Mostrando postagens com marcador Blackout. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Blackout. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Blackout fez história na Sunset!

Os organizadores. Mataram a pau!

      Exatamente um ano após a Sunset lotar para a final do Rei dos Gigs, mas uma vez o rock fez a diferença na noite santa-cruzense. Na mesma casa, aquela que dá oportunidade para noites assim ocorrerem, houve lotação para assistirem oito bandas na segunda edição do Blackout Rock Festival. E, acredito que todos aqueles que passaram ali pela Gaspar aquela noite, se surpreenderam. Eram nove horas e as ruas já estavam lotadas de cabeludos com camisetas pretas.

      Por todos os cantos, uma hora após a abertura das portas, haviam pessoas empolgadas com a grande noite que viria. Para abrir, duas bandas de Santa Cruz que são relativamente novas. Porém, Potato Chips e New Plague têm sido, provavelmente, as que mais tocam na atual noite da cidade. E, mostraram o que essa presença constante no palco tem feito. Entrosamento, boa atuação de palco e um público fiel. A música, de estilos bem diferentes. Porém, ambas já investem em trabalho autoral para ir ganhando mais espaço. Ótimas notícias. Em covers, a Potato mais no lado indie e a New Plague no new metal.

Potato Chips abrindo a noite!

New Plague promoveu a primeira bateção de cabeça da noite

































Cantar Queen não é pra qualquer um
      Vou dizer, deu orgulho de ver a festa lotada tão cedo e com o público curtindo e aplaudindo os shows das bandas daqui. O show da New Plague acabou antes das 11 horas e a lotação já era de auge das noites que começam pela uma da manhã. Na sequência, tocou a primeira banda de fora, abrindo o lado venâncio-airense da festa.

      A Tom Turbina havia sido o grande destaque da primeira edição do Blackout, quando tocou em casa. Nesta vez, veio pra encantar o público de Santa Cruz. O ambiente estava totalmente lotado para ver os diversos covers. Led Zeppelin, Queen, Nazareth e Deep Purple fizeram a Sunset cantar e aplaudir com força a qualidade musical destes caras. Infelizmente, nesta vez não vimos o teclado ser tocado daquela maneira diferente que tivemos na primeira. Mesmo assim, um grande show!

      No intervalo das bandas, muita cerveja - que de forma excelente, foi vendida em fichas e não por comanda - e pasteis! Sim, a Sunset estava vendendo pastel e batatas fritas para o público. Para a festa ser perfeita, só faltou mesmo a venda de cerveja 600ml. Para grande parte do público que veio de fora para curtir o festival, isso foi uma grande decepção.

      Começando a história de grandes voltas e superação, era hora do show da Vade Retro. E aí eu já estava bem bêbado. Foi diferente, já que o vocalista e guitarrista, Geferson, tava com o joelho machucado e teve que fazer boa parte do show sentado. Mas, como de costume, a banda agitou bastante, fazendo todos baterem cabeça e curtirem muito o metal dos caras! O encerramento, com Fairies Wear Boots do Sabbath, fez todos cantarem juntos e ficarem com a expectativa para o cover da banda do Ozzy que logo viria.

Lesionado, Geferson não abandonou sua responsabilidade com o metal
      A festa teve sequência com outra banda que fez sucesso na primeira edição do Blackout. A tão esperada volta da Avalanche foi recompensada com um baita show e as primeiras rodas punk. O set list, no começo, deu ênfase ao hard rock. Porém, ao final, os tradicionais covers de Matanza agitaram o público. Wesley encaixou muito bem na banda, que - na minha opinião - foi a grande alegria da noite. Nada como ver Top Gun e Kurt de volta aos palcos!

O maquiado Top está de volta!
      Como já falei, eram muitas bandas e eu já estava bem bêbado. Vi o show da Revolta XXI, porém não tenho muita autoridade para falar. Só sei que todos estavam curtindo bastante, inclusive os integrantes da banda. Bom receber gente fora que faça shows marcantes nessa sua visita. Estamos abertos a quem quiser falar mais sobre estes shows nos comentários.











