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quarta-feira, 24 de abril de 2013

Entrevista com o Vampiro IV

     Como o prometido e como se é de praxe, quarta-feira é dia de coluna. Dessa vez o entrevistado é o grande Rafael Máximo, vulgo Bocão, da Subto Hellemento. Sem mais delongas (e sem reclamações sobre eu estar entrevistando apenas os meus conhecidos - pois eu entrevisto quem eu admiro e quem se dispõe a responder a entrevista) vamos à entrevista, meus caros leitores.

     Em primeiro lugar, conte um pouco sobre a sua trajetória (quando começou a tocar, por que começou a tocar, em que bandas já tocou, quantos lugares diferentes já tocou...) e influências:

     Minha 1º banda eu tinha 12 anos e era banda cover de Mamonas Assasinas. Se chamava Mingau com Aveia (aushuahsua). Depois tocavamos Acústicos e Valvulados e Tequila Baby, e, de lá pra cá sempre em bandas deste genero: o punk. Mas, na linha de Tequila e Ramones, todas as bandas que já toquei foram extintas de porto alegre. Sou natural de lá hoje em dia sou o vocalista da Subto Hellemento de V.A., com a minha banda atual já tocamos em Vera Cruz, Santa Cruz, Porto Alegre, Eldorado do Sul e Rio Pardo. Minhas influencias são muito diversificadas: Adoro muito Tequila Baby, Reação em Cadeia,  Creed e Linkin Park mas hoje o que eu mais escuto mesmo é A7X e Bullet for my Valentine.

Numa escala de 1 a 10, o quão interessado e aplicado no seu instrumento você acha que está?

Já fui mais. Hoje acho que fico no 5 mesmo.

Ãhn? Sei lá cara, to muito bêbado.

Também, em conjunto, tens interesse em aprender mais instrumentos e mais sobre música, som e gravaçoes?

Com certeza quero muito aprender a tocar bateria.

Sobre o seu equipamento: O estado atual, pretensões e o sonho de consumo.

Meu sonho de consumo é ter um bom equipamento para montar um bom estúdio aqui na nossa cidade.

Mamãe não pode saber que eu bebo, ok?

Sobre a sua trajetória, um orgulho e uma decepção.

Orgulho é de ter feito amigos em todo canto que tocamos. Decepção e com o público do rock de Venâncio pois estão estragando o cenário local.

Como era o cenário da região quando começou e como ele está agora?

Era simples mas era bom. As festas lotavam e o pessoal tinha a essência. Hoje em dia a gurizada só fica na frente bebendo e falando mal das festas.

E quanto às bandas da região, como acredita que estão se saindo?

Acredito que estão bem. Só é uma pena que certas bandas, só por tocar em dois ou três lugares, estão se achando os Pop Star. A musica a gente faz porque gosta e não por bens materiais.

Vivemos numa época ruim para a música boa no país? 

Para o rock, sim, negativo. Para a modinha é perfeita. Não entendo porque no Brasil as bandas boas de rock não vingam e no exterior dá certo. No nosso país só funciona o que é bonitinho ou se tiver uma bunda pelada.

Como andam seus projetos atuais e seus projetos dos sonhos? Compartilhe algumas idéias.

Gravar um cd e um clipe com minha banda atual.



O que você acha da iniciativa do blog: Comentários, Sugestões e deveras mais.

Perfeito, pois, abre o espaço para nós, músicos independentes.

Bate-bola Jogo Rápido, Bocão:

O que lhe despertou interesse em descansar as pregas vocais e passar para as baquetas?

Na verdade só quero aprender mesmo pois adoro baterias.

Bocão e seu futuro Professor de batera.
Com a subto hellemento, cite algum show que lhe marcou.
A primeira vez que tocamos em Rio Pardo, tipo, foi demais! Daí não deu dois meses e já fomos a banda mais votada pra tocar lá. Sempre quando vamos lá somos bem recebidos.

Ainda sobre a Subto Hellemento: como foi a estrada até hoje?

Muito difícil, principalmente aqui em Venâncio Aires, pois é um estilo que poucos conheciam e gostavam. Então foi muito difícil a aceitação acho que isso, até hoje, é.

Rock na Colina foi foda!

 Você citou que ‘a galerinha’ está cada vez pior. O que acredita que está faltando?
Pois é, uma boa pergunta (haha). Não sei te dizer o que esta faltando, pois, na minha época eu tinha mais vontade de ir nos festivais e de curtir. Hoje em dia isso falta neles.


Num país onde só faz sucesso se ‘tem bunda pelada’, o que lhe faz acreditar no rock?
Na verdade eu não acredito. Eu acho que eu preciso de rock - eu vivo rock e, pra mim, que se foda estes lek lek e bundas no chão. Eu quero é ver o oco e já eras. Não ligo se no mundo só eu sobrar pra ouvir rock. Enquanto eu estiver aqui, vou ouvir rock e fazer festivais nem que for pra mim mesmo.



