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terça-feira, 23 de julho de 2013

Top 10 do Top - Os 10 discos mais marcantes na vida de Douglas Top Gun

O dia mundial do Rock já passou, mas escolhi aqui os 10 albuns mais marcantes nesta minha vida de rockeiro, para quem interessar possa, então, boa diversão.

Top Vocal/Guitarra banda Avalanche

1-Deep Purple: Machine Head
O que dizer de um disco que lançou clássicos eternos do Rock como "Highway Star", "Smoke On The Water", "Never Before", "Maybe I'm a Leo", " Pictures of Home", "Lazy" e "Space Truckin’"? Purple é demais 






2-Mötley Crüe: Dr. Feelgood
Após a “morte por overdose” de Nikki Sixx, a banda se trancou numa clínica de reabilitação e lançou o que é considerado um dos melhores álbuns da história do hard rock. O Mötley resolveu chamar Bob Rock para produzir esse disco, e o resultado não poderia ser outro: Kickstar My Heart e tantos outros sons fudidos. Pode-se dizer que emplacaram os 10 sons do disco



3-Def Leppard: Pyromania
É clássico atrás de clássico, definiria assim o Pyromania, Too Late For Love é uma canção viciante, sem contar com a timbreira de guitarras nesse disco, um clássico obrigatório 







4-Guns N Roses: Appetite for Destruction
Axl Rose era um vocalista carismático e de voz potente, que fazendo dupla com um guitarrista de feelling e criador de solos que grudam no ouvido, conquistaram uma legião de fãs no mundo todo. O Guns do Appetite era um rolo compressor e esse disco é foda, como o Slash mesmo conta em seu livro, muitos tentaram reproduzir o som do Appetite disco em estudio, com os mesmos equipamentos e o mesmo técnico de som, e mesmo assim não foram bem sucedidos. Esse disco é pura magia



5-Black Sabbath: Heaven and hell
Obra de arte. Se eu quisesse parar por aqui, poderia, mas ao mesmo tempo é um sacrilégio escrever só isso. O disco era tudo ou nada pro Sabbath. Após a demissão do Ozzy, tinha tudo pra dar errado, mas olha só o que os caras aprontaram? Me emociono até hoje ouvindo o Heaven and Hell.





6-Ramones: Ramones
Esse disco tem um significado muito especial pra mim. Quando resolvi aprender a tocar guitarra, tive a má sorte de escolher um professor digamos, meio "picareta", o cara me pedia o dinheiro das aulas adiantado e passava quase o tempo todo tomando café. Passado alguns meses nessa mesma merda, eu estava para desistir quando achei este vinil, e para minha sorte um colega de colégio (grande abraço pra você Renan) me emprestou uma revistinha de tablaturas, pronto, Blitzrieg Bop, o primeiro som de muitos Ramones que eu tirei na guitarra.


7-The Cult: Sonic Temple
O som deste disco mesclava perfeitamente melodia e agressividade que faltava pra banda fazendo a ligação do rock gótico dos discos anteriores ao Hard Rock bem mais pesado. Tenho ele em vinil até hoje






8-Motorhead: Ace of spades
Este disco eu encontrei no "balaião" de ofertas da multisom por 10 pilinha. O que dizer sobre o Motor? Uma banda que está acima do bem e do mal e este disco foi o precursor do thrash metal. A faixa título é o hino da banda 






9-Kiss: Revenge 
Melhor formação do Kiss. Lembro da tour de divulgação do disco, quando o Kiss veio pro Brasil e tocou no programa livre do SBT, bons tempos.







10-Metallica: Kill Em All
Eu gostava do Slayer, Iron Maiden, Megadeth, até ouvir esse disco. Metallica na sua melhor forma, sem frescura e sem firula. Gastei a fita de tanto ouvir no meu walckman





Por onde anda - Tiago Wachholz


Nome: Tiago Wachholz
O Poderoso Tiago

Quais bandas fez parte:
Poison Apples
Wild Rose/Ace Jester
Bigorna Blues 
Radio Source

Por Qual motivo abandonou:

      Na verdade, nunca abandonei, exceto em uma ocasião em que eu era muito "verde" e não sabia cantar nada e fui "saído" da banda, mas depois de um tempo refletindo, eu entendi as razões dos caras na época e estamos de boa novamente.

Ace Jaster
      No entanto, tirando aquela vez, muitas vezes alguns integrantes iam e vinham, outros não voltavam, ou até mesmo, acharam outras bandas em que se desenvolveram melhor, como é o exemplo do Machadada na DOZEDURO.

      Por isso, acredito que eu não abandonava, só não achava alguma banda com segmento linear onde todos integrantes queriam tocar a mesma coisa.