      Das quais conheço mais e acompanhei os shows, falo para encerrar. A Deep Sky, que há anos não víamos tocando por aqui, veio para promover momentos de nostalgia. Um grande show apenas com clássicas do Sabbath! No clima que vivemos, com show dos Deuses do Metal confirmado em Porto Alegre e novo CD vindo por aí, algo assim foi ideal para a noite. War Pigs fez eu já me imaginar na noite de nove de outubro em Porto Alegre curtindo Ozzy, Iommi e Geezer.

      A última banda da noite foi a Vizzer. E que grande show! Composto de clássicos do grunge e do metal, a banda de Jaeguer e Chester fechou com autoridade esse grande festival. Moshs, rodas punk, bateção de cabeça e muita qualidade. No bis, como não havia mais bandas para tocar, os caras foram longe. Até o Cláudio - dono da Sunset - pediu um som para eles.

Quatro da manhã, e a Sunset ainda a toda! Olha eu ali...
      Vários pontos bons para destacar nesse grande festival. Cerveja em fichas foi um acerto. Pastéis também. Ótima organização, com tempo certo para as bandas e sem grandes demoras. Não tivemos demora nas filas pra entrar e nenhum outro grande problema. A única coisa que sinto falta mesmo, é mais opções para beber. Cerveja 600ml e 1 litro é ideal para festas de rock. No resto, aguardo ansiosamente pelo Blackout 3!

Porco Aranha...
Agradecimento a Leíne Bertotti, pelas belas fotos, e aos organizadores Top Gun e Raul Geller.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

New Plague - Atração do II Blackout Rock Festival

   Mais uma das atrações do Blackout Rock Festival, nessa sexta-feira, dia 03/05, é a banda santa-cruzense New Plague.

  A banda, relativamente recente, vem se destacando na cena local tocando, inicialmente, um repertório de new metal, um tanto incomum na região, e nos últimos meses, tem mostrado composições próprias que agregaram ainda mais admiradores ao trabalho da banda.

     A New Plague também está em vias de lançar seu primeiro clipe, da música Infekted, e assim que sair também o trazemos pra vocês por aqui.



 


Saiba mais sobre a New Plague:
    Facebook

New Plague no Vales Independentes:
http://valesindependentes.blogspot.com/2013/02/as-20-questoes-giulio-pimpolho-do-rock.html
http://valesindependentes.blogspot.com/2013/04/do-revolution-review-revolution-rock.html
http://valesindependentes.blogspot.com/2013/03/revolution-rock-sunset-0504.html



domingo, 28 de abril de 2013

Tom Turbina - Atração do II Blackout Rock Festival


    Voltando hoje com mais uma banda da região, que se apresenta no II Blackout Rock Festival, na Sunset, no dia 03/05.


    A Tom Turbina, banda venancio-airense, retomou seus ensaios em março especialmente para subir ao palco do Blackout. A banda foi um dos destaques da primeira edição, com um repertório extraordinário, tocando músicas dos anos 80 e 90, mas sendo estas raras de serem vistas por aí, muto devido à complexidade e também pelo estilo.
 
    O repertório da banda conta com The Doors, The Who, Queen, Nazareth e outros clássicos nessa linha. Chama muita atenção na banda o Rafael e o seu equipamento místico, que te faz estranhar tudo no momento que ele sobe no palco, e depois te deixa de boca aberta com o som que sai de seus teclados/sintetizadores. A banda ainda conta com mais um teclado no palco em algumas músicas, e tudo deixa claro que os caras são bons.


   Não encontrei material dos caras no youtube, então, creio eu, que terão que se contentar, e acreditar, na minha palavra, na do Raul, de que os caras são bons, e um prato cheio pro público que gosta dos anos 70 e 80.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

As 20 Questões - Raul Geller


      Hoje respondendo as 20 Questões, o criador e organizador dos festivais Fighters Rock e Blackout Rock Festival, o invencível Raul Geller.

1 - Quem é Raul Geller?

      Um estudante de Produção Audiovisual e organizador de eventos que tenta levar a vida de um jeito legal.
Raul Geller, empresário e modelo

2 - Quando começou sua paixão por rock n roll?