Considerações finais, uma mensagem para a galera e meios para entrar em contato
Bom, minha mensagem é: escutem rock! Se você não escutou, escute ao menos uma vez e tire suas conclusões. Eu tenho uma amiga que só falava mal porque nunca tinha escutado. Hoje ela só escuta rock no celular dela. Curtam a pagina da Subto Hellemento no Facebook.




quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Entrevista com o Vampiro III

     Então, caros leitores, sei que andei ridiculamente atrasado nos prazos e na semana passada não saiu entrevista alguma, para os que esperavam. Me desculpo desde já, e, agora, os prazos não irão falhar mais pois todas minhas atividades fora do Blog deram uma acalmada. Bom, os que esperaram não irão se arrepender, o entrevistado dessa semana é o grande(deveras grande) Cristiano Seibt, o Cris, da DOZEDURO.

DOZEDURO no 1º AutoGiro MotoShow - Venâncio Aires

Em primeiro lugar, conte um pouco sobre a sua trajetória(quando começou a tocar, por que começou a tocar, em que bandas já tocou, quantos lugares diferentes já tocou...) e influências:

      Comecei a aprender alguma coisa aos 8 anos, com aulas de violão, mas nessa idade foi difícil de aprender e estudar música, muito novo e uma criança quer é brincar e quebrar o nariz em outro lugar, não no violão. Mas depois em 1986, aos 13 anos realmente comecei a estudar baixo e algumas aulas de violão.Nesse momento montei minha primeira banda, Divina Decadência, tocávamos punk rock, essa banda durou 1 ano e pouco.

Divina Decadência
Depois veio a banda Talvez um Dia, onde toquei com músicos mais experientes do que Eu e realmente aprendi muita coisa, Meu grande amigo e baterista Daniel Trapp e Sérgio Konzen guitarrista. Um grande momento de aprendizado.
Na sequencia veio a Banda ED, isso com meus 17 anos. Banda de rock, onde só tocávamos rock nacional e com músicas própias. Com a Banda ED tocamos por toda região em bares, boates e shows em festas tipo Expovale, encontros de motos, bares, etc...

Preciso citar que banda é?

Depois aos 17 anos montei a Nuvem Elétrica, um pouco diferente no som, rock nacional e internacional, mas durou 1 ano somente e logo voltamos com a banda ED, no qual ficamos juntos por mais uns 6 ou 7 anos, sempre tocando.
Nesse tempo toquei baile (Banda Arte e Manha), por 2 anos, acompanhei músicos solo, dupla sertaneja, banda de pagode (Sol Nascente) e tudo mais que possa imaginar.Foi uma época difícil e tocava pela grana mesmo, pois ajudava no meu sustento e de minha família. Nesse tempo sempre mantive a Banda ED.

Banda Arte e Manha
Depois larguei a musica por uns 4 anos, somente tocando um violão em casa e algumas festas de turma e coisas assim. Nesses 4 anos estive fora de VA, mas quando voltei começamos a se reunir e fazer um som. Com essa conheci um dos grandes parceiros musicais de minha trajetória mais recente até os dias de hoje, o grande batera Alexandre de Bortoli, que por incrível que pareça me acompanha até os dias de hoje na DOZEDURO.
Quanto a lugares, já passei por muitos, esses salões do interior da nossa região, todos, Salão Ruppenthal, Stertz, Gigante, Linha Hansel, sei lá mais quantos lugares.
Cidades onde passei tb foram muitas, Porto Alegre, Santa Cruz, Taquari, Guaiba, Ilópolis, Lajeado, Sapucaia e muitas outras por ai a fora.

Mas nesse caminho ficamos uns 2 anos passando trabalho e sem conseguir montar uma banda que conseguisse fazer um som legal. Até que em 2008 surgiu a DOZEDURO que vem comigo até hoje, com muito orgulho.

Numa escala de 1 a 10, o quão interessado e aplicado no seu instrumento você acha que está?

Sou muito interessado no baixo, uns 10 na escala.
Aplicado nem tanto, dai ficamos no 5 que ta bom demais. A preguiça mata o cara... rsrsrs


Também, em conjunto, tens interesse em aprender mais instrumentos e mais sobre música, som e gravações?

Eu toco um pouco de violão, arranho na guitarra e mais algumas coisinhas por aí.
Sempre tive o interesse no piano, mas esse projeto nuca saiu da minha cabeça mesmo. Quanto a gravações, é muito do meu interesse. Aprendi muito nesse ano nas gravações de nosso CD no estúdio onde gravamos, participando de todos os processos. Mas com certeza isso é uma das coisas que gostaria de fazer no futuro.


Gravando no MaquiStudio

Sobre o seu equipamento: O estado atual, pretensões e o sonho de consumo.

Meu equipamento é:
Amplificador Hartke Systems HA3500 = 350 wats.
Caixa 1x15 Gallien Krueger = 400 wats
Caixa 4x10 Gallien Krueger = 400 wats
Pedal Hartke Systems BassAttack
Booster
Baixo Fender Jazz Bass ´62 Reissue
Baixo Squier Fender Precision Special V
Baixo Yamaha RBX650
Meu sonho de consumo é um baixo Rickenbacker 4003, mas ainda chego lá.



Sobre a sua trajetória, um orgulho e uma decepção.

Me orgulho, com certeza, de tudo que fiz nessa minha trajetória até aqui.
Nunca se consegue agradar a todos, é isso que deixa a música tão incrível com ela é. Mas quando sai bem feito e você tem o reconhecimento, é fantástico. Já para decepção, sei lá, muitas coisas aconteceram por esses anos, mas é melhor deixar assim e ir adiante, sem ressentimentos.


