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segunda-feira, 4 de junho de 2012

Bad Apple - II

       Hoje, mais uma vez meio sem tempo, meio empolgado e com muita, muita coisa a fazer, escrever e estudar, passo por aqui para o blá blá blá semanal.


                            
        Sexta-feira passada, quem não assistiu ao Globo Repórter e foi pra Sunset, teve uma noite muito insana. Vou fazer um review durante a semana, mas já adianto que o power trio que fez o Motörhead Cover deu um showzaço, foi demais, uma ótimo aquecimento pro show eclético da Embryo, que tocou alguns sons que eu não lembrava mais que eles tocavam, como Skid Row, por exemplo. Noite fria, mas lá dentro ferveu.

        Saiu o primeiro clipe do Gotthard, com o seu novo vocalista, Nic Maeder. O Gotthard é uma banda de hard rock, formada na Suiça em 1989, e desde seu primeiro disco (lançado em 92), seguem a linha clássica do estilo, e como surgiu no apogeu do Hard Rock, nunca fez muito sucesso, até que a partir dos anos 2000, com um movimento muito forte no norte da Europa, o hard por lá ressurgiu, e aí sim, a banda estourou, e seus ótimos discos começaram a figurar nas paradas. O fato é que em 2010, no auge da história da banda, ainda colhendo os frutos de um CD/DVD ao vivo, incrível, gravado na turnê do álbum Lipservice, chamado Made In Switzerland, o vocalista Steve Lee morreu em um acidente de moto muito bizarro, nos EUA. Como a banda trabalhava em novas músicas, a banda ficou num estado litérgico por mais de um ano, até anunciar seu novo vocalista, e prosseguir com seu trabalho.

      A páginaoficial da banda traz um making off de cada faixa, e o recente clipe lançado. Apesar de não achar esse novo disco um trabalho no mesmo nível dos anteriores, ainda é um dos melhores feitos atualmente no hard rock europeu, e a sua maior qualidade é que é hard rock, não sleaze rock (um hard andrógeno que usa de poodles como peruca, e que eu não curto muito, tirando o Crashdiet). Essa e algumas outras bandas são exemplos de que não só de passado e de dinossauros vive que gosta do estilo.

     Gotthard com Steve Lee:
 

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Bad Apple - I

    Olá! (Eu sou o Goku, só que não)

    Estamos, como podem ver, tentando ir um pouco além de só ser um alto falante daquilo que chega até nós, ou dos eventos que pedem nossa ajuda na divulgação. Acho que eu posso mais, que nossa equipe de amigos daqui pode mais. E seguindo esse pensamento, chegou a minha vez de escrever a minha "coluna".
   
    Home Studio:

Home Studio da Phator RH
   Alguns dias atrás me deparei com uma matéria/relato/documentário muito legal, e acho que vem muito à calhar pra quem está a fim de começar a fazer um trabalho mais sério com sua música. É fato notório que ter um meio de divulgação eficaz, um perfil (ou algo semelhante) sempre atualizado e com produção de material constante (não precisa ser em alto ritmo, mas sim constante) é um diferencial enorme para uma banda. Já comentei aqui, e pretendo abordar mais esse assunto, que apesar de muita gente se esforçar em prol de sua banda de garagem, não conseguem passar disso, uma banda de garagem, mas ambicionam terem seu status elevado, querem um dia ganhar um bom cachê para tocar, gravar um disco, tocar em alguma rádio, ou fazer uma turnê por aí, lotada. Possível, claro que é, depende da música, mas também depende muito da produção em torno da banda. Não pode-se esperar ser levado à sério e pagar de artista, se a banda peca na sua divulgação, atrasa os horários marcados, chega para tocar sem equipamento, enfim, me vêem tantas coisas que já vi por aí de bandas "conceituadas" da região, que me falta espaço em um texto só. Um pouco disso já comentei tempos atrás quando conversei com a gurizada da Devilcrusher, que além de fazer um som que me agrada bastante, é perfeita nesse jogo feito fora do palco, que é a produção. Veja mais aqui.