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terça-feira, 31 de julho de 2012

Guitar Legend - A Final

    Com um certo atraso, porque estava em Santa Cruz, onde não dispunha de meios pra "upar" os vídeos que havia feito, venho comentar o grande evento que foi a final do Guitar Legend. Apesar de os resultado oficial já ter saído nos meios de comunicação, aqui a conversa é de roqueiro pra roqueiro, e aí o feeling é diferente.

    Já havia dito isso em outra ocasião, mas acho necessário repetir, e falar mais uma vez que o Guitar Legend é uma grande idéia, e abre caminhos para muita gente que simplesmente não tem onde mostrar seu talento ou que tem pouco espaço para isso em uma banda. Também abre espaço para um público um tanto órfão na cidade, que é aquele que gosta de música instrumental. Porto Alegre tem bares onde noites são dedicadas para isso, Caxias do Sul será palco de um evento voltado apenas para baixistas nos próximos dias, e até hoje, em Santa Cruz do Sul, isso havia sido tratado como algo insignificante. Pois não é que a música instrumental acabou nos proporcionando um espetáculo que surpreendeu até mesmo os organizadores do evento?! O nível técnico foi algo incrível, tivemos na final, e nas semi-finais, guitarristas excelentes, e alguns creio eu, apenas não passaram por terem escolhido músicas que não lhes foram favoráveis.

     O fato foi que a sexta feira, 13 de julho, foi uma noite histórica para o rock santa-cruzense, e que ao tudo indica, vai se repetir, o que me deixa muito feliz. Nas matérias que fizemos anteriormente, comentamos o desempenho de cada um dos candidatos, e dessa vez acho que é melhor deixar apenas os vídeos, deixando a cargo de vocês concordarem ou não com a decisão do júri. Também chamo atenção ao fato de que a ordem dos candidatos saiu de forma equivocado no anúncio feito logo após o concurso, e em compensação pelo engano, os candidatos receberam os prêmios da sua posição correta, e da divulgada errôneamente.

    Tivemos apresentações bem distintas, no que tange ao estilo, tendo desde os músicos que visaram mais a velocidade e técnicas complexas, assim como outros que se focaram mais no ritmo do blues, e abusaram em por "sentimento" nas suas músicas. Me limitando a dar a minha opinião apenas sobre o vencedor, acho que o Rafael foi o mais completo, apresentou uma composição onde fez uso tanto de cadência e bases quanto de "fritação" e técnicas mais arrojadas. Acho que por demonstrar ser um guitarrista bom em todos os quesitos, ele acabou levando o Guitar Legend.

    Mas vamos lá, vamos ao que interessa, e rever, e para quem comeu mosca e ficou em casa, ou pra quem não pode comparecer, ver a performance dos candidatos na final:

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Conheça os Finalistas do Guitar Legend!


É amanhã. A final do Guitar Legend se dará amanhã, no Dia Mundial do Rock, em uma sexta-feira 13 e seguida de um show da Rosa Tattooada. Eu acho que já é motivo de sobra pra aparecer por lá, mas se tu ainda não conheces os finalistas, ou até simplesmente está um pouco por fora do que vai acontecer, nós vamos explicar essa chalaça toda.

Acompanhamos todas as eliminatórias, sendo o Douglas Martins (Top Gun), membro da organização, e portanto, presente nas 3 eliminatórias. O Igo Kampf também se fez presente na última eliminatória, e eu (Marcio Nicknig), assisti a segunda eliminatória. Nossa intenção é comentar um pouco do que vimos sobre cada um dos candidatos. Portanto, se gostar do que ler e ver, chegue cedo, e prestigie essa grande evento, que começa às 21 horas!
        Sim, começa cedo, se programe!

Então, vamos aos finalistas:

 - Rafael Sehn





Douglas Martins: Bluseiro nato, consegue unir o felling com a técnica beirando o virtuosismo.


- Everton Agnes




Douglas Martins: Sweeps, Tappingg... Vamos ver o que o experiente guitarrista preparou para a grande final.



- Nando Kist




Douglas Martins: O Steve Vai gaúcho, o cara tocou nota por nota perfeitamente a musica Building the Church.

Marcio Nicknig: Tocando Steve Vai, na sua primeira música (não é a mesma do vídeo), teve a chance de mostrar sua abilidade, com tapping e slides precisos, e fazendo o que é muito difícil nesse estilo de tocar, que é manter feeling e cadência na música. Gostei muito, pra mim, é um fortíssimo candidato.



- Thiago Reckziegel



Douglas Martins: Arrisco-me a dizer, mas foi o mais criativo de todos.

Marcio Nicknig: Técnica já bastante conhecida pelas bandas da região que ele já tocou. O maior diferencial do Thiago, na minha opinião, é o seu estilo, que se diferencia dos outros candidatos, pelos efeitos que busca em seu som, improvisando com acordes que fogem ao “lugar comum” (muitas aspas aqui), que muitas vezes se cai na música instrumental.

- Alan Rossi


Douglas Martins: O incendiário e sua Jackson furiosa com o braço escalopado, esse promete uma grande desempenho.


       Marcio Nicknig: Alan me surpreendeu, primeiramente, pela sua linda Jackson, que logo revelou que é fã do Stryper. Quando ele começou a tocá-la, aí meu queixo caiu mesmo. Grande velocidade, tapping fantástico. Não sou um grande conhecedor de música, nem perto disso, mas a qualidade de Alan era visível a qualquer leigo.



- Jonathas Gauciniski






Igo Kampf: Começou de forma simples, com um blues do mestre Stevie Ray Vaughan. Mary Had A Little Lamb foi perfeita, mas era só um aquecimento. Na segunda música ele mandou uma própria que foi boa demais! Vejam vocês mesmo no vídeo! Detalhe: Jô está na final e vai tocar amanhã na Legend. Não deixem de ir ver esse grande momento.


             Douglas Martins: Será que ele vai estrear a Gibson na final?