DOZEDURO na Sunset

Como era o cenário da região quando começou e como ele está agora?

No começo, sempre foi terrível, nunca tinha lugar para tocar.
Alguns anos teve uma grande fase do rock, abrindo muitas portas em bares e boates.
Com a Banda ED passamos uns 2 anos tocando direto em tudo que lugar que você possa imaginar.
Festas de interior a shows em Lupus, Blue Bar, CIA Bar, Verde Bar, Porão, Feltens e outros tantos.
Hoje parece que tem mais lugares para tocar, principalmente se for de graça, sempre tem.
Mas na grande maioria são furadas sem infra- estrutura alguma.
Mas tem espaço, se fizer bem feito o povo aparece e se consegue fazer grandes festas sim.



Cris com a Banda ED

E quanto às bandas da região, como acredita que estão se saindo?


Sempre tem coisa boa por ai. Algumas bandas surgindo e outras que já estão no cenário a mais tempo.De bandas novas gosto muito da Refinaria, que toca um rock and roll muito bom.Eles estavam com dificuldade na formação mas acredito que agora eles vem com muita força.Um grande vocal, Negão, que passou rapidamente pela DOZEDURO, canta muito.Duas guitarras, Bolha e Airton que toca uma bela guitarra.Bomba no baixo e Léo na bateria. Essa gurizada vem para fazer muito barulho.Sempre achei e acho que tem muitas bandas que não se preocupam literalmente com nada.Se a caixa de som ta fazendo barulho(ruídos), deixa assim que é mais vintage... besteira, é falta de vergonha na cara de arrumar mesmo. Pedais fazendo aquela zoeira e td mais assim atirado.Uma boa caixa, um bom pedal, um bom instrumento faz muita diferença.E uma boa manutenção não faz mal a ninguém.Não precisa ser o melhor pedal, a melhor caixa, o melhor instrumento, se estiver tudo bem regulado, com uma boa manutenção, já está ótimo. Com certeza faz muita diferença.Muitas vezes é a falta de ter alguém para dizer, dar um toque, um conselho.Isso com certeza muda o status de uma banda, um pouco de talento também vai ser necessário.Mas sempre tem coisas boas aparecendo, e nunca deixaremos de ter boas bandas na região.


DOZEDURO no Doctor Pub

Vivemos numa época ruim para a música boa no país? 

Eu acho que temos muita música boa no Brasil, muitas vezes o que falta é saber procurar e escutar. Para começar, desligue o rádio, pois isso realmente é uma porcaria.

Procure na internet que tem coisas ótimas. As rádios on-line também são uma boa opção, pois temos muitas coisas legais rolando.
Bandas como Carro Bomba, Baranga e Cracker Blues, são um exemplo de boa música no Brasil atualmente, fora outras tantas.
Uma banda como as Velhas Virgens, que faz um trabalho inacreditável como independente, isso é uma grande solução que muitos procuram e serve de exemplo para todos.
Marcelo Nova, o grande frontman do Camisa de Venus, também trabalha de forma independente, e sempre com CDs, DVDs de primeira qualidade.
A boa música sempre vai existir, de uma maneira ou outra, sobrevive, e nós devemos achar ela e levar adiante, sempre.

Como andam seus projetos atuais e seus projetos dos sonhos? Compartilhe algumas idéias.

Meu único projeto é a DOZEDURO, e que levo muito a sério, como sempre falamos “um hobby com responsabilidade”.
A DOZEDURO é um Hobby muito sério e com muita responsabilidade.

Estamos com a banda desde maio de 2008, já gravamos 2 CDs demo e estamos finalizando nosso primeiro CD, que deve sair em maio de 2013, no aniversário de 5 anos da banda. Todo CD com músicas próprias, algumas regravadas dos nossos demos, e com uma cara um pouco diferente do que foi gravado anteriormente. Nesse ano de 2012 fizemos um pouco menos de shows devido a gravação do CD, que realmente toma um tempo muito grande da banda. Um grande sonho seria viver de música, mas isso depende de tantos fatores que nem da para se pensar muito nisso nos dias de hoje, mas... quem sabe um dia. Nesse ano que vem chegando temos muitas coisas legais para fazer com a DOZEDURO, se conseguirmos realizar tudo, com certeza será um grande ano para a banda e pessoalmente para Mim.


O que você acha da iniciativa do blog: Comentários, Sugestões e deveras mais.

O Blog tá com muita coisa legal, muita informação, agenda, reviews, shows e tudo mais, com certeza uma grande iniciativa e muito legal para as bandas da região fazerem divulgações e ficarem sabendo do movimento das bandas.


Bate Bola Jogo Rápido, Cris:

Durante a sua longa trajetória, você já tocou em tudo quanto é estilo e lugar. O equipamento oferecido pelos locais e o seu próprio equipamento, de época, como era em comparação a hoje?