      Eu era bem novo não lembro exatamente a idade. Lembro que antes de gostar de rock eu NÃO gostava dos outros estilos de música, quando comecei a ouvir os ritmos do rock (com bandas clássicas) passei a gostar somente disso, no quesito música.

3 - Diferente dos demais roqueiros, você apostou em organizar festivais ao invés de ter banda. O seu lado administrativo grita mais alto ou foi a forma que você achou de enriquecer mais rápido que um musico de rock?

       Na verdade, quando mais novo, eu tocava bateria e pensava em montar uma banda, mas por inúmeros motivos foi deixando essa idéia de lado. Antes de começar a organizar festivais, eu gostava de prestigiar os mesmos, sempre que possível comparecia nos eventos, que convenhamos, é muito mais legal do que baladas de sertanejo...  Eu sempre penso que devemos fazer o que gostamos na nossa profissão, você dificilmente conseguirá enriquecer fazendo festivais de rock... Porem, o que você ganha fazendo o que gosta pode ser mais valioso que certas quantidades de dinheiro.
"sem fotos hoje pessoal, por favor"

4 - Seu primeiro festival foi o Fighters Rock?
      Sim, e o mais complicado de organizar também, pois fiz ele totalmente sozinho.
O Fighters engordou a conta do Raul

5 - Logo após o Fighters você apostou no Blackout, qual a diferença entre eles?

      Como me deu muito trabalho organizar o fighters sozinho e se continuasse assim além de me estressar muito, também demoraria mais para realizar as edições, decidi criar um novo projeto junto com mais dois organizadores. Assim houve uma melhor distribuição de trabalho e aumento na qualidade do evento, pois 3 cabeças pensam melhor do que uma. O Fighters está meio parado, tenho idéia de manter ele com bandas maiores, mas mais pra frente.
O"Chefe", arrumou dois "peão" pra dar uma mão 

6 - O Blackout apostou em um cast com 10 bandas, como foi feita a seleção destas?

      A idéia tanto do Blackout como do Fighters sempre foi fazer um misto de estilos do rock, portanto um dos mais importantes quesitos de seleção foi justamente os estilos musicais de cada banda. Seguido de qualidade da banda, etc...


7 - Houve a mudança de local do festival, de Venâncio Aires para a Sunset Pub, em Santa Cruz. Você pretende ter um local fixo ou isso vai variar muito?
      Pode variar bastante, sempre faremos onde nos parecer ser o melhor local para cada edição.
dia 3 de maio vai cair a casa

8 - Qual sua maior ambição no rock n roll?

      Quero conseguir manter meus festivais na ativa e evoluir o máximo possível eles. Também espero que diminua o preconceito contra o rock, muitas pessoas (de cabeça fechada) tem uma visão muito distorcida desse mundo.
luxo e glamour no seu iate particular, acompanhado de belas ninfetas

9 - Trabalhando com a organização de festivais, você costuma lidar com o ego de alguns músicos pseudo estrelas ou é tudo muito tranquilo?
      Tem muita banda que quer crescer logo e ganhar bastante grana com seu som. Porem, não é bem assim. Por mais que a banda seja boa, isso não significa, necessariamente, que ela irá atrair grande público a ponto de pagar seu cachê. Acho que se uma banda quer viver de rock, ela tem focar em fazer o máximo de shows possíveis, divulgar bem seu material, para depois ganhar dinheiro. Pois quando ela for requisitada pelo seu talento e popularidade as coisas ficarão bem mais fáceis. Creio que toda essa situação é o que gera mais problemas.
ensinando uma fã a tocar o foda se

10 - Qual o momento mais marcante que já aconteceu no blackout?

      Quando eu, bem esperto, desliguei os disjuntores errados sem querer e fiz um Blackout no Blackout ‘-‘ ahuhauuhauhauh

Tão foda que sabotou o próprio festival

11 - Qual o pré requisito para tocar em seus festivais?
      Tem vários pré requisitos, porem um bem importante, principalmente para as bandas que ainda não conheço, é ter algum clipe gravado, um material de qualidade para me mostrar.


