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segunda-feira, 17 de junho de 2013

As 20 Questões - Gibran Sirena


1- Quem é o Gibran?

      Gibran é um cara de gosta de música e de vídeos, que quer fazer tudo ao mesmo tempo mas a física do espaço-tempo não deixa, acarretando em fortes crises de ansiedade, mentira, nada que um café não resolva.

Gibran, o pequeno gênio
2- Você poderia nos contar um pouco sobre seu período da banda Stalley?

      Stalley começou com uma brincadeira minha, do Léo Peixoto e o Diego Scherer (2 Picles) se não me engano, era pra ser uma banda de improviso, mas com 15 anos, obviamente não tínhamos capacidade para isso. Acho que hoje definiria como um diálogo musical com meus amigos.

      Não sei em que momento o Léo apareceu com as letras, foi ai que apareceu o Victor Morais e o Lucas "Hands" Louzada, foi o momento mais divertido musicalmente, com as composições do Léo e com as minhas percussões e opiniões nos arranjos.

      Depois começamos a nos "qualificar" hahah, com a entrada do Henrique "Tramba" Dopke e do Vinícius "Vinai" Medina, grandes amigos e grandes músicos, daí a coisa começou a ficar mais complexa! Metal melódico e pá, ganhamos uns prêmios, foi um ótimo aprendizado, mas a diversão musical pra mim já não era tanta - daí acabou a paixão hehehe.

3- Como surgiu a ideia do funk do Mortal Kombat?

      Eu não sei como a mente do Léo Peixoto trabalha, mas certamente foi algum trauma, alguma coisa. Ele ta estudando psicologia, mas não ta adiantando muito. Novo projeto dele está ainda mais pirado.


4- Seu personagem favorito era realmente o Sub-Zero?

      Vou te falar que não era muito bom em Mortal Kombat, e como não sou um bom perdedor, evitava de jogar hahahaha

5- Do que se trata o Coletivo Banho Maria?

      É uma galera ai, colegas, quase todos formados em Comunicação Social que tem seus trampos freelas. A ideia é unir forças - pra que? ainda não sei - mas esse é o legal do coletivo, cada um com sua cabeça não temos como calcular o que vai acontecer hehehe. [Merchan] Mais informações no site banhomaria.cc [/Merchan]

6- Conte nos um pouco sobre o programa "Sessões de Canto"

      Então, eu sou consumidor assíduo do youtube, esses dias fui ver, estou inscrito em mais de 360 canais heheh. E metade deles praticamente, musicais, de bandas ou gravadoras ou rádios. E como eu não consigo somente apreciar eu também precisava fazer.

      Fiz um programa piloto com a vocalista Gabriela Kopp (Dom Quixote de la Mancha), e curti muito e o pessoal também! Daí me empolguei! Fui pro Paraguai fazer compras, já peguei uma placa de som nova hahah.

      A intenção é fazer cada vez mais. Por enquanto a maioria são covers, mas gostaria mesmo de focar em músicas próprias com a gurizada criativa da região.

      Pra rolar uma troca de ideias e registrar esse material com o equipamento que temos disponível aqui no coletivo (sem custo!! hehehe).

      Quem estiver interessado pode acessar os programas no canal www.youtube.com/estudiobanhomaria e fica o CONVITE totalmente aberto pra gurizada que ta compondo ou trazendo versões legais de músicas covers.

      Pode entrar em contato pelo email gibran@banhomaria.cc ou no www.facebook.com/gibransirena

7- E o Funk do Dragon Ball vai sair?

      É. Um projeto simples, mas tudo que seja relacionado com audiovisual, é trabalhoso heheh. Estacamos nas imagens dos episódios, precisa fazer uma grande pesquisa das centenas de episódios, baixar, converter, editar. É como é um projeto sem orçamento, ele fica em segundo plano, sendo assim, quase estagnado por que sempre arranjo alguma coisa pra fazer, tipo, sei la, 20 questões, sabe como é. hahaha. Mas a música ta pronta.
Mesmo com essa cara de louco viciado em ácidos, Gibran , é um garoto que diz, não as drogas
8- Conte nos sobre seu novo projeto musical.

      Um novo velho projeto, no caso heheh. Depois de tocar na Ebulição, roquen rou furioso, comecei a conversar com o Tiago Campos (ex-cabeludo) sobre um projeto de sons próprios, ele integrou a Grace Bender amiga dele de longa data. Deu muito certo musicalmente, todos estávamos com ideias pós rock, cabeça aberta, fizemos 2 shows 2011 como Killing Dee Dee, mas realmente a organização não era o nosso forte!