Aparelhagem das boas...
Nossa, o cara toca em cada puleiro, que dai você já imagina o tipo de som.
Muitas vezes quando tocávamos com a banda de baile, tínhamos nosso próprio equipamento. Mas com banda de rock e outras já passamos muitas dificuldades. Eu comecei com um baixo Magnus, que é um remo com cordas, terrível. Uma caixa Frahm, que também é uma coisa de louco para se tocar baixo. Mas com o tempo veio um Giannini Arrow 04, uma caixa Palmer, Um Yamaha RBX650 1992, que tenho até hoje, e as coisas realmente foram melhorando. Mas era muito precário as coisas no começo. Hoje em dia as coisas são muito melhores, equipamentos bons, mesmo sendo importados a valores bem mais acessíveis. Os nacionais também não ficam muito longe, temos coisas boas sendo feitas aqui, os pedais e amplificadores hand made, os Luthiers fazendo instrumentos incríveis e sem deixar a desejar nada aos de fora. Tudo é questão de gosto e ver até onde seu bolso alcança.


Quanto ao seu gosto pessoal, cite algumas bandas que lhe influenciaram e influenciam no estilão.

Minhas principais influências são Made in Brazil, Camisa de Venus, Casa das Máquinas, Patrulha do Espaço, Velhas Virgens, Mutantes, e por ai vai.
Curti muito Metal e Trash nos primórdios, bandas como Slayer, Motorhead, Megadeth, e saindo um pouco do estilo, Van Halen, esse escuto até os dias de hoje e curto pra caramba o som deles. Mas sempre fui do rock nacional, Barão Vermelho e IRA! sempre achei demais. E principalmente do rock and roll nas bandas já citadas.


Quanto a estrada da DOZEDURO, poderias contar um pouco mais? Desentendimentos, formações e o sucesso que a banda suou para alcançar.
Badass!
A DOZEDURO começou em maio de 2008, Eu, Xandi, Seco e o Douglas.
Assim iniciamos a banda, fazendo alguns shows por ai. Depois de 1 ano e pouco de banda gravamos nosso primeiro CD demo. Logo depois resolvemos colocar mais um guitarrista, e esse foi o Dudu. Na seqüência aconteceu de o Seco mudar de Venâncio para Nova Petrópolis, o que atrapalhava muito o andar da banda, principalmente os ensaios eram prejudicados. Assim resolvemos tirar o Seco e procurar outro vocalista. A saída dele não foi legal, Ele ficou muito chateado e acho que não conseguiu entender os motivos, mas... Na seqüência entrou o Digão e a banda tomou um rumo legal e começou a acertar e direcionar mais a sua identidade, o que desde lá até os dias de hoje está muito bem encaminhada.
O lance do sucesso, não sei o que é isso, pois nos da banda nunca pensamos assim.
Temos sim um grande numero de amigos que realmente fazem a diferença em muitas ocasiões, e é claro, muitos que curtem nosso som por ai a fora.
E isso é muito bom, ver o trabalho ser valorizado.

A DOZEDURO é campeã de críticas, tanto boas quanto ruins. Acreditas que isso influencia no sucesso e trabalho da banda?

Críticas são sempre bem vindas, seja ruins ou boas. Para ser sincero, podem falar o que quiser sobre nosso som, shows, ou seja lá o que for.
Isso é bom sim, cada vez mais buscamos fazer nosso som da maneira como gostamos e decidimos fazer na banda, esse é um caminho que vem desde a formação até os dias de hoje, e não vamos mudar.
Quanto a ser campeã de críticas, isso é verdade?? Cara gostaria de saber quais são, e quantas são para sermos campeões... rsrsrsrsrs
Isso é bom ou ruim?? Quem escuta nosso som e vê nosso show pode responder por mim e por todos da banda.


Para quem quiser adquirir o CD da DOZEDURO ano que vem, como vão fazer para distribuir?

Ainda não sabemos como vai funcionar, mas com certeza através do facebook da banda, e-mail e com os integrantes, e alguns lugares já tradicionais deverão ter a venda o CD.
Mas isso ainda é coisa que não decidimos, ainda temos tempo depois para resolver.

Considerações finais, uma mensagem para a galera e meios para entrar em contato.

Escute o rock, a boa musica vale muito para a vida de uma pessoa. Eu curto muito todo esse mundo que envolve a música, sempre que posso dou uma mão para quem precisar, vou as festas de rock, na medida do possível, para prestigiar e dar uma força para todas as bandas. E vivo isso diariamente, escrevo sobre música em um jornal aqui de Venâncio Aires, e sempre apoio os eventos, escuto musica diariamente, e curto tudo isso. Com certeza não vivo sem a música. Um bom show, com certeza não tem preço. Um bom rock com certeza melhora seu astral e sua vida. Curta o rock and rolll, para sempre.


Contatos: Email / msn: e-guias@hotmail.com
Nesse endereço tem todas músicas da DOZEDURO já gravadas até hoje, demos. Uma das novas músicas que vai entrar no nosso novo CD, Rockstar. E tem 3 músicas da Banda ED gravada em 1991, que por curiosidade vale dar uma escutada.


     Hugs galera!



quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Entrevista com o Vampiro II

     Então, galera, seguindo o cronograma que programei para as minhas postagens, esta semana eu estarei postando a entrevista que eu fiz com o mítico Rafael Leonhardt. Espero que todos curtam.

