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segunda-feira, 13 de maio de 2013

Blackout fez história na Sunset!

Os organizadores. Mataram a pau!

      Exatamente um ano após a Sunset lotar para a final do Rei dos Gigs, mas uma vez o rock fez a diferença na noite santa-cruzense. Na mesma casa, aquela que dá oportunidade para noites assim ocorrerem, houve lotação para assistirem oito bandas na segunda edição do Blackout Rock Festival. E, acredito que todos aqueles que passaram ali pela Gaspar aquela noite, se surpreenderam. Eram nove horas e as ruas já estavam lotadas de cabeludos com camisetas pretas.

      Por todos os cantos, uma hora após a abertura das portas, haviam pessoas empolgadas com a grande noite que viria. Para abrir, duas bandas de Santa Cruz que são relativamente novas. Porém, Potato Chips e New Plague têm sido, provavelmente, as que mais tocam na atual noite da cidade. E, mostraram o que essa presença constante no palco tem feito. Entrosamento, boa atuação de palco e um público fiel. A música, de estilos bem diferentes. Porém, ambas já investem em trabalho autoral para ir ganhando mais espaço. Ótimas notícias. Em covers, a Potato mais no lado indie e a New Plague no new metal.

Potato Chips abrindo a noite!

New Plague promoveu a primeira bateção de cabeça da noite

































Cantar Queen não é pra qualquer um
      Vou dizer, deu orgulho de ver a festa lotada tão cedo e com o público curtindo e aplaudindo os shows das bandas daqui. O show da New Plague acabou antes das 11 horas e a lotação já era de auge das noites que começam pela uma da manhã. Na sequência, tocou a primeira banda de fora, abrindo o lado venâncio-airense da festa.

      A Tom Turbina havia sido o grande destaque da primeira edição do Blackout, quando tocou em casa. Nesta vez, veio pra encantar o público de Santa Cruz. O ambiente estava totalmente lotado para ver os diversos covers. Led Zeppelin, Queen, Nazareth e Deep Purple fizeram a Sunset cantar e aplaudir com força a qualidade musical destes caras. Infelizmente, nesta vez não vimos o teclado ser tocado daquela maneira diferente que tivemos na primeira. Mesmo assim, um grande show!

      No intervalo das bandas, muita cerveja - que de forma excelente, foi vendida em fichas e não por comanda - e pasteis! Sim, a Sunset estava vendendo pastel e batatas fritas para o público. Para a festa ser perfeita, só faltou mesmo a venda de cerveja 600ml. Para grande parte do público que veio de fora para curtir o festival, isso foi uma grande decepção.

      Começando a história de grandes voltas e superação, era hora do show da Vade Retro. E aí eu já estava bem bêbado. Foi diferente, já que o vocalista e guitarrista, Geferson, tava com o joelho machucado e teve que fazer boa parte do show sentado. Mas, como de costume, a banda agitou bastante, fazendo todos baterem cabeça e curtirem muito o metal dos caras! O encerramento, com Fairies Wear Boots do Sabbath, fez todos cantarem juntos e ficarem com a expectativa para o cover da banda do Ozzy que logo viria.

Lesionado, Geferson não abandonou sua responsabilidade com o metal
      A festa teve sequência com outra banda que fez sucesso na primeira edição do Blackout. A tão esperada volta da Avalanche foi recompensada com um baita show e as primeiras rodas punk. O set list, no começo, deu ênfase ao hard rock. Porém, ao final, os tradicionais covers de Matanza agitaram o público. Wesley encaixou muito bem na banda, que - na minha opinião - foi a grande alegria da noite. Nada como ver Top Gun e Kurt de volta aos palcos!

O maquiado Top está de volta!
      Como já falei, eram muitas bandas e eu já estava bem bêbado. Vi o show da Revolta XXI, porém não tenho muita autoridade para falar. Só sei que todos estavam curtindo bastante, inclusive os integrantes da banda. Bom receber gente fora que faça shows marcantes nessa sua visita. Estamos abertos a quem quiser falar mais sobre estes shows nos comentários.











      Das quais conheço mais e acompanhei os shows, falo para encerrar. A Deep Sky, que há anos não víamos tocando por aqui, veio para promover momentos de nostalgia. Um grande show apenas com clássicas do Sabbath! No clima que vivemos, com show dos Deuses do Metal confirmado em Porto Alegre e novo CD vindo por aí, algo assim foi ideal para a noite. War Pigs fez eu já me imaginar na noite de nove de outubro em Porto Alegre curtindo Ozzy, Iommi e Geezer.