12 - Qual a diferença entre as cenas rock de Venâncio Aires e Santa Cruz?

      Em Venâncio não temos locais fixos (ou quase isso) que tem bandas de rock, aqui para acontecer um evento é só quando alguém se puxa de forma independente e organiza algo.

13 - Qual o pior momento que já viveu no rock n roll?

      Não tive um “pior momento”, mas com certeza o que mais me incomoda é o preconceito com esse estilo musical.

14 - O que podemos esperar de novidades para o Blackout do dia 3 de maio?

      Pra começar, a maior novidade será o local, pela primeira vez em Santa Cruz do Sul. Teremos bandas que tocam pouco por aqui (ou que eu pelo menos nunca vi) como Angina, Deep Sky, Revolta XXI e Power House. As outras bandas são algumas que a gurizada curte demais também.

15 - Cite 5 das melhores apresentações que você presenciou tanto no Fighters quanto no Blackout.

Tom Turbina – Muitos me falaram que foi a melhor banda da noite
Avalanche – Já tinha terminado o tempo da banda e a galera não os deixou sair do palco.
Melancias Indigestas – Os caras são foda, ponto.
Radio Source – Banda tava foda de mais. O vocal do Tiago não tem explicação...
Sastras - Apesar de não ser um estilo que eu curto muito, os caras tem muita qualidade técnica.
Avalanche barbarizou no primeiro blackout

16 - Se tivesse dinheiro e patrocinio suficiente ao ponto de poder convidar qualquer banda para um festival, quais seriam as 5 que convidaria?

Metallica
Pearl Jam
Ac/Dc
Foo Fighters
Avalanche
o excêntrico empresario, mostrando o resultado de uma se suas muitas plásticas

17 - Qual o pior erro que uma banda pode cometer em um show?

      Não me deixar subir no palco... aauhhuauha
se não deixar ele subir no palco ele vai usar o poder da salsicha

18 - Avalie de 1 a 10 os seguintes festivais sendo 1 uma porcaria e 10 um máximo:

Planeta Atlantida:  2
Rock In Rio: 2
Live n Louder:  7

19 - O Raul já:

Beijou meninos? Noop, que isso top, por que o interesse? =O
Teve relação sexual a três? Não ahuhuahuauh, teve uma vez com 4 mas... sqn
Flagrou bandas transando com groupies no backstage? Ah isso sempre tem, principalmente aquela banda Avalanche, os caras não perdem tempo...
Pensou que ficaria careca com a chapinha quente demais? Tem um produto que se passa antes da chapinha daí não deixa ressecar o cabelo nem queimar e... digo... uhahuahua
como é bom ter fama e dinheiro, as garotas adoram isso

20 - Ok Raul deixe seu recado final e nos responda: Quem é sua gata do rock favorita?

      Bom como recado final, nada mais inteligente do que deixar um convite para o pessoal comparecer ao Blackout no dia 3 de maio na Sunset, e também comparecer nas próximas edições. Creio que a próxima sairá fim desse ano. Minha gata do rock com certeza é a vocalista da banda Avalanche...


até o Jason foi pedir pra tocar no Blackout

terça-feira, 9 de abril de 2013

Vade Retro - Blackout Rock Festival

    A Vade Retro sobe ao palco do II Blackout Rock Festival, na Sunset, no dia 3/05, e pra quem não conhece (e portanto deveria tomar uma sumanta de laço), a banda é um dos melhores tributos ou trash metal que já pisaram pela região, coisa fina. Já começaria a pagar um plano de saúde, porque depois do show dos caras, vai ter gente com a nuca deslocada.