Essa eu roubei do face :B

Em primeiro lugar, conte um pouco sobre a sua trajetória (quando começou a tocar, por que começou a tocar, em que bandas já tocou, quantos lugares diferentes já tocou...) e influências:

Phoenyx
Bom, eu comecei a tocar com 16 anos, o primeiro teclado que eu tocava era emprestado da minha prima.Usei ele por 2 anos até que eu comprei meu primeiro teclado (Roland E16) o qual tenho até hoje.Depois com 21 anos eu comprei outro teclado (Korg X50).

Decidi começar a tocar porque meu avô era gaiteiro  e apesar de nunca te-lo conhecido meu pai me falava muito dele, e quando ele falava sentia muito orgulho por ele ser gaiteiro.Então por esse motivo escolhi um instrumento de teclas, no meu caso o teclado.
A primeira banda que toquei foi a Aftebirth, já com meus 17 pra 18 anos, banda de Heavy Metal. No total toquei em várias bandas (Phoenyx, Mysteria, Embrio, Tom Turbina, Silverstone).

Já toquei em algumas cidades: Santa Cruz, Venancio Aires, Porto Alegre, Lajeado.
Tenho varias influencias dentre elas, Deep Purple, Led Zeppelin, Black Sabbath, The Doors, EdGuy, Avantasia, Dream Theater, entre outros.

Numa escala de 1 a 10, o quão interessado e aplicado no seu instrumento você acha que está?

Interesse com certeza é nota 10, pois eu sempre tento me atualizar e aprender coisas novas.

Aplicado eu diria nota 6, porque não tenho muito tempo para me dedicar e praticar em casa, geralmente para as bandas eu tiro as músicas em um dia e depois só toco elas de novo no ensaio.

Também, em conjunto, tens interesse em aprender mais instrumentos e mais sobre música, som e gravaçoes?

Tenho muito interesse em instrumentos de cordas, arranho um violão de vez em quando na minha casa.

A respeito de música, eu estudei muito.Estudava teoria direto, li muitas partituras, escalas, exercícios, muita coisa mesmo.

Sobre o seu equipamento: O estado atual, pretensões e o sonho de consumo.

Esse teclado é lindo *-*
O equipamento que geralmente eu utilizo em shows é o Korg X50 e o Rolang Ax Synth, esse ultimo sempre pego emprestado do meu velho amigo Herdina.

Cara meu sonho de consumo é um Korg Kronos, quem sabe um dia!!!

Sobre a sua trajetória, um orgulho e uma decepção.

Me orgulho de todas as bandas que passei e que faço parte, não posso dizer que tive alguma decepção tocando, porque tudo que acontece numa banda, num show ou ate mesmo  ensaiando que muitos acham uma decepção, eu considero um aprendizado.

Silverstone

Como era o cenário da região quando começou e como ele está agora?

Essa me dá água na boca (BA DUM TSS)
Cara o cenário na região nunca foi bom para o estilo que eu curto tocar, mas ultimamente o mercado esta se abrindo mais para o estilo.Tenho esperanças que melhore cada vez mais.

E quanto às bandas da região, como acredita que estão se saindo?

Gosto muito das bandas da região, não importa o estilo que toquem gosto de todas,a galera se puxa pra valer.

Um bom exemplo disso é o Vênus Rock. Só tenho a elogiar todas as bandas que tocam nesse festival, porque além de dedicação os caras vestem a camisa pelas suas bandas e isso meu amigo é muito bom de ver.

Vivemos numa época ruim para a música boa no país? 

No nosso país eu nunca vi uma época boa de musica boa (hehehe), não estou  dizendo que não existe musica boa aqui, apenas que as musicas boas na minha opinião não são valorizadas.

Como andam seus projetos atuais e seus projetos dos sonhos? Compartilhe algumas idéias.

Sempre tenho projetos de músicas e melodias, elas estão lá gravadinhas no HD do meu micro, um dia vou usar elas.

E o projeto dos sonhos é fazer sucesso com uma banda tocando musicas próprias, acredito ser o sonho de todo músico.


O que você acha da iniciativa do blog: Comentários, Sugestões e deveras mais.

Uma ótima iniciativa, eu acho importante poder expor opiniões e também poder ver as opiniões sobre as bandas que toco, bandas da região que eu curto e pessoas que fazem parte desse meio.

Bate-Bola Jogo Rápido, Rafael:

Como podemos ver, você é um cara muito aplicado e cheio de boas influências. Tu não acha que às vezes falta um pouco de empenho por parte dos organizadores de festas/festivais?  Mesmo com a galera vestindo a camisa e correndo atrás, ainda não falta uma pimentinha nas cidades?

Ainda uma Garotinha Piá, e fazendo muito Rock!
Na maioria das vezes os festivais ou festas são organizados por integrantes de bandas, e nesse caso não tem muita experiência em organizar uma festa, às vezes isso é um problema, mas na maioria dos casos a festa/festival é um sucesso e por um bom tempo elogiado.

Mas na grande maioria o que eu vejo que falta é mesmo uma boa divulgação até para outras cidades para movimentar um pouco o pessoal que curti esse estilo.

Vai dizer que não é interessante conhecer pessoas de outras cidades com idéias diferentes e até mesmo estilos diferentes?? Eu pessoalmente curto isso.

O cachê é aquele momento mítico que alguma coisa além da galera de ouvido alimentado a música nos proporciona. Já chegou a ganhar algum?