Pensa em voltar algum dia:

      CLARO! Todo o tempo. Fico olhando as indumentárias que usava nos shows, dobradas dentro do armário, e quase choro, HEHEHE.

      Brincadeiras a parte, nunca penso em parar, sendo que juntamente com mais uns caras, estamos tentando refazer uma banda e voltar a ativa pra fazer um agito legal pela região.

No que esta se dedicando:

      Atualmente, como eu disse ali em cima, estamos tentando voltar a tocar um hardão com paudurice, porque, mesmo gostando de heavy metal e outros estilos, as origens falam mais alto.

      Além disso, nos tempos de folga eu toco saxofone na Orquestra Municipal de Venâncio Aires.

Atualmente sente saudades:

      Sinto saudades de tempos simples, em que a gurizada lotava uma topic pra tocar em muquifos sem se importar se ia ou não chegar em casa no outro dia de manhã.

      Vestir roupas estilo glam e hard rock feitas pela tia e acabar com metade delas em cima do palco, sem se incomodar com o fato de estar tocando em um lugar feito pra pagodeiros.

      Arregaçar o volume, tomar um banho de cerveja e ficar indiferente com o fato de não ter retorno nenhum e depois as pessoas dizerem: Que show do caralho, vocês foram demais!

      Quem toca nesse meio "underground" aqui nos Vales sabe do que eu tô falando.


O que mudou na cena:

      Desde a época em que eu comecei a tocar até os dias de hoje, não mudou muita coisa.

      Sinto uma leve enfraquecida no movimento Rock n' Roll, mas nada muito relevante, pois o fato de ter uma banda e sair por aí para se apresentar é bem cíclico.

       Você começa a tocar por aí, alguns começam a desistir, mas sempre chegam pessoas novas querendo formar bandas e apoiar o movimento.

       A única coisa que realmente vejo pouco são as bandas de hard rock que, tirando a Avalanche e poucas outras, são raras. Alguns anos atrás eram muitas.


Que ano começou a tocar:

      Comecei a tocar em 2006, escondido dos meus pais, quem conviveu comigo sabe o que eu passei, hehehe. Até que em 2007 os guris da Wild Rose/Ace Jester me acharam e começamos a fazer um hardão animal. Desde lá, nunca mais pensei em parar.

Qual a maior roubada que se meteu:

      Uma noite a Ace Jester foi fazer um show tributo ao Guns n' Roses no Strike. Seriamos a última banda do festival, sendo que começamos a tocar por volta das duas horas da madruga.

      Durante a apresentação tinha um segurança que ficava passando pelo palco me encarando e fazendo sinal que com o relógio que já estava tarde.

       Então, no meio de "Pretty Tied Up", quando o segurança voltou a repetir os gestos eu comecei a xingar ele e quase acabamos nos atracando em cima do palco enquanto os guris não pararam de tocar.

       Depois do show ele ficou me esperando na saída com um cassetete na mão e para revidar puxei meu pedestal de metal. Por sorte uma galera interviu e não chegamos a entrar em vias de fato.

      Não gostaria de repetir isso.





sábado, 13 de julho de 2013

O Rock e seu dia em Santa Cruz!



      O rock vive e, neste sábado, é mais uma vez exaltado por todos. Mas, para quem é um adepto deste gênero musical, não existe um dia que não seja o dia do rock. Pois sem dúvidas, neste caso, a música ultrapassou as barreiras do som, e se tornou um estilo de levar a vida. Mesmo assim, neste 13 de julho, não faltam motivos para comemorar. E também não vão faltar oportunidades.

      A agenda em Santa Cruz do Sul está lotada de festas rock and roll. E assim deve ser também por todo o mundo. O estilo que surgiu há mais de 60 anos, e que já foi dado como morto muitas vezes, mostra que ainda é forte. Bandas novas surgem todos os dias. E, aquelas clássicas de décadas atrás, continuam forte e movimentando multidões. Pois o rock não é só uma música para se ouvir no rádio, o rock se vive.

      Camisetas pretas, cabelos compridos, tatuagens, tênis all star, calças rasgadas ou até nada disso. O estilo depende de cada um, de qual vertente do rock a pessoa se identificou. De Beatles, lá nos anos 60, ao Metallica, dos anos 80. Dos vocais gritados e solos de guitarra do Led Zeppelin, ao som simples e inovador do Strokes. Ou, quem sabe, do obscuro e pesado estilo criado pelo Black Sabbath até o ritmo dançante e eletrônico do Michael Jackson. O rock abrange todos e cada pessoa que gosta do estilo tem uma fase preferida, aquela música especial e a banda que dá sentido a vida.