    A Vade Retro estava em um estado lisérgico até bem pouco tempo atrás. A banda iniciou um hiato no fim de 2009, e segundo o representante nórdico de barba ruiva local, Geferson Kern, fez alguns shows "espíritas" em 2011, e retomou sua gana pelos palcos há alguns poucos meses, em outubro do ano passado, no 10º Vênus Festival, em Venâncio Aires. Eu, pessoalmente, na ocasião não pude ir até lá conferir, mas é seguro dizer que a sua apresentação foi muito boa, devido à grande repercussão do ato. Para mim, já integrante de uma ala da sociedade roqueira do vale que puxa a média de idades da mesma para cima, posso dizer que é muito nostálgico rever a Vade Retro, pois as excursões para os festivais de Venâncio Aires dos áureos tempos passados eram sensacionais, os shows eram incríveis, sempre. Nessas indiadas aconteciam coisas como gente se balançando nas treliças do teto do Piazito (local dos festivais), e muitas outras coisas que é muito melhor deixar pra lá, nas internas. Alguns dos melhores festivais que eu já presenciei tinham a Vade Retro no lineup, e com certeza, no dia 3 de maio, as coisas não serão diferentes.


     O show da Vade Retro tem pesadas doses de Metallica, Pantera, Megadeth, Black Label Society, Black Sabbath/Ozzy Osbourne.

   A Vade Retro é:
   Geferson Kern - guitarra/vocais
   Rafael Heissler - guitarra
   Leandro Glier - baixo
   Lúcio Schwengber - bateria 




Esse primeiro vídeo é do MTv acústico da banda, e é demais, mas o show vai ser com tudo plugado, tenho certeza.





Clique em no link abaixo para ver mais desta postagem:

domingo, 7 de abril de 2013

Revolta XXI - Blackout Rock Festival

    Trazendo mais uma vez uma novidade, atração confirmada do II Blackout Rock Festival, vim acompanhado de muito peso, muito thrash, um "crossover thrash metal" como a própria banda define. Hoje eu apresento a Revolta XXI.

    A Revolta XXI é uma banda de Butiá, uma das grandes cenas do interior do estado, e se apresenta no dia 3 de maio, na Sunset Pub, acompanhada de outras 9 bandas, a Power House já foi apresentada, em na sequência todas as outras também serão "vítimas".

    A banda que trago hoje, para o pessoal que talvez ainda não conheça, é um voleio na nuca. Um trash com algumas peculiaridades, que soa no ouvido como uma voadeira do Bruce Lee no pé da orelha. Um power trio feroz, que usa os pilotos de suas cordas como vocais, fazendo em vários momentos uma intercalação de vozes, com um resultado bem legal.

    Investindo em próprias, a banda, além de frequentar os palcos do interior do estado, já se apresentou no Radar, programa da TVE, e os registros dessa apresentação são a melhor forma de ouvir uma prévia do que podemos esperar do seu show no próximo Blackout Rock Festival.

    Para saber mais sobre a Revolta XXI:
    Facebook
    Perfil TNB




quarta-feira, 3 de abril de 2013

Deuses do Metal em Porto Alegre!


      Hoje de tarde, finalmente a confirmação veio. Todos já devem saber, mas vale gritar novamente: O BLACK SABBATH VAI TOCAR EM PORTO ALEGRE! Poderemos ver os Deuses do Metal bem de perto. Aqueles, que lá no final dos anos 60 lançaram um álbum assustador para a época, falando sobre assuntos estranhos e sendo chamados de satânicos. Aqueles que usaram tudo que é droga, escreveram músicas sobre o efeito que a cocaína e a maconha dava na cabeça deles. Sim, eles vão estar aqui.


      Ozzy, Geezer e Iommi. Uma pena que o Bill não virá. Mas ele será bem substituído pelo batera do RATM. Três monstros farão o show da vida de muitos leitores do Vales, sem dúvida. Agora, como festejar esse anúncio? Coincidência ou não, temos duas festas vindo por aí para celebrar bem o anúncio do show do Sabbath.

      Primeiro o Alabama Rock Festival trará a banda Prophajnt, de Porto Alegre, para fazer um cover do cara que teve uma das missões mais difíceis de todos os tempos - substituir o Ozzy. E, pelo tamanho da responsabilidade, convenhamos que ele fez bem. O Dio, chamado por muitos de Deus, tem uma das grandes vozes do metal. A banda certamente conta com um baita vocalista que, junto com covers de Rage e Pantera, farão a volta dos festivais do Kurt ser histórica.

