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segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Por Onde Anda - Leonardo Schwengber


Nome: Leonardo Schwengber

Quais bandas fez parte: No Fear e Moondog (a ultima em 2006)

Por Qual motivo abandonou: As bandas acabavam por que alguém saía. Com o tempo cansei um pouco de começar do zero toda a vez. Comecei a me dedicar a outras coisas e ouvir outras coisas também.

Pensa em voltar algum dia: Nunca diga nunca. Quem sabe um dia! Agora acho que não, no máximo participações. É que gosto de muita coisa pra me prender em algo muito estiloso no momento.

No que esta se dedicando: Na música, faço coisas pra mim mesmo que as vezes divulgo. Estou em um projeto social ensinando percussão nos finais de semana. Estou fazendo a direção musical de um curta sobre os 90 anos da Sociedade Cultural e Beneficente União (ligada ao carnaval).

Sente saudades: De cantar em festas e festivais do rock.

O que mudou na cena: To meio por fora sobre as bandas da cidade. Mas lembro de gostar de ver as bandas que tocavam metal melódico e power metal, acho que a maioria não existe mais e acho que as pessoas perderam um pouco o interesse por esse som. Posso estar falando bobagem. Quando eu frequentava as festas de rock também existiam mais festivais na cidade, que aconteciam nos mais variados lugares. As vezes rolava algo de porte maior também.

Que ano começou a tocar: Guitarra, aos 11 anos

Qual a maior roubada que se meteu: Tocar em uma festa com a Stalley no Strike de improviso. O vocalista teve algum problema, eu estava na festa e me chamaram! Mas nem foi roubada, foi legal. O único problema foi que inventei a letra de algumas músicas e riram de mim depois por causa disso depois.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Por onde anda - Marco Antonio"DRU" de Oliveira

Nome: Marco Antonio de Oliveira, vulgo DRU

Quais bandas fez parte:
SNOWBLIND (1996-2001): Só rockão antigo (Led, Purple, Hendrix, Sabbath, etc). Essa foi a primeira, power trio furioso (parafraseando o grande Mauro Ullrich), compramos os instrumentos e começamos a estudar música juntos, ensaiávamos 3 dias por semana, ganhamos alguns circuitos de bandas locais, ainda muito jovens. Eramos bem respeitados na cena local.

ONE WAY(1999-2000): Pop rock bem comercial (TNT, Capital, etc), era uma banda que “tinha onde tocar”, tinha gente pra correr atrás, chegamos a tocar em lugares badalados do estado, gravamos alguma coisa, mais infelizmente não vingou.

JACK FLASH (2001): Rock alternativo com vocal feminino (Alanis, Concrete Blonde, etc), durou pouco tempo, fez meia dúzia de apresentações mas foi interessante.

SÍNDROME: (2002-2003): Pop mais “pesadinho” (Creed, Nickelback,etc). Eu via muito futuro nessa banda, já começou grande, com produtor, etc, Mas com o tempo vimos que a coisa não era bem assim.

Por qual motivo abandonou:
Para “ganhar a vida” na música em bandas de baile e aulas. Me mudei de cidade também na época, o que inviabilizou ainda mais tocar com a galera, mesmo que “sem compromisso”.

Pensa em voltar algum dia:
Só se for uma reunião casual e em prol de ajudar alguém que precise muito, seja de dinheiro ou simplesmente do apoio dos amigos com alguma dificuldade na vida. Digo isso, porque o contexto de vida que vivo hoje é muito diferente e não me sinto mais a vontade em lugares que antigamente eu “amava” estar, não tem nada a ver com “ser proibido” como muitos pensam, e muito menos “preconceito”, é uma escolha pessoal.

No que esta se dedicando:
Dou aulas de música, trabalho numa loja de instrumentos, produzo alguns arranjos, tenho uma banda de rock gospel com amigos da minha igreja, na qual desenvolvemos basicamente trabalhos autorais (banda VIDE – ex Plenitude). Desenvolvo um trabalho musical como líder de louvor da Convenção Batista Pioneira do Brasil, isso em várias cidades diferentes,  também toco aos domingos nos cultos da igreja. Ainda, sou marido e pai de dois filhos e isso exige muuuita dedicação.

Sente saudades:
Das pessoas, sem dúvida. E muita saudade mesmo.

O que mudou na cena:
Confesso que estou meio por fora do que está acontecendo, mas pelo que vejo hoje as bandas, mesmo tocando um som “não comercial”, têm lugares para tocar que não sejam concurso de banda (Legend, Sunset,etc). Acho isso positivo, porque incentiva a cena roqueira, e tiro meu chapéu aos proprietários desses estabelecimentos.