Com certeza já ganhei cachê, muito tempo eu toquei em barzinhos na noite e além da cervejada que nós tomávamos, também ganhávamos cachê.

E até mesmo com a Tom Turbina, em varias festas que tocamos, nós ganhamos cachê.

Sempre achei que o Ax Synth fosse de tua posse. O Herdina é gente boa e entende muito de música. No que esse cara te influenciou ao longo da trajetória de tecladista?


Não o Ax Synth é de posse do Herdina, e pra quem não sabe que teclado é esse, eu costumo falar que eu pareço o cara dos Menudos tocando com ele hsuahsuahsuha.

Cara e o Herdina é um irmão pra mim, respeito muito ele e com certeza ele é o cara que me passo muita coisa a respeito de musica, tanto na teoria como execução. E que na minha opinião ele é o melhor tecladista da cidade.

Qual o seu riff favorito de todos os tempos?

Feeling, Bro!
Vixxi tem vários!!!!

Um deles é da musica Right Now do Van Halen, outro é da Cascades I´m Not Your Lover do Deep Purple.

E a Tom Turbina, ainda se reúne pra tirar um som?

A Tom Turbina ta meio de férias hehehe, mas nós nos reunimos a alguns dias e conversamos bastante sobre alguns projetos e músicas. Para aqueles que curtem a Tom Turbina podem ficar tranqüilos que provavelmente em 2013 nós vamos voltar aos palcos.


Considerações finais, uma mensagem para a galera e meios para entrar em contato.

Cara primeiramente eu quero te parabenizar pelo blog, curti bastante a história, idéias e entrevistas.

E quero pedir pra galera das bandas aqui da cidade para se unir, vamos fazer mais eventos, mais festas, vamos agitar mais essa cidade. A Tom Turbina e a Silverstone com certeza vão aparecer pelos palcos da City.

Pra galera que ta afim de entrar em contato, tem meu perfil no face com o nome de Rafael Leonhardt e meu MSN rafakurt@hotmail.com

Abração!!!

Não dá pra abraçar e tocar teclado ao mesmo tempo, mas ele deseja um de coração a todos os rockers que lêem o blog.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Entrevista com o Vampiro I

     Bom galera, nas próximas semanas estarei com uma coluna nova. Sim, vocês leram direito, nas próximaS   semanas estarei com uma coluna nova. O propósito desta coluna é não apenas ceder um espaço para os artistas da região se expressar, mas, também, para os fãs conhecerem um pouco mais sobre a galera e os princípios dos rockeiros da região. Também, não quero ouvir comentários sobre plágio ou afins pois dediquei algum tempo da minha semana planejando e entrevistando alguns seres pois de fato, sim, é muito parecida com uma coluna antiga do Blog - a das 20 questões. A principal diferença é que esta consiste de uma parte padrão e uma parte informal, para trazer informações concisas e de cunho geral e, logo após, uma parte mais pessoal, para compartilhar experiências e trazer um benefício ao leitor(uma espécie de i told you so caso alguém passe por certos impasses).

     Bom, chega de introdução. Acredito que na prática tudo será melhor entendido e, caso não, sempre haverá os comentários para quem quiser dar uma palavra. A pessoa que escolhi para iniciar este quadro novo é um cara que eu respeito muito desde que conheço e que entende muito de música. Sim, de fato, comecei a coluna com um conhecido, mas não pensem que a coluna está limitada a essa classe de pessoa - É uma coluna para todos os músicos de respeito. Enfim, o primeiro a participar dessa coluna é o Marcos Dessbesell, atual batera da Avalanche.

Gnomo para os íntimos

Em primeiro lugar, conte um pouco sobre a sua trajetória (quando começou a tocar, por que começou a tocar, em que bandas já tocou, quantos lugares diferentes já tocou...) e influências: 
     
Meu inicio na musica, foi a vários anos atras, toquei uns 8 anos de flauta em orquestra, e depois cerca de meio ano de violino. Isso foi bom, me deu uma boa base de tempo, e coisas do gênero. Mas o inicio na bateria foi no colégio mesmo, 7ª, 8ª, talvez 6ª série, nunca me recordo direito. Havia um dia onde havia apresentações diversas, e me convidaram pra tocar nisso. Até esse dia nunca havia tocado nada de bateria, mesmo assim aceitei, se não me falha a memória, as duas primeiras musicas que eu toquei foi “A mais pedida” do Raimundos, e “Eu vi uma barata”, do Hey Hey Jump. Foi legal. Nesse tempo era eu e dois guitarristas. Depois de um tempo um desses guitarristas saiu, e a gente acabo formando uma banda que tocava basicamente new metal. Linkin park, SOAD, coisas assim. Mas só tocamos no colégio mesmo. O nome da banda era Carekation. Se não me engano se escrevia assim.  

Zehn & Cia
Ao mesmo tempo toquei em outra banda do colégio, a Zehn & Cia, que tocava musicas mais pop. Depois disso fiquei um tempo sem banda, mas sempre tocando na banda instrumental do colégio. Depois disso formei uma outra banda, Joker Dogs, que tocava basicamente clássicos do rock. Com esses caras fiz vários shows legais pela região. Dentro desse tempo também tinha uma banda de punk rock/indie rock. A Dealer. A gente tocou numa festa dentro da minha escola, e acho que foi isso. Mas era um som bom de fazer.