      Mas, claro... O show em Porto Alegre será do Black Sabbath clássico. E este poderemos ver no primeiro fim de semana de maio, no Blackout Rock Festival, com a banda Deep Sky, de Candelária. Sim, ainda existe rock em Candelária! Farão o merecido cover ao Sabbath neste festival que contará com outras sete bandas. Noite para definitivamente declarar a Sunset como uma casa de rock and roll.


     Temos atração para abril e maio já. E, em junho, vem o lançamento do álbum 13, que marca definitivamente a retomada da formação clássica do Black Sabbath, com Ozzy cantando. Momento histórico. No mais, resta para nós aqui pensarmos em uma excursão muito louca para assistirmos este show em Porto Alegre.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Power House - Blackout Rock Festival



    A primeira banda do line up do Blackout Rock Festival que eu trago pra vocês é a Power House. Escolhi esta banda de Charqueadas para ser a primeira por ser uma banda que ainda não conhecia, e principalmente, por ser uma banda de Power Metal. É um estilo que conta com poucas bandas no interior do estado, enquanto que na serra gaúcha elas pipocam por todos os lados, acho até que isso é motivo de um estudo antropológico. Mas fato é que faz bastante tempo (desde o último show da Devilcrusher), que em Santa Cruz não é tocado algo pelo menos parecido com o som da Power House.


    A banda existe nesse formato desde 2007, e vem nesse tempo, e desde muito antes, se inspirando em nomes Helloween e Iced Fear, além de tocar os clássicos do Iron Maiden. Mas a banda tem material próprio, o qual eu achei muito bom.

Speed Machine - Power House (própria):

Dying In Fear - Power House (própria)::


Eagle Fly Free - Hellowen cover:



Contatos com a banda:
Página no TNB: http://tnb.art.br/rede/powerhouse
Blog: http://banda-powerhouse.blogspot.com.br/

Todos os vídeos e fotos usadas nesta matéria foram retirados dos sites acima citados, e do youtube.

Blackout Rock Festival - 5 de maio, na Sunst, em Santa Cruz do Sul

quarta-feira, 27 de março de 2013

II Blackout Rock Festival




    Vem aí mais uma edição do Blackout Rock Festival, um evento que foi um sucesso em sua primeira edição, ainda no fim do inverno passado. A sua segunda edição sofreu alguns contratempos, foi difícil encontrar um lugar que abrigasse tamanha concentração de rockeiros ensandecidos e loucos por bater cabeça, mas eis que a Sunset topou abrir as suas portas, mais uma vez, ao rock da região.

   Como sempre fizemos, vamos fazer nossa parte, apoiando o evento através do blog, divulgando sua programação, apresentando banda por banda até os dias próximos ao festival, e quando chegar a hora, ir até lá encher o caneco fazer a cobertura do evento.

     O line up já está quase todo confirmado, e vamos tratando aos poucos aqui dele. O que vale ressaltar é que até agora temos, além do que há de melhor pela região, algumas bandas de fora, as quais estamos muito curiosos para ouvir. Muitos estilos diferentes estão sendo contemplados, temos bandas com repertório próprio e com repertório de tributos. Esse é um festival realmente feito para agradar á todos, reunir os apreciadores do rock n' roll, e se divertir. Sempre defendi que música é pra isso, pra se divertir, e eu sempre vou tentar ajudar quem faz isso, e com seriedade.

    Informações quentes rolam todo dia nesses endereços:
    - Evento do facebook;
 - Grupo do facebook - local para inscrição de bandas, organização de excursões, etc..

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Blackout Rock Festival - Por Samuel Bertram



       Por Samuel Bertram

Eu sou muito suspeito para falar, levando em consideração o fato de que eu fui um dos organizadores, que o Blackout Rock Festival foi o maior festival já visto nos últimos tempos em Venâncio Aires. O festival foi idealizado por mim, pelo Raul Geller (que já organizou outro grande festival na Venus City, o Fighters Rock, que, também, atraiu muitos entusiastas) e pelo Douglas ‘top gun’ Martins. As 500 pulseirinhas que foram encomendadas para permitir o livre-trânsito dos presentes foram quase esgotadas.