      Então esse ano, ninguém mais aguentava ficar longe da música e resolvemos voltar, a Grace voltou com um projeto solo e o Tiago com uma guitarra nova heheh. Já marcamos show com o Johannes, e foi uma correria pra definir o novo formato. Mas no fim pra não ficar sobrecarregado, larguei da batera e fiquei focado nos códigos binários. Mudamos a grafia pra K.LNG DEE.D e outras piras piradas. Videos em: youtube.com/killingdeedee hahah

Killing Dee Dee
9- E como foi sua passagem pela banda Ebulição?

      Foi massa, matou minha sede rock roll da seca depois da Stalley, os guris tocam muito. Eu era fã antes de entrar na banda, primeira banda da região que vi tirar Queens Of The Stone Age. Fizemos um ou dois show como Phonocastle. Foi bem hardcore, curti.

10- Não sente vontade de produzir um EP, um disco ou algo assim?

      Muito, mas tenho pouco conhecimento dos processos, principalmente o pós-disco. E é isso que me intriga, o desconhecido. Estou buscando informações, tentando enxergar a música como um produto feita por uma empresa que seria a banda ou o artista. Se algum produtor estiver lendo isso, entre em contato!
Nos tempos de No Fear. Com a cara, que mais parecia um Choquito, cheio de espinhas
11- O que seria uma formação de banda dos sonhos pra ti?

      Não sei, tendo o Dave Grohl e o Josh Homme já ta de bom tamanho. Quem sabe o Chris Cornell no vocal e o falecido Ray Manzarek nos baixos/teclados.

      E o Skrillex nos efeitos, hahah, nah, brincadeira gente, não se ofendam.

12- Dos tempos de Stalley, o que mudou na cena rock da cidade?

      Mudou que eu não acompanho mais tanto heheh, capaz, acho que se perderam alguns espaços, fora o épico Vitrolão, também alguns circuitos, festivais.

      Mas to sentindo que está começando a voltar esses espaços, rolou o Rock na Pista esses dias ali na praça da estação férrea old school heheh.

      E sinto que os estilos ampliaram, um bom exemplo é a gurizada da Lusco Fusco com o samba rock, não posso afirmar que nunca existiu, mas com o bom gosto dos guris, acho difícil. Os guris da Sul Rebel também tão fazendo um som loco. Os guris da Back2Beat produzindo psytrance ou até os sons mais trabalhados violão e voz do muso Jaeger. Espero que daqui pra frente a cena abra mais espaço pra bandas/artistas de músicas próprias. Eu saio pra ver bandas covers, mas não mais com a mesma animação de antigamente. Agora se é som próprio, daí nem se compara minha empolgação. Pra ser mais cruel e polêmico, se é pra executar covers, prefiro mp3 hahahah (se o Top for um "bom" jornalista, ele colocaria essa frase entre aspas bem destacada, isso vende)

      Mas isso é muito da minha percepção, pode ser que essas coisas aconteciam também antigamente, mas eu não dava ouvidos... provavelmente hehehe

13- E o seu projeto Mystic Rainbow Project?

      Bah, isso me pegou de surpresa, eu gosto de desafios, mas não imaginei que iria dar tão certo. A Grace veio com umas ideias folk, chill, ou seja, nada que eu escute hahah. Mas começamos a trabalhar, e a cada som a coisa se transforma. Demos uma pausa pra tocar os sons com a K.LNG DEE.D

14 - O que você acha do Daft Punk? (acho que é assim nome)

      Hahaha acertou em cheio, e bah, essa banda/projeto foi muito importante pra mim. Foi o que abriu minha mente pra música eletrônica, eu já curtia claro, mas não entendia muito bem, na maioria das vezes achava meio bobo, repetitivo.

      Até já tinha escutado daft punk nos clipes anime que passavam no Jetix/FoxKids sei la. Mas quando parei pra escutar depois de crescido, ficava muito intrigado com os timbres, eu já identificava a maioria dos elementos em musicas rock (guitarra, baixo, bateria, teclado, efeitos), mas aqueles sons eu não conseguia decifrar nada!