      Nos dias de hoje, o rock segue universal, e aqui em Santa Cruz bandas ainda surgem e investem no sonho de ganhar a vida com o rock and roll. Para uma delas, o dia do rock é mais do que especial. Foi em um 13 de julho que o guitarrista e vocalista Rafael Koehler teve a ideia de iniciar sua nova banda, Justo Meio. “Para que curte, sabe a importância do Dia Mundial do Rock. Não foi combinado, mas foi em uma festa em um dia desses que tivemos a ideia de montar uma banda”, conta o músico que é conhecido como Finha.

      A Justo Meio comemora neste sábado quatro anos de vida. E não poderia estar em momento melhor. A banda está lançando seu primeiro CD. “Serão oito músicas, incluindo o single Cão da Rua, que foi gravado no estúdio Boca de Sons. O resto foi feito no meu home studio e masterizado pelo estúdio Banho Maria”, explica. O CD não terá versão física. Por enquanto, apenas foi disponibilizado um link no blog da banda, para quem quiser baixar gratuitamente.

      Mas, terá lançamento oficial. Neste sábado, a partir das 16 horas, a Justo Meio fará o seu Woodstock no pórtico de entrada do Parque da Oktoberfest. “Sempre sonhamos em lançar nosso álbum ali. É um lugar especial para nós, onde paramos muitas vezes antes dos nossos shows. Será uma tarde em clima de paz e rock and roll, que também servirá de aquecimento para a noite do dia do rock”, destaca o guitarrista.

Dia do Rock


      A data que ficou marcada como Dia Mundial do Rock é 13 de julho, graças a um festival ocorrido em 1985, chamado Live Aid. Organizado pelo músico e ator Bob Geldof, vocalista da banda Boomtown Rats, contou com nomes de peso da música internacional e teve um fim social. Toda a renda arrecadada seria destinada para combater a fome na Africa.

      O festival ocorreu de forma simultânea em Londres, no Wembley Stadium  e no JFK Stadium, na Filadélfia. Contou com nomes como Paul McCartney, The Who, Elton John, Black Sabbath, U2, Dire Straits, David Bowie, Santana, Madona, Eric Clapton, Led Zeppelin, Bob Dylan, Rolling Stones, Queen e muitos outros. Foi considerado o maior festival de música desde o Woodstock, de 1969.

      O Live Aid conseguiu em 16 horas de show acumular cerca de 100 milhões de dólares, totalmente destinados ao povo miserável da África. A partir dai, o Rock passou a se voltar mais para causas sociais, como é feito até hoje em festivais por todo o mundo.

No próximo post, a agenda completa de festas neste dia do rock em Santa Cruz

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Rockeira Dos Vales - Mariele Henn Heck

Nome: Mariele Henn Heck
Idade: 19
Status de relacionamento: Namorando
Cidade: Santa Cruz do Sul

Banda da região: Avalanche

Banda que não esta mais na ativa mas que gostaria de ver novamente: Pantera.

Banda preferida: Apesar de serem estilos tão diferentes, meu coração se divide entre Arch Enemy e Pink Floyd.

Melhor pub, casa de show: Icon e sua incrível caipirinha monstro.

 
Algo que foi marcante na sua vida rockeira: Não ter aproveitado provavelmente a única oportunidade de ir no show do Pink Floyd.

Show que gostaria de assistir: Apesar de terem um intuito diferente, Pink Floyd e AC/DC com certeza seriam as melhores escolhas, por terem, na minha opinião, os shows mais grandiosos e de maior qualidade. Talvez um Mötley também fosse uma boa pedida.

O que esta faltando na cena rock da região: Público.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Por onde anda - Lu de Souza

Nome: Lu de Souza      

Quais bandas fez parte: Houve várias tentativas de estar em uma banda. Inclusive casos em que montei e acabei sem função, como quando reuni o Pablo Gressler, o Bugueira e o Fabio. O que foi hilário, pois eu não sabia nem trocar de acorde sem parar e olhar a posição dos dedos! Mas as que marcaram foram a Top Less, em que fui convidada a tocar, e a Bandoleers, que foi a que permaneceu.

Por Qual motivo abandonou: Mudei para Porto Alegre com o Zequinha, a Carol FK foi pra Caxias com seu Alejandro, a Clau e a Nina estão em Santa Cruz. As mudanças acabaram sendo um complicador para que dessemos continuidade à Bandoleers.

Pensa em voltar algum dia: Sem dúvida! Acredito que todas nós pensemos.

