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segunda-feira, 16 de julho de 2012

My Bad Apple VI

Os efeitos colaterais de um fim de semana perfeito ainda me perseguem, e até me deixam um pouco sem saber o que escrever, mas isso passa longe da falta de assunto, alías, é o contrário, é um excesso de assuntos.

Sexta-feira, o dia mundial do rock foi incrível na cidade. Houveram duas ótimas festas, e acho que todas elas valeram muito, e devem ter honrado muito a data. Eu estive na Legend, presenciando a final do Guitar Legend e o show da Rosa Tattooada, que ainda serão temas de outro texto específico. O Dilson prestigiou os shows na Sunset, onde Boa Noite Cinder, Porunspilla e Frente e Verso, acredito eu, quebraram tudo, como sempre fazem, e também serão assunto aqui durante a semana.

Voltando à minha praia... Sou obrigado a comentar o novo disco do Hellyeah (pode não ser o primeiro da lista), que já foi tema do “Te Liga NesseSom”, e veio com um petardo espetacular, que lembra demais o Pantera dos bons tempos, com todos os prós e contras que isso acarreta. Também estou muito, muito ansioso pelo novo disco do Lynyrd Skynyrd, cujo primeiro single me agradou bastante e também vale muito dar uma conferida. 
A propósito, tem uma galera aí numas pilhas country-southern últimos tempos que tá dando gosto de ver, e sei de gente pilhada pra montar uma banda, o que seria algo, pelo menos pra mim, fantástico. Mas eu quero ver  mandarem isso aqui, aí fica massa.

Por fim, queria dar um destaque à festa que se dará na próxima sexta-feira, na Sunset, onde a Diatribe, a Sick Nation, a Sequella, e a Deaf Kids (vinda do Rio de Janeiro), além darem seu “baile” já característico, com um punk/hardcore de respeito, e principalmente no caso da Diatribe, com uma temática social e uma mensagem repleta de conteúdo em suas letras, traz algumas coisas que ainda não vi por aqui em eventos de rock. Haverá um debate antes do show, onde o tema é “A arte marginal”. Acho que se pode esperar uma roda de conversa e debate sobre toda a arte, seja musical, plástica, ou de qualquer outra natureza, calcada na cultura do “faça você mesmo”. Acho uma atitude muito legal, e importante, tanto pelo ineditismo, tanto por oficializar conversas que ocorriam nos eventos quando o assunto ficava mais “cabeça”, e algumas delas até eu participei. Juntamente a isso, ocorre o lançamento de um livro, o “Câmera Lenta”, de Cristiano Onofre.


Mais informações, no eventodo facebook, e nos links abaixo.

terça-feira, 13 de março de 2012

Te Liga Nesse Som - Hellyeah


      Já disse por aqui em alguma matéria, que o country e o southernrock figuram na minha estante de discos no mesmo patamar do hard rock e do heavy metal, e não é difícil de imaginar que qualquer mistura dos estilos citados atrai minha curiosidade. Foi assim, numa belo fim de semana, entre um exercício de química analítica e outro de eletricidade/instrumentação, ao dar uma ratiada pelo youtube, que me daparei com o Hellyeah, um grupo texano que reúne o heavy metal com o southernrock, como havia de ser em uma boa banda de rock texana, de uma maneira que me chamou muita atenção.



      No fim dos anos 90, início dos anos 2000, tivemos o surgimento de vários “supergrupos”, e dessa época os que mais me marcaram foram o Velvet Revolver, com aquela mistura inusitada de ex-membros do Guns N’ Roses, Wasted Youth e Stone Temple Pilots, e o Audioslave, que do Rage Against The Machine e Soundgarden criou uma nova identidade musical que até hoje deixa saudade. Na mesma época Chad Gray e Greg Tribbett, do Mudvayne, Tom Maxwell, do Nothingface, Bob Zilla do Damageplan e Vinnie Paul, ex-baterista do Pantera, resolveram montar o seu supergrupo (não tão "super" quanto os outros citados, mas a a situação era a mesma), porém, por conta de turnês de suas bandas, o projeto foi sendo adiado, até que em 2007 eles resolveram por a mão na massa, e em menos de 1 mês, gravando no estúdio pessoal do amigo Dimebag Barell, finalizaram o primeiro disco, auto-intitulado, na época ainda com Jerry Montano no baixo, que só ao sair no fim daquele ano, deu lugar à Bob Zilla.



O álbum conseguiu algum sucesso, entrando na Billboard 200 e recebendo boas críticas, e rendendo ótimos clipes, que seguem após o texto. Analisando a origem dos músicos envolvidos, nota-se claramente a intenção de incluir uma sonoridade sulista nas composições, e acho que eles fazem isso com maestria, e passando ao peso do trash metal nos devidos momentos, se tornam uma ótima banda para ouvir enquanto se toma um Jack Daniel’s... acreditem, eu testei. A banda lançou recentemente um novo trabalho, Stampede, que não achei superior ao primeiro, mas que mantém um bom nível dentro da proposta da banda.

Fica aí a dica de mais uma boa banda, na minha opinião, e que não sei como conseguir seu material http://www.heavymetalcenter.net/2011/05/hellyeah-discografia-completa-download.html