      Ouvi incessantemente a discografia deles, foi a minha escola (e de muita gente pelo que sei). Não tava ligado o que era realmente remix, o que era sample, drum machine, sintetizador, vocoder. Hoje é uma realização pra mim, ouvir alguma música eletrônica e saber como os caras fazem, identificar o que é sample de uma musica o que foi realmente gravado, que efeito foi usado. Entender a linguagem, em geral, poder apreciar diferentes estilos sem enlouquecer com as repetições heheh.

15- Gosta de rap?  Não acha que o Vanilla Ice é muito melhor que o Eminem?

      Bah, não posso opinar, não conheço muito de rap. Até aprecio alguma coisa do Beastie Boys, Cypress Hill e esses artistas brasileiros novos, Emicida, Pentagono.

Gibran é juvenil e desconhece Vanilla Ice
16- De que forma o rock n roll esta ligado com a religião?

      Uma legião de fanáticos?

17 - O que você achou do livro "Um rockeiro no além"?

      hahaha nossa, nem lembrava desse livro.

      Eu nunca leio livros, mas esse li até o final, é divertido. É um livro psicografado, mas se tratando de um romance, acredito que o espírito enfeitou algumas coisas como qualquer bom escritor ou roteirista hehe.

      Mas se é realidade ou não, é uma metáfora bem legal desse sistema espiritual, a doutrina espírita traz muita lógica pra mim.

E ele achou que  poderia voar...
18 - Qual o maior problema da nossa cena rock?

      Espaço talvez? Público? Qualidade das bandas? Não sei, não consigo identificar um problema específica, nem sei se diria que HÁ um problema.

      Mas pras coisas girarem elas tem que estar em harmonia.

      Um problema, ou melhor, uma condição talvez seja que o público rock é muito exigente e pouco rock'n roll. Até as patricinha sertaneja saem no frio, bebem pra caralho, não ficam reclamando do preço da copa, não curtem todos os sons mas se divertem na maioria, transam e acordam cedo outro dia pra trabalhar, hahah... não sei se é verdade, interpretem como uma metáfora.

Gibran e Bruna, de férias na Bahia, aproveitaram para gravar cenas do filme, Axé Devasso 
19 - Qual seu projeto mais ambicioso?

      É um projeto secreto musical, no qual, seria secreto obviamente, de proporções mundiais, sem revelar minha identidade. E que talvez já esteja acontecendo, quem sabe!

Gibran diz: Que delícia, Ovo Maltino aqui na praia, oba!
20- Gibran, deixe suas considerações finais e me responde. Você achou mesmo que ficou parecido com o Jonny Lee Miller" Zero Cool" do filme Hackers, quando você pintou seu cabelo de loiro cajú?

      Hahahaha acho que sim! Porque custou caro! E também recebi um scrap da Angelina Jolie com um emoticon, não deve ter sido por acaso.

      Eu adoro esse filme, Prodigy de trilha sonora, Angelina Jolie cyberpunk, o Sick Boy do Trainspotting de protagonista, patins inline e é claro, hackers! Recomendo.

Zero Cool, seria o alter-ego de Gibran Sirena?

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Rei dos Gigs - Grupo 10


     Sem muita enrolação, lhes trago as bandas do grupo 10. Só lembro a quem ainda não nos segue no twitter (@blogvales) e facebook, que estão dando mole e vão perder umas barbadinhas por lá.

    Post feito com grande ajuda do Igo Kampf e do Top Gun Rocker (é muito nome...).

 

      The Sharks


      A The Sharks é uma banda "das antigas", de Santa Cruz do Sul. Como acontece com essas bandas, a web não fornece muitas informações, e não conseguimos contato com os integrantes à tempo de maiores esclarecimentos, então vai pela memória dos meus colegas aqui do blog. A banda tocava ali pela virada do século e milênio (vi um tópico do orkut, que ainda funciona (!) onde se falava de um show deles em um circuito de bandas do colégio Mauá em 2002). Tocavam basicamente Pop/Punk, e um de seus integrantes participou posteriormente da Toma!, não sei dizer quem porque o autor das informações consta lá como "anônimo". Estamos tentando contato com a banda, e assim que tivermos maiores detalhes, atualizamos.