No que esta se dedicando: Quase integralmente à Aviação. Fora isso, trabalho com consultoria no ramo da alimentação, ajudo a cuidar de um ou outro cachorro abandonado que acaba caindo nas nossas mãos. Algumas vezes arranho as cordas da guitarra e vezes raras tento dar uma batucadinha na bateria do Zeca, pra ver se sai alguma coisa.

Sente saudades: MUITA! Pois, além de ter sido uma época boa do caralho, sempre fomos muito mais do que companheiras de banda!

O que mudou na cena: Nunca acompanhei a cena muito de perto, fora nos períodos em que estive em banda, então é complicado opinar a respeito. Mas são outros tempos e conheço poucos que, como o Top, estão sempre tentando fazer essa roda realmente girar através dos anos.

Que ano começou a tocar: Ouvindo Guns N Roses e vendo meu primo sempre tocando violão, resolvi começar a tocar guita em 2001.

Qual a maior roubada que se meteu:

      Nunca fui muito de beber, e dizem que quem não bebe não tem história para contar! =P

    Mas a mais buchinha em que estive foi com o Zeca, no Quilmes Rock em 2012. Depois de horas esperando Joan Jett e Foo Fighters (espera essa que valeu cada minuto) desaba o mundo em um temporal, que infelizmente matou algumas pessoas em Buenos Aires. Acabado o festival, um frio que era uma desgraça, a gente molhado e mal agasalhado, fomos às catas de um táxi... Tcheee, caminhamos por quase duas horas no meio da madrugada até, finalmente, encontrarmos um táxi. Quando sentamos no carro, pula “una chica” para dentro e bate a porta. Oo

      A menina (linda, por sinal) tinha 15 anos, perdeu-se dos amigos, ficou sem dinheiro, documentos ou celular e os pais não sabiam onde ela estava! Resumo da ópera, ela foi conosco até o hotel e dalí pra casa. Longe pacas, pelo que conseguimos entender do inglês com MUITO sotaque, já que nosso portunhol era pior, muuuito pior, do que o sotaque dela.

     Acho que quem se meteu numa roubada naquela noite foi a “chica”! =P

quinta-feira, 6 de junho de 2013

As 20 Questões - Kako Rachewsky

1 - Quem é Kako Rachewsky?

      Alguém com problemas mentais.

Os Garbonas em 1968

2 - O que aconteceu com Os Garbonas?

      Não tocamos juntos, faz um ano e meio. Os Garbonas, não é uma banda, e sim um bando, quase tudo que sei, devo ao bagual e o Adilson, eles são uns fodidos,o Gui, é um grande amigo e um puta baixista, amo eles. Estamos conversando, sobre retomar as atividades, é uma questão de tempo, completaremos 15 anos, no fim do ano.

3 - É possivel conseguir os discos ou algum material d'Os Garbonas na internet?

      Vendemos os discos nos shows, como não estamos tocando, fodeu...hahahaha.

4 - Se pudesse voltar no tempo e fazer algo diferente?
      
Não fumaria cigarros.

Pastel De Cabelo
5 - Qual seu disco preferido d'Os Garbonas?

      Bútia com fio pelado, lembro que cheguei de tarde na casa do Adilson, para gravar algumas guitars, e a sala da casa dele tava cheio de bandido, o mais fodão deles, se chamava, thesco . Eu e o Bagual,bebemos algo em torno de 50 litros de butiá nas gravações.

Os Garbonas 2012
6 - Aconteceu uma grande parceria entre Os Garbonas e a Strawberry Crash. Conte nos um pouco sobre este período.

      Bons tempos, fazíamos shows do cacete, as duas bandas em forma, antes dos shows, eu sempre dava um jeito de embebedar o Dani, ai ele perdia a voz, depois ficava puto comigo, O Goró, Top e Régis já fizeram participações nos shows dos Garbonas, e no ano passado, a Strawberry fez um show de reunião, e toquei 3 músicas com eles, foi lindo, fiquei muito emocionado.

Kako e Strawberry Crash
7 - Qual a sensação de trabalhar em uma grande produtora com ícones do rock gaúcho como Nei Van Soria e o Jacques Maciel?

      Porra, trampo com meus ídolos.

Kako e Jacques Maciel (Rosa Tattooada)
8 - Pode contar alguma história que você viveu na estrada?

      Quando estou na estrada me concentro apenas no trabalho, saio de casa para trabalhar. A festa é quando retormo pra casa.

9 - E o seu projeto com a Ginger Mosley?

      Grande cantora e compositora, sou guitarrista dela, já tem 2 anos, vocês ainda vão ouvir falar muito dela.

Ginger Mosley
10 - Existe alguma banda nova que te chamou a atenção?