Outro detalhe a destacar no festival é a cerveja: como freqüentador de festivais a gente se acostuma a consumir cervejas de baixa qualidade a preços abusivos. Porém, nesse festival, pôde-se encontrar Polar e Skol. A cerveja foi um item colocado em debate no grupo do facebook do festival, onde quase 3000 membros podem conferir informações relativas a rock n’ roll e ao festival e, por voto, foi escolhida a polar. A segunda opção foi apenas um plus assim como a oferta de comida e vodka para quem não é fã das geladas. Também, cada uma das bandas recebera um pequeno cachê em forma de consumação que pôde ser retirado ao longo do festival.

Como se pôde observar, a divulgação do festival fora pesada, tendo múltiplos meios de comunicação sendo atingidos. Mensagens foram veiculadas nos jornais de Venâncio Aires, na rádio de Lajeado; Na internet, principalmente; e outros meios mais. O festival teve o apoio do Centro Musical Kroth, da Luthieria Drury’s, da Bittencourt calçados e da gráfica Traço.

A reação das bandas quanto ao festival foram extremamente positivas, tendo sido elogiados os organizadores por múltiplos fatores e, entre eles, o som, que é, de fato, a parte mais importante do festival.  A receptividade também fora muito aclamada pelos músicos convidados e, estes, sendo de 4 cidades diferentes. Outros diferenciais do festival foram a união entre as cidades que muitas vezes parecem se flagelar e a variedade dos estilos e bandas.

A primeira banda foi a Sequella, de santa cruz, que se fez presente no horário e tocou o seu repertório recheado de energia. Falando em energia, o Blackout ocorreu nos primórdios do show quando acidentalmente, ao desligar as luzes para a galera começar a curtir a noite, fora desligada também a energia da mesa de som.

Sequella

A segunda foi a Barba Ralla, a banda nova da cidade e que ficou em segundo colocado no concurso DeCasa – concurso promovido na cidade com o intuito não apenas de promover o rock n’ roll mas sim música, em geral. O detalhe é que, 99,9% das bandas que concorreram foram de rock n’ roll (interessante não?). A banda tocou um show também enérgico com seu repertório baseado nas nacionais onde pôde-se ouvir TNT e Capital inicial, por exemplo.

Barba Ralla


Antes de eu tecer mais um comentário sobre shows enérgicos paro para destacar que todos os shows foram extremamente enérgicos e muito presenciados. O porquê disso encontra-se no tempo de palco reduzido oferecido às bandas que cumpriu exatamente com o seu propósito.
A terceira banda a subir ao palco foi a Melancias Indigestas, banda com mais de 10 anos de estrada com 3 cds lançados e muito punk rock para agitar.



Melancias Indigestas
A quarta banda, também ‘das antigas’ na cena da cidade, foi sem sombra de dúvida a que mais atraiu fãs, deixando o espaço do salão quase todo ocupado. O repertório recheado de clássicos como The Doors,  Queen e The Who deixou o público com um enorme ‘gostinho de quero mais’ – sendo o tradicional “mais um” repetido 2 vezes em altos rugidos.

Tom Turbina

A quinta banda fora a Radio Source, banda nova no cenário com covers de EdGuy, Iron Maiden e Primal Fear. A banda havia sido muito requisitada por outro show. Ela fora muito esperada devido à ultima apresentação ter sido reduzida e muito prazerosa aos ouvidos dos metalheads, e, há um longo período de tempo.


Radio Source

A sexta banda a subir ao palco foi a So Rise, vindo diretamente de um show em lajeado, e, com o seu repertório de hardcore autoral saiu bastante aclamada pelo público que antes nunca tinha ouvido falar de uma banda que vive há menos de 30 minutos de distância da cidade.