      A última banda da noite foi a Vizzer. E que grande show! Composto de clássicos do grunge e do metal, a banda de Jaeguer e Chester fechou com autoridade esse grande festival. Moshs, rodas punk, bateção de cabeça e muita qualidade. No bis, como não havia mais bandas para tocar, os caras foram longe. Até o Cláudio - dono da Sunset - pediu um som para eles.

Quatro da manhã, e a Sunset ainda a toda! Olha eu ali...
      Vários pontos bons para destacar nesse grande festival. Cerveja em fichas foi um acerto. Pastéis também. Ótima organização, com tempo certo para as bandas e sem grandes demoras. Não tivemos demora nas filas pra entrar e nenhum outro grande problema. A única coisa que sinto falta mesmo, é mais opções para beber. Cerveja 600ml e 1 litro é ideal para festas de rock. No resto, aguardo ansiosamente pelo Blackout 3!

Porco Aranha...
Agradecimento a Leíne Bertotti, pelas belas fotos, e aos organizadores Top Gun e Raul Geller.

domingo, 28 de abril de 2013

Tom Turbina - Atração do II Blackout Rock Festival


    Voltando hoje com mais uma banda da região, que se apresenta no II Blackout Rock Festival, na Sunset, no dia 03/05.


    A Tom Turbina, banda venancio-airense, retomou seus ensaios em março especialmente para subir ao palco do Blackout. A banda foi um dos destaques da primeira edição, com um repertório extraordinário, tocando músicas dos anos 80 e 90, mas sendo estas raras de serem vistas por aí, muto devido à complexidade e também pelo estilo.
 
    O repertório da banda conta com The Doors, The Who, Queen, Nazareth e outros clássicos nessa linha. Chama muita atenção na banda o Rafael e o seu equipamento místico, que te faz estranhar tudo no momento que ele sobe no palco, e depois te deixa de boca aberta com o som que sai de seus teclados/sintetizadores. A banda ainda conta com mais um teclado no palco em algumas músicas, e tudo deixa claro que os caras são bons.


   Não encontrei material dos caras no youtube, então, creio eu, que terão que se contentar, e acreditar, na minha palavra, na do Raul, de que os caras são bons, e um prato cheio pro público que gosta dos anos 70 e 80.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Entrevista com o Vampiro II

     Então, galera, seguindo o cronograma que programei para as minhas postagens, esta semana eu estarei postando a entrevista que eu fiz com o mítico Rafael Leonhardt. Espero que todos curtam.

Essa eu roubei do face :B

Em primeiro lugar, conte um pouco sobre a sua trajetória (quando começou a tocar, por que começou a tocar, em que bandas já tocou, quantos lugares diferentes já tocou...) e influências:

Phoenyx
Bom, eu comecei a tocar com 16 anos, o primeiro teclado que eu tocava era emprestado da minha prima.Usei ele por 2 anos até que eu comprei meu primeiro teclado (Roland E16) o qual tenho até hoje.Depois com 21 anos eu comprei outro teclado (Korg X50).

Decidi começar a tocar porque meu avô era gaiteiro  e apesar de nunca te-lo conhecido meu pai me falava muito dele, e quando ele falava sentia muito orgulho por ele ser gaiteiro.Então por esse motivo escolhi um instrumento de teclas, no meu caso o teclado.
A primeira banda que toquei foi a Aftebirth, já com meus 17 pra 18 anos, banda de Heavy Metal. No total toquei em várias bandas (Phoenyx, Mysteria, Embrio, Tom Turbina, Silverstone).

Já toquei em algumas cidades: Santa Cruz, Venancio Aires, Porto Alegre, Lajeado.
Tenho varias influencias dentre elas, Deep Purple, Led Zeppelin, Black Sabbath, The Doors, EdGuy, Avantasia, Dream Theater, entre outros.

Numa escala de 1 a 10, o quão interessado e aplicado no seu instrumento você acha que está?

Interesse com certeza é nota 10, pois eu sempre tento me atualizar e aprender coisas novas.

Aplicado eu diria nota 6, porque não tenho muito tempo para me dedicar e praticar em casa, geralmente para as bandas eu tiro as músicas em um dia e depois só toco elas de novo no ensaio.

Também, em conjunto, tens interesse em aprender mais instrumentos e mais sobre música, som e gravaçoes?

Tenho muito interesse em instrumentos de cordas, arranho um violão de vez em quando na minha casa.

A respeito de música, eu estudei muito.Estudava teoria direto, li muitas partituras, escalas, exercícios, muita coisa mesmo.

Sobre o seu equipamento: O estado atual, pretensões e o sonho de consumo.

Esse teclado é lindo *-*
O equipamento que geralmente eu utilizo em shows é o Korg X50 e o Rolang Ax Synth, esse ultimo sempre pego emprestado do meu velho amigo Herdina.