      Argamassa, músicos de Curitiba e Porto Alegre, baita banda, e “ Minha irmã de Portugal”, o Bufada é um cretino.

11 - Em todos esses anos de rock n roll, qual a pior coisa que já lhe aconteceu?

      Ensaio dos Garbonas, tocamos 5 músicas e acabou a bebida, fui no boteco da seca, na frente do Adilson, e estava fechado, puta que pariu, aquilo foi muito triste.

12 - Quais as 5 bandas que chamaria para um festival?

      Porno Starz, Os Garbonas, Strawberry Crash, Minha irmã de Portugal e De Arrasto

13 - Você chegou a lançar algum material com a banda Curtiço Cubano?

      O Curtiço Cubano foi uma banda perigosa, ali o bicho pegava, infelizmente não chegamos a gravar nada, eu e a Jaque compomos grandes canções juntos, amava trabalhar com ela, e os ensaios eram engraçados, o Adilson e o Gui se espancando, a Jaque bêbada, no estlilo, “ O que eu estou fazendo aqui”, depois ela sempre vomitava, uma vez íamos ser assaltados, e ela vomitou no assaltante, e o cara desistiu. Realmente o curtiço era foda, tinha uma pegada boa, bons drinks, boas canções, e ainda, eu comia a cantora, Perfeito né?


Nos tempos de Curtiço Cubano
14 - Você esta com um novo projeto com seu companheiro de produtora o Tobias, o que podemos esperar desta sua nova fase?

      O projeto se chama “2 Galo”, grandes composições, o Tobias é um filho da puta, me identifico muito com as canções dele, no início de julho, vamos começar as gravações, na Acit, com o montro, Edu Coelho.

2 Galo
15-Avalie de 0 a 10 as seguintes bandas:

Aerosmith: 06
Poison: 06
Bad Religion: 05
Replicantes: 10
Titãs: 02

16-O Kako já:

Sofreu uma overdose? Não lembro.

Lambeu o rosto do Regis Crash em um show da Strawberry Crash? Estávamos dividindo os solos, na terceira parte minha criatividade já tinha ido pro inferno, e o Régis me humilhando na guitarra, ai tasquei uma lambida na bochecha dele, ele se perdeu, recuperei o fôlego e mandei ver na guitarra, o que ele pensa que é? Hahahahaha.

Foi jogado em um lago com um Cubo de guitarra Marshal? Foi um show dos Garbonas, numa praça em Cachoeira, eu e o dono da sonorização trocamos ofenças, quando estava saindo do palco com meu amp, ele me emporrou no laguinho, e eu me espatifei, quando sai de dentro da porra do lago, o Bagual já estava na porrada com eles, fomos todos parar na delegacia.

Foi confundido com o palhaço carequinha? Sim, na época que eu fodia sua irmã.

Caminhou de mãos dadas com o Adilson? Hahahaha, não que eu lembre.

17-Complete a frase:

Eu gosto de comer chucrute porque... sou um filho da puta.
Quando me olho no espelho me acho parecido com o... Marcus.
O Ney Matogrosso é muito... puto.
Se não fosse guitarrista eu seria... um fracassado.
Uma vez o Adilson pegou no meu... ahusasuhashuauh, coitadinho.

18 - Certa noite os Garbonas dormiram no Vitrolão Rock Bar, foi uma das noites mais frias do ano. Qual sua lembrança desta aventura?

      Acho que era uma mini tour, Os Garbonas & Strawberry Crash, foi uma baita noite, todo mundo louco, o Goró deu um pau num cara, as duas bandas fizeram grandes shows, no fim da noite o Bagual sumiu, depois recebemos a notícia que ele estava em Venãncio Aires, não sei como ele foi parar lá, fiquei jogando sinuca e bebendo com a Jaque, até às 10 da manhã, depois cochilamos até às 11 horas, quando o Top nos buscou para almoçar, e o Adilson se atirou no sofazinho com a namorada que ele tinha na época.

Em 2007 no Vitrolão, Os Garbonas e mais dois pilantrinhas

19 - Qual caminho as bandas da nova geração devem seguir para conseguir algum espaço e reconhecimento na cena atual?

      Tem que trabalhar duro.

20 - Kako muito obrigado pelo seu tempo, deixe suas considerações finais e nos responda. O Rock tem salvação?