Que ano começou a tocar:
Em 1996, junto com meu primo Herom (batera) e o vizinho dele, Chico (baixo e vocal).

Qual a maior roubada que se meteu:
Honestamente... foram tantas que nem consigo citar aqui, mas as piores sempre foram as que eu bebia demais e acabava me ralando e ralando outras pessoas também, dessas eu realmente me arrependo. Mas situações engraçadas tiveram muitas, como um lambari recém pescado dentro de um copo de cachaça, viajar numa Kombi furgão sentado em cadeiras de praia, eu conversando com um motor de um carro, etc.

terça-feira, 23 de julho de 2013

Por onde anda - Tiago Wachholz


Nome: Tiago Wachholz
O Poderoso Tiago

Quais bandas fez parte:
Poison Apples
Wild Rose/Ace Jester
Bigorna Blues 
Radio Source

Por Qual motivo abandonou:

      Na verdade, nunca abandonei, exceto em uma ocasião em que eu era muito "verde" e não sabia cantar nada e fui "saído" da banda, mas depois de um tempo refletindo, eu entendi as razões dos caras na época e estamos de boa novamente.

Ace Jaster
      No entanto, tirando aquela vez, muitas vezes alguns integrantes iam e vinham, outros não voltavam, ou até mesmo, acharam outras bandas em que se desenvolveram melhor, como é o exemplo do Machadada na DOZEDURO.

      Por isso, acredito que eu não abandonava, só não achava alguma banda com segmento linear onde todos integrantes queriam tocar a mesma coisa.

Pensa em voltar algum dia:

      CLARO! Todo o tempo. Fico olhando as indumentárias que usava nos shows, dobradas dentro do armário, e quase choro, HEHEHE.

      Brincadeiras a parte, nunca penso em parar, sendo que juntamente com mais uns caras, estamos tentando refazer uma banda e voltar a ativa pra fazer um agito legal pela região.

No que esta se dedicando:

      Atualmente, como eu disse ali em cima, estamos tentando voltar a tocar um hardão com paudurice, porque, mesmo gostando de heavy metal e outros estilos, as origens falam mais alto.

      Além disso, nos tempos de folga eu toco saxofone na Orquestra Municipal de Venâncio Aires.

Atualmente sente saudades:

      Sinto saudades de tempos simples, em que a gurizada lotava uma topic pra tocar em muquifos sem se importar se ia ou não chegar em casa no outro dia de manhã.

      Vestir roupas estilo glam e hard rock feitas pela tia e acabar com metade delas em cima do palco, sem se incomodar com o fato de estar tocando em um lugar feito pra pagodeiros.

      Arregaçar o volume, tomar um banho de cerveja e ficar indiferente com o fato de não ter retorno nenhum e depois as pessoas dizerem: Que show do caralho, vocês foram demais!

      Quem toca nesse meio "underground" aqui nos Vales sabe do que eu tô falando.


O que mudou na cena:

      Desde a época em que eu comecei a tocar até os dias de hoje, não mudou muita coisa.

      Sinto uma leve enfraquecida no movimento Rock n' Roll, mas nada muito relevante, pois o fato de ter uma banda e sair por aí para se apresentar é bem cíclico.

       Você começa a tocar por aí, alguns começam a desistir, mas sempre chegam pessoas novas querendo formar bandas e apoiar o movimento.

       A única coisa que realmente vejo pouco são as bandas de hard rock que, tirando a Avalanche e poucas outras, são raras. Alguns anos atrás eram muitas.


Que ano começou a tocar:

      Comecei a tocar em 2006, escondido dos meus pais, quem conviveu comigo sabe o que eu passei, hehehe. Até que em 2007 os guris da Wild Rose/Ace Jester me acharam e começamos a fazer um hardão animal. Desde lá, nunca mais pensei em parar.

Qual a maior roubada que se meteu:

      Uma noite a Ace Jester foi fazer um show tributo ao Guns n' Roses no Strike. Seriamos a última banda do festival, sendo que começamos a tocar por volta das duas horas da madruga.

      Durante a apresentação tinha um segurança que ficava passando pelo palco me encarando e fazendo sinal que com o relógio que já estava tarde.

       Então, no meio de "Pretty Tied Up", quando o segurança voltou a repetir os gestos eu comecei a xingar ele e quase acabamos nos atracando em cima do palco enquanto os guris não pararam de tocar.

       Depois do show ele ficou me esperando na saída com um cassetete na mão e para revidar puxei meu pedestal de metal. Por sorte uma galera interviu e não chegamos a entrar em vias de fato.