OMVA (tá faltando eu nessa foto :/)


Final de 2010 eu assumi as baquetas da Orquestra Municipal de Venâncio Aires (OMVA) a pedidos do Maestro da minha escola(que também é maestro da OMVA).


Joker Dogs
No meio desse ano, depois da Joker Dogs acabar de vez(após muito tempo de indas e vindas, e trocas de formação), recebi um convite pra tocar na minha atual banda, a Avalanche, conhecida de todos, suponho. É uma puta duma experiência legal, os caras são parceiros de mais, além do som ser meu preferido: Hard Rock. Além do Hard, curto vários outros estilos, não me interesso muito por um especifico, tento manter a mente aberta, tudo o que é bom, pode ser aproveitado.




Numa escala de 1 a 10, o quão interessado e aplicado no seu instrumento você acha que está?

Interessado 10, nunca parei de ler sobre, mas aplicado, chuto uns 4. Até pela faculdade, e alguns outros problemas de saúde recentes, só sento atrás de um kit de bateria pra ensaiar na OMVA, ou na Avalanche. 

Também, em conjunto, tens interesse em aprender mais instrumentos e mais sobre música, som e gravações?

Interesse tenho, e muito. Já fiz aula de violão, ainda lembro sobre partituras e algo do gênero dos meus tempos de flauta e violino. Mas o que eu mais ando estudando é sonorização, gravação, coisas desse gênero. É algo que me interessa já faz quase 2 anos. E penso ser realmente importante para um musico saber mexer, o mínimo possível com som, pra não ser passado para trás por algum vendedor, técnico de som, até pra não passar aperto em determinadas situações.

Sobre o seu equipamento: O estado atual, pretensões e o sonho de consumo.

Marquinhos e seu set 'completo'
Eu tenho uma bateria Kashima, bem simples(12”,13”, 16”, 22”, caixa de latão 14 x 5,5”), com peles variadas. Uma caixa da RMV 14x6,5”, com peles rmv, pedal duplo da RMV (que será trocado muuito em breve), Pratos são Krest, Crashs 16”, 17”, 18”(o ultimo rachado), ride 20”, chimbal 13”, splash 10”, todos da linha fusion. Um china 16” linha brilliant. Ainda um crash/ride da Octagon, linha Groove, de 19”. Estantes de prato são genéricas(muito em breve serão trocadas também). Maquina de chimbal PDP. Estante de caixa marca genérica, Cowbell ADAH, e meia lua de marca genérica. Além de toda essa tralha bateristica, tenho um violão gianinni, mesa de som Berhingher, microfones Yoga, 1 Shure Beta 58 a, um Beta 87 a (esses dois últimos em conjunto com o Samuel Bertram), alguns pedestais de microfone, e muitos, mas muuitos cabos. Pretendo até inicio de novembro trocar pedal, e alguns pedestais de prato, e comprar alguns microfones novos. Mas a grana ta complicada.

Sobre a sua trajetória, um orgulho e uma decepção.


Orgulho é ter em alguns casos meu trabalho reconhecido, mesmo não sendo o cara mais popular da região, me sinto feliz em ter sido chamado pra avalanche, penso que isso mudou um pouco meu jeito de pensar.

Decepção é não conseguir viver da musica. Esse pais é foda, e o que mais me deixa triste é a piazada de hoje em dia achando que tudo é as mil maravilhas, e tocam por ai em troca de uma cerveja, quando ganham ela. Isso me decepciona profundamente, é foda viver da musica, sem se prostituir.

Como era o cenário da região quando começou e como ele está agora?

Dealer
Até onde eu lembro o cenário era forte pra caralho, já acontecia o famoso Venus Rock Festival(que já chego na sua 10ª edição), e havia ótimas bandas. Hoje eu o vejo ainda forte, claro que, muitas bandas que tão ai, antes do primeiro show ensaiaram meio mês, se não menos. Não querendo ser excessivamente critico, e chato, mas deve existir bom senso nas bandas de hoje. É foda tu ir ver um show, e os caras ainda não se entrosaram direito, tão tocando a 1 mês. Um baita exemplo a ser seguido é a Dona Godiva, aqui de Venâncio, antes do primeiro show eles estavam ensaiando a um ano, se não me engano, e o primeiro show deles foi fodasticamente fantástico, os caras estavam super entrosados, e com repertório pra dar inveja a qualquer banda que toque anos 60, 70, 80. E hoje em dia ta fácil de conseguir lugar pra tocar, tem festival em tudo que é canto da região, santa cruz tem rock todas as sextas, sem contar sábados, em Venâncio tem de 3 a 4 que tão direto sendo organizados, isso é ótimo, desde que parem com essas briguinhas patéticas de “Mas esse mês tem o meu festival”, “ mas assim é fácil, ele pego tudo pronto”. O negócio é se unir, fortalecer a cena rock, e não brigar entre si, e querer um ferrar com o outro.



E quanto às bandas da região, como acredita que estão se saindo?