      O Rock é salvador! Muito obrigado, Top Gun, e um beijo carinhoso, para Os Garbonas, Curtiço Cubano, Ginger Mosley, Strawberry Crash, De Arrasto, Pastel de Cabelo, Tobias Monteiro, Kurt Giovani, Good Music Produtora e Ana Leticia. Amo vocês.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Por Onde Anda - Regis Crash

Nome: Regis Pereira Crash Da Silva
Regis Crash e Cristiano"Goró"Rocha nos tempos de Lizzard

Quais bandas fez parte: Estricnina (long long time ago... Só os mais bagaceiros conheceram...), Strawberry Crash, Lizzard e Porno Starz...

Por qual motivo abandonou: Não houve um abandono... Poderia estar tocando até hoje, mas tudo tem uma vida útil... hehehe

Na verdade é o seguinte - Estricnina: toquei nessa banda quando eu tinha uns 17 anos, acabou como várias bandas acabam, éramos péssimos (nem nós mesmos nos aguentávamos hahaha) e o uso pesado de drogas por alguns membros comprometeu bastante. O fato de sermos imaturos (inclusive eu) também foi um fator determinante para o fim (mas a amizade continuou).

Strawberry Crash: Considero que essa banda nunca acabou, usando as palavras sábias do meu grande amigo Kako: "Regis, uma banda nunca acaba". Acho que é simples, mas é isso, é verdade. Ano passado fizemos um show pra relembrar e foi legal... Tenho grandes amigos nesta banda que infelizmente carrega um enorme carma... Mas, por mim, tocaria direto... É uma banda de irmãos (que meigo!!!)

Lizzard: Era um projeto muito bacana, o erro foi tentar ser profissional de mais, as vezes acho isso... E acho que os estilos dos integrantes não fechavam muito bem, mas pra falar a verdade, penso que se começássemos a tocar hoje, sem se apegar a covers, iria dar mais certo...

Porno Starz: Olha cara, eu amo essa banda, não sei se acabou (nunca acaba), se deu um tempo, se está em um período de meditação ou se me expulsaram e eu não sei ainda (minha multa rescisória é alta...). Mas, o fato é que a porno é uma daquelas bandas eternas. Seria uma pena se não voltasse à ativa (com ou sem mim...).

Pensa em voltar algum dia: Penso todo o dia. Tenho muita vontade de voltar a tocar... Acho que poderei pensar mais profundamente neste assunto agora... Nos últimos 3 anos estive muito atucanado com meu trabalho e estudos, mas vejo dias melhores agora... E, te digo que o tesão de voltar a tocar guita tá grande!!!

No que esta se dedicando: Estou me dedicando a minha noiva, meu trabalho e meus estudos. Na verdade, neste exato momento, estou bem empenhado em descobrir como mobiliar uma casa sem ter que assaltar um banco...

Sente saudades: De algumas coisas sim, de outras nem tanto... Mas deixa assim...

O que mudou na cena: Como não to muito ligado na cena atualmente não posso dizer, olhando assim, de fora, não parece que mudou muita coisa não... Mudaram as pessoas (a maioria) mas a cena tá bem semelhante... Só sinto que há uns 8 ou 9 anos atrás parecia um pouco mais "pegado" o negócio... Não sei explicar bem... Acho que algo se perdeu... Deve ser só impressão minha..

Chutando a a porta do Hard Rock Café
Que ano começou a tocar: Comecei a tocar violão em 1998, mas com banda, acho que tive a primeira experiência em 2002...

 Qual a maior roubada que se meteu: Cara, a pior mesmo, não tenho coragem de contar... E as outras, não tenho bem certeza (maldito álcool...). Acho que uma coisa que me marcou foi o primeiro show da Strawberry (Rocktober), que deu umas brigas meio sinistras, o cara ensanguentou minha camiseta nova do Aerosmith.

      Tocamos It'so easy versão Ramones, o Maiquel tinha um roadie com ventilador só pra ele, e no final o pneu do meu carro tinha furado e eu tive que ficar na rua enquanto ocorria uma briga de 2 gangues (na frente daquela praça perto do Ernesto)...


      Outra roubada que tu deve lembrar bem é um certo show em porto alegre (festival), com 30 bandas... Que tinha que vender todos os ingressos pra participar... Que no final era um festa funk/pagode/gls... Barbaridade; aquela festa foi forte... Se eu me lembro de tudo o que rolou aquela noite hahahahaha...

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Entrevista com o Vampiro IV

     Como o prometido e como se é de praxe, quarta-feira é dia de coluna. Dessa vez o entrevistado é o grande Rafael Máximo, vulgo Bocão, da Subto Hellemento. Sem mais delongas (e sem reclamações sobre eu estar entrevistando apenas os meus conhecidos - pois eu entrevisto quem eu admiro e quem se dispõe a responder a entrevista) vamos à entrevista, meus caros leitores.