      Não gostaria de repetir isso.





quarta-feira, 19 de junho de 2013

Por Onde Anda - Arthur Kopp

Nome: Arthur Kopp

Quais bandas fez parte: Fiz parte da banda Caution, que surgiu em 2010 e eu era vocalista. As outras bandas não saíram dos ensaios e acabaram não tocando em nenhum lugar.

Por qual motivo abandonou: A banda era massa tocavamos quase toda semana nos mais diversos lugares. Mas acho que cada um seguiu o estilo musical de seu interesse

O Iven foi pra New Plague, o Seco pra uma banda cover de Ramones, o Nikolas para Rebelados e eu, junto com o Ramon, estamos tentando montar uma banda de rock nacional.

Pensa em voltar algum dia: Bah, certo que penso em voltar, a banda tinha musicas próprias que o pessoal curtia, e os show na maioria das vezes eram bem agitados.

No que esta se dedicando: Estou me dedicando ao trabalho e faculdade, planejando algumas viagens de moto, mas quero voltar a me dedicar a música como antigamente.

Sente saudades: Sinto saudades do começo da banda, quando eramos bem unidos. Muito churrasco, cachaça e shows em lugares bizarros...

O que mudou na cena: Comecei a sair na época do Bodega, mas cheguei a ir no Vitrolão e no Sarrafo. Percebi que a galera de lá pra cá ficou meio desunida. Cada um foi pra um lado.

Eu ia pra praça ou pro posto, que estavam sempre lotados, com uma galera bebendo, tocando violão e cantando.

Que ano começou a tocar: Comecei a tocar primeiramente teclado aos 7 anos depois, com 9, aprendi o violão e, com 15, ganhei minha primeira guitarra e decidi formar uma banda com meu amigo Iven.

Qual a maior roubada que se meteu: Uma vez fomo tocar no FEST MALTA e, como de costume, levamos bastante trago começamos a beber logo de manhã. Lá pelas 21h eu estava podre e fui dormir. Lá pelas 22h vem o Iven gritando:
- Caraaaaa, acordaaa!!! A gente está lá com o pessoal do Acústicos & Valvulados.

Então fui eu bêbado lá para o camarim e, chegando lá, o Rafael Malenotti (vocalista do Acústicos) exclamou:
- Interessante como o vocalista é sempre o mais bêbado.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Por onde anda - Lu de Souza

Nome: Lu de Souza      

Quais bandas fez parte: Houve várias tentativas de estar em uma banda. Inclusive casos em que montei e acabei sem função, como quando reuni o Pablo Gressler, o Bugueira e o Fabio. O que foi hilário, pois eu não sabia nem trocar de acorde sem parar e olhar a posição dos dedos! Mas as que marcaram foram a Top Less, em que fui convidada a tocar, e a Bandoleers, que foi a que permaneceu.

Por Qual motivo abandonou: Mudei para Porto Alegre com o Zequinha, a Carol FK foi pra Caxias com seu Alejandro, a Clau e a Nina estão em Santa Cruz. As mudanças acabaram sendo um complicador para que dessemos continuidade à Bandoleers.

Pensa em voltar algum dia: Sem dúvida! Acredito que todas nós pensemos.

No que esta se dedicando: Quase integralmente à Aviação. Fora isso, trabalho com consultoria no ramo da alimentação, ajudo a cuidar de um ou outro cachorro abandonado que acaba caindo nas nossas mãos. Algumas vezes arranho as cordas da guitarra e vezes raras tento dar uma batucadinha na bateria do Zeca, pra ver se sai alguma coisa.

Sente saudades: MUITA! Pois, além de ter sido uma época boa do caralho, sempre fomos muito mais do que companheiras de banda!

O que mudou na cena: Nunca acompanhei a cena muito de perto, fora nos períodos em que estive em banda, então é complicado opinar a respeito. Mas são outros tempos e conheço poucos que, como o Top, estão sempre tentando fazer essa roda realmente girar através dos anos.

Que ano começou a tocar: Ouvindo Guns N Roses e vendo meu primo sempre tocando violão, resolvi começar a tocar guita em 2001.

Qual a maior roubada que se meteu:

      Nunca fui muito de beber, e dizem que quem não bebe não tem história para contar! =P

    Mas a mais buchinha em que estive foi com o Zeca, no Quilmes Rock em 2012. Depois de horas esperando Joan Jett e Foo Fighters (espera essa que valeu cada minuto) desaba o mundo em um temporal, que infelizmente matou algumas pessoas em Buenos Aires. Acabado o festival, um frio que era uma desgraça, a gente molhado e mal agasalhado, fomos às catas de um táxi... Tcheee, caminhamos por quase duas horas no meio da madrugada até, finalmente, encontrarmos um táxi. Quando sentamos no carro, pula “una chica” para dentro e bate a porta. Oo

      A menina (linda, por sinal) tinha 15 anos, perdeu-se dos amigos, ficou sem dinheiro, documentos ou celular e os pais não sabiam onde ela estava! Resumo da ópera, ela foi conosco até o hotel e dalí pra casa. Longe pacas, pelo que conseguimos entender do inglês com MUITO sotaque, já que nosso portunhol era pior, muuuito pior, do que o sotaque dela.

