Olá! (Eu sou o Goku, só que não)
Estamos, como podem ver, tentando ir um pouco além de só ser um alto falante daquilo que chega até nós, ou dos eventos que pedem nossa ajuda na divulgação. Acho que eu posso mais, que nossa equipe de amigos daqui pode mais. E seguindo esse pensamento, chegou a minha vez de escrever a minha "coluna".
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Alguns dias atrás me deparei com uma matéria/relato/documentário muito legal, e acho que vem muito à calhar pra quem está a fim de começar a fazer um trabalho mais sério com sua música. É fato notório que ter um meio de divulgação eficaz, um perfil (ou algo semelhante) sempre atualizado e com produção de material constante (não precisa ser em alto ritmo, mas sim constante) é um diferencial enorme para uma banda. Já comentei aqui, e pretendo abordar mais esse assunto, que apesar de muita gente se esforçar em prol de sua banda de garagem, não conseguem passar disso, uma banda de garagem, mas ambicionam terem seu status elevado, querem um dia ganhar um bom cachê para tocar, gravar um disco, tocar em alguma rádio, ou fazer uma turnê por aí, lotada. Possível, claro que é, depende da música, mas também depende muito da produção em torno da banda. Não pode-se esperar ser levado à sério e pagar de artista, se a banda peca na sua divulgação, atrasa os horários marcados, chega para tocar sem equipamento, enfim, me vêem tantas coisas que já vi por aí de bandas "conceituadas" da região, que me falta espaço em um texto só. Um pouco disso já comentei tempos atrás quando conversei com a gurizada da Devilcrusher, que além de fazer um som que me agrada bastante, é perfeita nesse jogo feito fora do palco, que é a produção. Veja mais aqui.