     Em primeiro lugar, conte um pouco sobre a sua trajetória (quando começou a tocar, por que começou a tocar, em que bandas já tocou, quantos lugares diferentes já tocou...) e influências:

     Minha 1º banda eu tinha 12 anos e era banda cover de Mamonas Assasinas. Se chamava Mingau com Aveia (aushuahsua). Depois tocavamos Acústicos e Valvulados e Tequila Baby, e, de lá pra cá sempre em bandas deste genero: o punk. Mas, na linha de Tequila e Ramones, todas as bandas que já toquei foram extintas de porto alegre. Sou natural de lá hoje em dia sou o vocalista da Subto Hellemento de V.A., com a minha banda atual já tocamos em Vera Cruz, Santa Cruz, Porto Alegre, Eldorado do Sul e Rio Pardo. Minhas influencias são muito diversificadas: Adoro muito Tequila Baby, Reação em Cadeia,  Creed e Linkin Park mas hoje o que eu mais escuto mesmo é A7X e Bullet for my Valentine.

Numa escala de 1 a 10, o quão interessado e aplicado no seu instrumento você acha que está?

Já fui mais. Hoje acho que fico no 5 mesmo.

Ãhn? Sei lá cara, to muito bêbado.

Também, em conjunto, tens interesse em aprender mais instrumentos e mais sobre música, som e gravaçoes?

Com certeza quero muito aprender a tocar bateria.

Sobre o seu equipamento: O estado atual, pretensões e o sonho de consumo.

Meu sonho de consumo é ter um bom equipamento para montar um bom estúdio aqui na nossa cidade.

Mamãe não pode saber que eu bebo, ok?

Sobre a sua trajetória, um orgulho e uma decepção.

Orgulho é de ter feito amigos em todo canto que tocamos. Decepção e com o público do rock de Venâncio pois estão estragando o cenário local.

Como era o cenário da região quando começou e como ele está agora?

Era simples mas era bom. As festas lotavam e o pessoal tinha a essência. Hoje em dia a gurizada só fica na frente bebendo e falando mal das festas.

E quanto às bandas da região, como acredita que estão se saindo?

Acredito que estão bem. Só é uma pena que certas bandas, só por tocar em dois ou três lugares, estão se achando os Pop Star. A musica a gente faz porque gosta e não por bens materiais.

Vivemos numa época ruim para a música boa no país? 

Para o rock, sim, negativo. Para a modinha é perfeita. Não entendo porque no Brasil as bandas boas de rock não vingam e no exterior dá certo. No nosso país só funciona o que é bonitinho ou se tiver uma bunda pelada.

Como andam seus projetos atuais e seus projetos dos sonhos? Compartilhe algumas idéias.

Gravar um cd e um clipe com minha banda atual.



O que você acha da iniciativa do blog: Comentários, Sugestões e deveras mais.

Perfeito, pois, abre o espaço para nós, músicos independentes.

Bate-bola Jogo Rápido, Bocão:

O que lhe despertou interesse em descansar as pregas vocais e passar para as baquetas?

Na verdade só quero aprender mesmo pois adoro baterias.

Bocão e seu futuro Professor de batera.
Com a subto hellemento, cite algum show que lhe marcou.
A primeira vez que tocamos em Rio Pardo, tipo, foi demais! Daí não deu dois meses e já fomos a banda mais votada pra tocar lá. Sempre quando vamos lá somos bem recebidos.

Ainda sobre a Subto Hellemento: como foi a estrada até hoje?

Muito difícil, principalmente aqui em Venâncio Aires, pois é um estilo que poucos conheciam e gostavam. Então foi muito difícil a aceitação acho que isso, até hoje, é.

Rock na Colina foi foda!

 Você citou que ‘a galerinha’ está cada vez pior. O que acredita que está faltando?
Pois é, uma boa pergunta (haha). Não sei te dizer o que esta faltando, pois, na minha época eu tinha mais vontade de ir nos festivais e de curtir. Hoje em dia isso falta neles.


Num país onde só faz sucesso se ‘tem bunda pelada’, o que lhe faz acreditar no rock?
Na verdade eu não acredito. Eu acho que eu preciso de rock - eu vivo rock e, pra mim, que se foda estes lek lek e bundas no chão. Eu quero é ver o oco e já eras. Não ligo se no mundo só eu sobrar pra ouvir rock. Enquanto eu estiver aqui, vou ouvir rock e fazer festivais nem que for pra mim mesmo.