     Acho que quem se meteu numa roubada naquela noite foi a “chica”! =P

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Por Onde Anda - Regis Crash

Nome: Regis Pereira Crash Da Silva
Regis Crash e Cristiano"Goró"Rocha nos tempos de Lizzard

Quais bandas fez parte: Estricnina (long long time ago... Só os mais bagaceiros conheceram...), Strawberry Crash, Lizzard e Porno Starz...

Por qual motivo abandonou: Não houve um abandono... Poderia estar tocando até hoje, mas tudo tem uma vida útil... hehehe

Na verdade é o seguinte - Estricnina: toquei nessa banda quando eu tinha uns 17 anos, acabou como várias bandas acabam, éramos péssimos (nem nós mesmos nos aguentávamos hahaha) e o uso pesado de drogas por alguns membros comprometeu bastante. O fato de sermos imaturos (inclusive eu) também foi um fator determinante para o fim (mas a amizade continuou).

Strawberry Crash: Considero que essa banda nunca acabou, usando as palavras sábias do meu grande amigo Kako: "Regis, uma banda nunca acaba". Acho que é simples, mas é isso, é verdade. Ano passado fizemos um show pra relembrar e foi legal... Tenho grandes amigos nesta banda que infelizmente carrega um enorme carma... Mas, por mim, tocaria direto... É uma banda de irmãos (que meigo!!!)

Lizzard: Era um projeto muito bacana, o erro foi tentar ser profissional de mais, as vezes acho isso... E acho que os estilos dos integrantes não fechavam muito bem, mas pra falar a verdade, penso que se começássemos a tocar hoje, sem se apegar a covers, iria dar mais certo...

Porno Starz: Olha cara, eu amo essa banda, não sei se acabou (nunca acaba), se deu um tempo, se está em um período de meditação ou se me expulsaram e eu não sei ainda (minha multa rescisória é alta...). Mas, o fato é que a porno é uma daquelas bandas eternas. Seria uma pena se não voltasse à ativa (com ou sem mim...).

Pensa em voltar algum dia: Penso todo o dia. Tenho muita vontade de voltar a tocar... Acho que poderei pensar mais profundamente neste assunto agora... Nos últimos 3 anos estive muito atucanado com meu trabalho e estudos, mas vejo dias melhores agora... E, te digo que o tesão de voltar a tocar guita tá grande!!!

No que esta se dedicando: Estou me dedicando a minha noiva, meu trabalho e meus estudos. Na verdade, neste exato momento, estou bem empenhado em descobrir como mobiliar uma casa sem ter que assaltar um banco...

Sente saudades: De algumas coisas sim, de outras nem tanto... Mas deixa assim...

O que mudou na cena: Como não to muito ligado na cena atualmente não posso dizer, olhando assim, de fora, não parece que mudou muita coisa não... Mudaram as pessoas (a maioria) mas a cena tá bem semelhante... Só sinto que há uns 8 ou 9 anos atrás parecia um pouco mais "pegado" o negócio... Não sei explicar bem... Acho que algo se perdeu... Deve ser só impressão minha..

Chutando a a porta do Hard Rock Café
Que ano começou a tocar: Comecei a tocar violão em 1998, mas com banda, acho que tive a primeira experiência em 2002...

 Qual a maior roubada que se meteu: Cara, a pior mesmo, não tenho coragem de contar... E as outras, não tenho bem certeza (maldito álcool...). Acho que uma coisa que me marcou foi o primeiro show da Strawberry (Rocktober), que deu umas brigas meio sinistras, o cara ensanguentou minha camiseta nova do Aerosmith.

      Tocamos It'so easy versão Ramones, o Maiquel tinha um roadie com ventilador só pra ele, e no final o pneu do meu carro tinha furado e eu tive que ficar na rua enquanto ocorria uma briga de 2 gangues (na frente daquela praça perto do Ernesto)...


      Outra roubada que tu deve lembrar bem é um certo show em porto alegre (festival), com 30 bandas... Que tinha que vender todos os ingressos pra participar... Que no final era um festa funk/pagode/gls... Barbaridade; aquela festa foi forte... Se eu me lembro de tudo o que rolou aquela noite hahahahaha...