festivais que ele sempre fez, seja no Avenida, nas Praças da cidades, no Juruna, no Strike ou na Sunset. O negócio dele é o Rock, a vida dele é o Rock, basta ver seu meio de vida. E para passar para outra pergunta eu termino essa dizendo, o Rock nessa cidade tem nome e sobre nome: KURT GIOVANE BRANDT.  

10 - Qual a formação atual da Embryo?

Tiago Corrêa     – no vocal

André Gewehr – Baixo
Nelsinho Jr.       – Guitarra
Heron Oliveira – Bateria 
Há uma nova integrante que está em fase inicial de ensaios e audições, que é a guitarrista Nadine Mueller.

11 - Qual a maior mentira, que já disseram a seu respeito?
Uma coisa que me perturba até hoje, foi quando desci do palco depois de um show, para cumprimentar, agradecer e bater um papo com a galera. Um cara me chamou de imbecil, idiota, e arrogante por estar agradecendo a participação daquele pessoal ali no show. Eu poderia até concordar com alguma atitude de imbecilidade ou idiota que tenha feito ou dito. Mas arrogante eu nunca fui na minha vida. E nem combina com a minha personalidade, quem me conhece sabe bem como sou.

Time Embryo/Seqüella
12 - Quais suas 5 maiores influências vocais?

1 – Bruce Dickinson

2 – André Matos
3 – Ozzy Osbourne
4 – David Coverdale
5 – Axl Rose e Zezé de Camargo (e não é nenhum tipo de brincadeira).

13 - Com tantos músicos talentosos, por qual motivo, nenhuma banda de Santa Cruz conseguiu um destaque maior, qual o problema com a nossa cena?
Cara a resposta é simples. A maioria dos músicos de rock dessa cidade ou de outras, são pessoas inteligentes, que querem fazer algo do mesmo modo. E você já viu, em termos musicais, principalmente do rock, atualmente no Brasil (tirando fora a Pitty) algo inteligente e de qualidade virar sucesso? Nem de qualidade e muito menos inteligente.

Tiago e seus discípulos, colhendo alface para a salada matinal
14 - Qual é o futuro da banda Embryo?
Cara, a Embryo sempre foi e será um reduto e um refúgio para a amizade. É disso que ela é fundamentada, amizade e Rock n’ roll

Embryo original é só alegria e amizade
15 - Qual banda de rock deveria pendurar as chuteiras?
Sem dúvida nenhuma o Guns n’ Roses.

16 - Avalia de 0 a 10 os seguintes vocalistas:

Edu Falaschi: 6;

André Matos: 10;

Rodolfo: 6;

D2: 5 no Planet hemp;

João Gordo:  2, não curto.

17 - Se pudesse ser groupie por um dia, qual rockstar beijaria na boca?
TARJA TÜRENEN (ex Nightwish).

18 - Qual foi o pior show da Embryo?
Com certeza na terceira apresentação do Santa Cruz in concert, justamente quando estávamos sendo avaliados, e por uma situação etílica ocorreu um problema e tivemos que abortar o show .

A historia do rock santa cruz, contada nas 20 Questões

19 - Se pudesse voltar no tempo, mudaria alguma coisa?
Cara, na minha vida eu mudaria muita coisa. Mas muita coisa mesmo, algumas que não gostaria de ter vivenciado e fui obrigado a passar. Mas quanto a vida no rock, de forma alguma, tanto que toda vez que me relembro de tudo, me emociono e me orgulho e sempre me sinto melhor. Devido a isso criei grandes e sinceras amizades, que me acompanham até hoje.

Prisão perpétua
20 - Muito obrigado pelo seu tempo, deixe suas considerações finais e nos responda Tiago. O Rock em Santa Cruz, tem salvação?
O professor Tiago e o futuro do rock!

Foi uma grande honra, responder a essas pergunta, para esse blog através do meu grande amigo (só não é em tempos de rock gol) de mais de uma década Douglas Top Gun.


Me sinto feliz em fazer parte dessa história, e poder contar alguma coisa disso tudo. Eu acredito que dentro do coração de cada pessoa há um pouco de rock puro e sincero  pulsando. Aquele que nos satisfaz  se sentindo orgulhoso por viver esse gênero musical. E isso, na minha opinião, não quer dizer que seja aquilo que se faz ou não se faz hoje em dia. 

Ao invés de terminar minhas considerações com o tradicional, “AMAMOS VOCÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊSSSSSSSSSSSS” em b. Termino com a frase que digo aos meus alunos pra levarem para vida: Educação – Respeito – Organização e Responsabilidade.
Abraço a todos!