Considerações finais, uma mensagem para a galera e meios para entrar em contato
Bom, minha mensagem é: escutem rock! Se você não escutou, escute ao menos uma vez e tire suas conclusões. Eu tenho uma amiga que só falava mal porque nunca tinha escutado. Hoje ela só escuta rock no celular dela. Curtam a pagina da Subto Hellemento no Facebook.




sábado, 6 de abril de 2013

Rockeira dos Vales - Marcela Schild


Nome: Marcela Schild

Idade: 18

Estado civil: solteira

Cidade: Rio Pardo

Banda da região: Curto várias, mas uma que me chamou muita atenção foi O Ópio.

Banda que não esta mais na ativa mas que gostaria de ver novamente: Chá das Cinco


Sunset ou Legend: Ambas são da hora. Eu prefiro a Sunset para um festival de rock e a Legend para um show aleatório. 

Banda preferida: The Beatles

Algo que foi marcante na sua vida rockeira: Ir ao show do U2 com o meu dindo foi bem marcante porque é uma banda que comecei a ouvir bem pequena, com o meu pai.

Primeiro disco que comprou: Nevermind, do Nirvana

Show que gostaria de assistir: Foo Fighters 

O que esta faltando na cena rock da cidade: Falta as pessoas que curtem rock se mexerem e fazer algo para ajudar. Pagar um pouco e prestigiar as bandas ao invés de ficar bebendo na frente da festa. Falta principalmente que as bandas de rock se ajudem e não fiquem competindo, porque se a cena melhorar vai ser ótimo para todos.

Alta e sonora honra

     O The Cure fecha hoje (6) a turnê pelo Brasil com show na Arena Anhembi em São Paulo - numa noite em que uma das bandas encarregadas de fazer as honras da casa tem o carimbo destas plagas fumígeras. O grupo em questão é o porto-alegrense Lautmusik (ou Música Alta, em termos teutos), capitaneado pela advogada venâncio-airense Alessandra Lehmen. Para saber ou ouvir mais sobre a Lautmusik (que toca por volta de 18h, enquanto Robert Smith pisa no palco lá pelas 21h), acesse o Facebook ou Soundcloud dos caras. Abaixo, uma conversa com a Alessandra, tida há cerca de 10 dias, sobre esta grata missão de sábado.

Foto: arquivo Lautmusik
     Vales Independentes: Como rolou a história de abrir para o The Cure?

     Alessandra Lehmen: Recebi uma ligação da produtora XYZ dizendo da possibilidade e pedindo que a gente mandasse material. Uns dias antes tínhamos postado links para o álbum e clipe no site e no Facebook da banda, em resposta a um pedido de indicações feito pelo Robert Smith (vocalista do The Cure). Fizemos isso e esquecemos do assunto: eram, afinal, milhares de bandas (20 mil posts na última vez que checamos) mandando suas músicas. Ele realmente ouviu, porém (sempre soubemos que é o próprio que escolhe as bandas de abertura nos shows do Cure) e gostou de nós.

     VI: A banda já armou a operação logística/artística para encarar o desafio?

     AL: Certamente. Estamos ensaiando bastante e contratamos uma equipe de palco experiente em São Paulo pra garantir que não tenhamos nenhum problema técnico (em especial porque é a primeira vez que tocamos em um lugar desse tamanho – no Anhembi cabem 30 mil pessoas).

     VI: Já passou pela cabeça de vocês como usar o Fator The Cure para alavancar a imagem da banda?


     AL: Vamos ter bastante exposição com esse show, mas a banda é pra nós uma atividade paralela e não vamos nos profissionalizar como músicos. Queremos apenas tocar os planos que já temos: gravar nosso segundo álbum em 2013 e rodar o segundo clipe (estamos prestes a lançar um projeto colaborativo pra isso). E, claro, o plano imediato é o de honrar o convite do The Cure fazendo o melhor show possível em SP.

     VI: O primeiro disco completo da Lautmusik (Lost in the Tropics, de 2011) possuem cozinha e clima característicos do pós-punk oitentista, mas com riffs de guitarra mais pesados que os daquela época. Qual destes extremos norteia mais o som da banda?
     AL: Nenhum em especial, e acho que é isso que nos dá identidade. Várias bandas do pós-punk (Siouxsie, XMal Deutschland e o próprio Cure) nos influenciam diretamente, mas as guitarras carregadas de efeitos típicas do shoegaze dos 90 (e referências ao punk 70 aqui e ali) dão o contraponto.

   VI: O álbum de estreia preza pela intensidade e transmite isso de maneiras distintas. Experimentar é a palavra de ordem para as futuras gravações?
     AL: Não vamos nos afastar do estilo que nos caracteriza, mas experimentação é algo que está sempre em pauta. Fazemos um esforço consciente pra que nossas músicas sejam diferentes entre si.