So Rise

A sétima banda a atingir os canhões de luz foi a SiXX, de Gravataí. A presença de palco dos caras é fenomenal, incluindo sangue falso, maquiagens pesadas e muito movimento. Com o repertório recheado de Bullet For My Valentine e Avenged Sevenfold agradou muito os presentes – e também, o que mais fez a galera se destacar, System Of A Down.
SIXX


E a oitava e última banda foi a bastante conhecida Avalanche, com sua nova formação – contando com o guitarrista Alan Rossi e o batera Marcos Dessbesell da antiga Joker Dogs. A banda teve problemas nos primórdios do seu show pela ausência de distorção na guitarra, mas, com esse detalhe resolvido pelo guitarrista da Radio Source, tudo correu de forma melhor impossível. Com direito ao tradicional shot de whisky, a banda agitou um número extremamente elevado de fãs (levando em consideração que na finaleira muita gente vai embora por exaustão ou afins) em sua nova formação. Desejo muito sucesso porque, como citou o grande Top: “Enquanto existir eu e o Kurt a Avalanche vai seguir em frente e é isso aí, muito rock n’ roll!”. O show contou com a participação especial do Tiago Wachholz, atualmente da Radio Source e Ace Jester.

Avalanche



Em suma, o festival foi muito bem planejado e divulgado e quem se fez presente pôde notar isso – o festival foi feito por fãs para fãs. As próximas edições já estão sendo planejadas e fiquem de olho, em breve mais detalhes. 

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Stupid Little Dreamer IX

      Por motivos de ressaca e muito sono (essas férias da faculdade e não do trabalho sempre resultam nisso), minha coluna sai apenas hoje e talvez não seja grande coisa. To querendo terminar isso, me escorar na mesa e dormir. Mas, vamos nessa pois tem muito assunto.

      Primeiro, lamento a morte do Jon Lord, um dos maiores tecladistas do rock da história, que foi fundador do Deep Purple e revolucionário no seu instrumento, misturando a música clássica com um som pesado. A história dessa banda e de tudo que ela representa é muito extensa, por isso não vou me alongar muito aqui, provavelmente falarei mais sobre isso no meu tumblr quando a dor de cabeça tiver passado. Mas, é importante dizer que lá em 1968, quando foi lançado o álbum “Shades of Deep Purple”, Jon Lord já demonstrou um diferencial, distorcendo seu Hammond de uma forma nunca feita antes e colocando longos solos de teclados nas músicas, coisa que não era vista até o momento no mundo do rock.

      Já no “In Rock”, de 1970, o Purple demonstrava se destacar dentro do Hard Rock. Com a música Child in Time, Jon e Blackmore encantaram a todos com os duelos de guitarra e teclado que promoviam nos shows da banda, algo que se tornou clássico, e que é feito em todas as apresentações até hoje com a presença também do vocal de Ian Gillan. Deep Purple é uma baita banda, e Jon Lord foi um tecladista incrível! Fará muita falta... Eu, quando vi um show deles, infelizmente ele já não fazia mais parte.


      Mas, não vamos só de notícia ruim... Ontem foi aniversário do Geezer Butler, baixista do Sabbath. E a grande novidade é que começam a surgir boatos que talvez os deuses do metal venham para o SWU deste ano, junto com o Slayer e outras bandas que já falei aqui pelo blog. Isso seria, tipo... MUITO FODA! Mas, parece que o festival desse ano vai sacanear pessoas que trabalham e tem aula, pois vai acontecer durante a semana. Vou ter que me fuder, matando o trabalho e aula mesmo, pois nada é mais importante que o Black Sabbath!

      Agora pensando no que acontece por aqui. Sexta vai ter uma festa bem legal na Icon, com a banda Boa Noite Cinder, terceira colocada no Rei dos Gigs! A entrada é de graça!! Tá valendo muito a pena sair de casa e ver esse baita show, em? E no sábado, grande festa em Venâncio – Blackout Festival. Vai sair uma excursão aqui de Santa Cruz pra ninguém ficar sem ter como ir pra lá. Quem precisar disso, só dar uma olhada no grupo do festival.


      Tá, e pra encerrar, vou dar uma chance pro Marcio e colocar uma música que ele ficou triste de não ter comentado no Bad Apple dele, já que foi lançado meia hora depois do post ir pro ar! Novo singel do Mötley Crüe! Não poderia ter um nome melhor – SEX! Ouçam ai no vídeo a baixo, eu curti muito, mas deixo pro cara que é mais fã que eu comentar no post ai o que ele achou. No aguardo, Marcio.