Muito bem, mesmo muitas acabando, tem varias voltando a ativa, e varias que continuam mostrando seu valor. Dozeduro ta ai pra representar e muito bem a cidade/ região. Tem a Vade Retro que ta voltando, Subto Hellemento tocando metal moderno. Caution sempre representando bem o punk. Bandas não faltam, isso se pode ter certeza, nível técnico nem se fala. O que eu vejo que falta, é presença de palco muitas vezes. Quem viu um show da Dozeduro, e em seguida outro show, sabe do que eu to falando.

Marquinhos é fã da Doze \m/

Vivemos numa época ruim para a música boa no país?

Depende no que teus ouvidos focam. Se tu pensar em sertanejos, pagodes e afins... SIM, é a pior época da musica. Mas isso é puramente mídia. Tira o dinheiro que se paga pra essas bostas tocarem em radio, e vejam se não vai cair no esquecimento, e aparecer outra coisa pra alucinar as pessoas. O problema, é que eu vejo todo mundo criticando, criticando e criticando, mas apoiar a sua cena local, é muitas vezes complicado. Ir por exemplo na Sunset na sexta, onde muitas boas bandas vão tocar a galera não quer. Pagar 10 pilinha pra ajudar a cena não rola. Mas pagar 100 conto pra ver um show de uma banda que muitas vezes não é reconhecida no seu próprio pais, o pessoal faz. Daí não consegue entender porque tem tanta banda acabando, tanto musico desistindo do rock, e indo tocar em bailão, em bandas de sertanejo.

Como andam seus projetos atuais e seus projetos dos sonhos? Compartilhe algumas idéias.

Seduzindo
Meus projetos atuais são OMVA e Avalanche, e estão indo bem. Pro futuro ainda quero fazer uma banda com o Samuel Bertram... Um dos nossos 1823091273812738 projetos algum dia irão sair. Mas meu maior sonho é conseguir tirar uma grana com a musica, que realmente me ajude em alguma coisa, nem que seja pra comprar meus equipamentos.

O que você acha da iniciativa do blog: Comentários, Sugestões e deveras mais.

É uma baita de uma iniciativa, é aqui que o pessoal pode ficar sabendo das festas, bem como dos músicos, bandas, outras informações que como musico, ou amante da musica são legais de saber. Pena que tem gente que ainda      consegue criticar uma iniciativa dessas.

Bate-bola Jogo Rápido, Marcos:

Sobre a orquestra municipal de Venâncio Aires, o quanto isso lhe acrescenta de experiências interessantes da vida na estrada?

Não sei se diria interessantes. Mas agora eu sei onde fica André da Rocha por exemplo(a varias horas de viagem de Venâncio). Muitas vezes se aprende que é bom sempre levar um “kit de primeiros socorros”, com fita isolante, alicate, chaves de fenda, espuminhas pras estantes de prato... coisas do gênero que muitas vezes acabam  sendo necessárias a noite, numa cidade estranha pra você.

Se juntar à Avalanche mudou seu jeito de pensar em que sentido?

Avalanche!!!
Mudou no sentido de que não é só o meu mundinho que me vê saca? Hoje em dia com a internet todo um mundo pode te ver, não é só tua cidade que pode te conhecer, mas um mundo todo. 

Você considera a mente aberta à música em geral importante?  

Certamente.  Quem se fecha em um determinado estilo, para mim, não pode crescer musicalmente, vai sempre precisar procurar por bandas do seu estilo, e o que vai poder fazer quando aparecer aquela oportunidade boa pra cacete de ganhar a vida como musico, tocando em uma big band por exemplo, e o cara sempre toco metal, e não sabe fazer um groove simples e sólido?   


Já passou por alguma situação constrangedora onde o seu conhecimento de som ajudou a superar o problema?

Algumas. Mas normalmente são coisas pequenas, como ajeitar o posicionamento de um microfone, ajeitar retorno junto com o cara do som. Mas me lembro de uma situação em especifico, que acabamos fazendo um festival de ultima hora com uma banda amiga nossa, pois o festival que eles iriam fazer com outra banda acabou sendo cancelado. Acabei me virando e fazendo todo o som do evento, em uma tarde só. Além de alguns outros que também fiz som.

Além da bateria tu também tem a mesa e os microfones. É muito complicado, constrangedor ou irritante que a banda se reúna sempre na sua humilde residência?

Não me sinto irritado, ou constrangido, acho legal. Gosto de cuidar do som, mecher com cabos, microfones, coisas do gênero. O único detalhe chato, é quando uma antiga banda(que não direi o nome) ficava todo o ensaio pedindo de montão da Joker Dogs (uma mistura de todos os salgadinhos que tinham  na casa). De resto, é bem tranquilo.

Considerações finais, uma mensagem para a galera e meios para entrar em contato

Obrigado pelo convite pra entrevista... É mais uma ótima iniciativa que esta sendo retomada. Pro pessoal que lê o blog, “PORRA, vão pros shows, vão prestigiar as bandas da região, tem muita banda foda por ai, que muitos nem devem conhecer. Não da pra reclamar de algo, sem tentar mudar ele primeiro.”

Quem quiser trocar uma idéia, marcosd_gnomo@hotmail.com, ou mdessbesell@hotmail.com. Ou só me procurar no facebook, Marcos Dessbesell.

Abraço a todos, e viva o rock!