    The Sharks era: Digo - Vocal, Lemão - guitarra, Paulinho - Baixo, Faio - Bateria;

     

   


      Stifler's Band



     A Stifler's Band foi a banda oficial do grupo Stiflers Santa Cruz, que propôs a fazer um rock simples e bêbado, tocando músicas clássicas que os integrantes curtiam. Eles se diferenciavam por não serem apenas formados por 4 ou 5 integrantes, mas por todos do grupo e quem mais quisesse participar. Os shows sempre foram regados a muito álcool e diversão. Com os covers de Deep Purple, Black Sabbath, Metallica e Matanza a banda conseguia agitar o público de maneira única. A música própria, Dreher Song, ficou bem conhecida e seu refrão era cantado por todos nas apresentações.


 Formação básica:

      Léo - Vocal e guitarra

     Chester - Guitarra

     Smigol - Baixo

     Igo - Bateria (primeira parte do show)

     Fre - Bateria (segunda parte do show





      Rotten Filthy


     Banda de Cachoeira do Sul, que inclusive tocou por estas bandas no último dia 10/02, faz um trash metal (com pitadas de hard core) de qualidade, com um repertório cheio de composições próprias, e influência de Pantera, Sepultura, Slayer, Machine Head e Annihilator.


     A Rotten Filthy é: Douglas "Maniac" - Vocais/guitarra, Alex "Hunter" - Baixo, "A-lex" Mentz' - Guitarra e Guilherme "Machine" na bateria.




   


     




Ebulição


     Banda que marcou o público da região pela qualidade, e pelos covers que tocavam, com um certo pioneirismo por aqui, como Muse, por exemplo. Fazendo covers de Audioslave, Queens Of The Stone Age, Pearl Jam e outros sons marcantes dos anos 90 e alguns mais atuais, como Muse e Franz Ferdinand, fizeram grandes apresentações por estas bandas.

    A Ebulição era: Farinha - Vocais, Thiago - Guitarra, Tiago Campos - Baixo, e Tazz - Bateria.








  


      Midnight


     Banda de Santa Cruz do Sul, que agitou os palcos undergrounds e os festivais dos colégios da cidade no ano de 2006. O repertório abrangia basicamente heavy metal, com Black Sabbath e Iron Maiden como carros-chefe do set list. Tocavam N.I.B, Paranoid, Iron Man, 2 Minutes to Midnight, The Trooper e Fear Of The Dark, entre outros clássicos.

    Midnight era: Igor - vocal; Fernando e Alemão - guitarras, Josemar - baixo, e Cristiano Silva - bateria;





   No Fear


    Formada em 2002,  a No Fear era uma banda de hard rock com influências dos anos 70 e 80. No seu repertório constavam Guns N' Roses, Skid Row, Golpe de Estado e outros representantes do gênero, além da própria, Pecado Capital. "Fizeram shows em várias cidades do Vale do Rio Pardo e Taquari, participando de vários festivais e circuitos de bandas. A banda esteve em atividade por 4 anos e meio (!), encerrando suas atividades em 2006.

   Primeira formação: Leonardo Schwengber - Vocal/guitarra;
                                Leonardo Peixoto - Vocal/guitarra;
                                Henrique Dopke - Back Vocal/baixo;
                                Gibran Sirena - Back Vocal/ Bateria

 Segunda formação: Leonardo Schwengber - Vocal/guitarra;
                               Henrique Dopke - Back Vocal/baixo;
                               Guilherme Peixoto - Bateria


    Spasmo
    

    Banda santa-cruzense de New Punk e Hardcore, mais uma banda "das antigas", que andou subindo nos palcos da regíão no começo dos anos 2000, não encontrei as datas corretas, mas pelas suas fotos no Luiz Dourado, tenho certeza que foi antes de 2007. A Spasmo tinha composições próprias, e tocou em vários palcos do estado, inclusive no Festival Novos Talentos, no Opinião, em 2006.


   A banda era: Kevedo - Vocal/guitarra, Rafa - Baixo/vocal, e Andi - Bateria;
   http://palcomp3.com/spasmo/
  spasmo.zip.net/




   

  


  Xadurex



  Banda santa-cruzense de punk rock, influenciados basicamente por Ramones e os seus derivados, com destaque para Tequila Baby como influência local. "As nossas músicas falam das nossas próprias vidas, das besteiras e das coisas engraçadas que acontecem no dia a dia (e são muitas...).

    Xadurex participou do Palco Livre tocando Ramones, e até onde pude apurar esteve ativa até 2006 (é isso?). A banda era: Marco, Maicon, Daniel e Douglas.




    http://palcomp3.com/xadurex
    http://som13.com.br/xadurex