Cara meu sonho de consumo é um Korg Kronos, quem sabe um dia!!!

Sobre a sua trajetória, um orgulho e uma decepção.

Me orgulho de todas as bandas que passei e que faço parte, não posso dizer que tive alguma decepção tocando, porque tudo que acontece numa banda, num show ou ate mesmo  ensaiando que muitos acham uma decepção, eu considero um aprendizado.

Silverstone

Como era o cenário da região quando começou e como ele está agora?

Essa me dá água na boca (BA DUM TSS)
Cara o cenário na região nunca foi bom para o estilo que eu curto tocar, mas ultimamente o mercado esta se abrindo mais para o estilo.Tenho esperanças que melhore cada vez mais.

E quanto às bandas da região, como acredita que estão se saindo?

Gosto muito das bandas da região, não importa o estilo que toquem gosto de todas,a galera se puxa pra valer.

Um bom exemplo disso é o Vênus Rock. Só tenho a elogiar todas as bandas que tocam nesse festival, porque além de dedicação os caras vestem a camisa pelas suas bandas e isso meu amigo é muito bom de ver.

Vivemos numa época ruim para a música boa no país? 

No nosso país eu nunca vi uma época boa de musica boa (hehehe), não estou  dizendo que não existe musica boa aqui, apenas que as musicas boas na minha opinião não são valorizadas.

Como andam seus projetos atuais e seus projetos dos sonhos? Compartilhe algumas idéias.

Sempre tenho projetos de músicas e melodias, elas estão lá gravadinhas no HD do meu micro, um dia vou usar elas.

E o projeto dos sonhos é fazer sucesso com uma banda tocando musicas próprias, acredito ser o sonho de todo músico.


O que você acha da iniciativa do blog: Comentários, Sugestões e deveras mais.

Uma ótima iniciativa, eu acho importante poder expor opiniões e também poder ver as opiniões sobre as bandas que toco, bandas da região que eu curto e pessoas que fazem parte desse meio.

Bate-Bola Jogo Rápido, Rafael:

Como podemos ver, você é um cara muito aplicado e cheio de boas influências. Tu não acha que às vezes falta um pouco de empenho por parte dos organizadores de festas/festivais?  Mesmo com a galera vestindo a camisa e correndo atrás, ainda não falta uma pimentinha nas cidades?

Ainda uma Garotinha Piá, e fazendo muito Rock!
Na maioria das vezes os festivais ou festas são organizados por integrantes de bandas, e nesse caso não tem muita experiência em organizar uma festa, às vezes isso é um problema, mas na maioria dos casos a festa/festival é um sucesso e por um bom tempo elogiado.

Mas na grande maioria o que eu vejo que falta é mesmo uma boa divulgação até para outras cidades para movimentar um pouco o pessoal que curti esse estilo.

Vai dizer que não é interessante conhecer pessoas de outras cidades com idéias diferentes e até mesmo estilos diferentes?? Eu pessoalmente curto isso.

O cachê é aquele momento mítico que alguma coisa além da galera de ouvido alimentado a música nos proporciona. Já chegou a ganhar algum?

Com certeza já ganhei cachê, muito tempo eu toquei em barzinhos na noite e além da cervejada que nós tomávamos, também ganhávamos cachê.

E até mesmo com a Tom Turbina, em varias festas que tocamos, nós ganhamos cachê.

Sempre achei que o Ax Synth fosse de tua posse. O Herdina é gente boa e entende muito de música. No que esse cara te influenciou ao longo da trajetória de tecladista?


Não o Ax Synth é de posse do Herdina, e pra quem não sabe que teclado é esse, eu costumo falar que eu pareço o cara dos Menudos tocando com ele hsuahsuahsuha.

Cara e o Herdina é um irmão pra mim, respeito muito ele e com certeza ele é o cara que me passo muita coisa a respeito de musica, tanto na teoria como execução. E que na minha opinião ele é o melhor tecladista da cidade.

Qual o seu riff favorito de todos os tempos?

Feeling, Bro!
Vixxi tem vários!!!!

Um deles é da musica Right Now do Van Halen, outro é da Cascades I´m Not Your Lover do Deep Purple.

E a Tom Turbina, ainda se reúne pra tirar um som?

A Tom Turbina ta meio de férias hehehe, mas nós nos reunimos a alguns dias e conversamos bastante sobre alguns projetos e músicas. Para aqueles que curtem a Tom Turbina podem ficar tranqüilos que provavelmente em 2013 nós vamos voltar aos palcos.


Considerações finais, uma mensagem para a galera e meios para entrar em contato.

Cara primeiramente eu quero te parabenizar pelo blog, curti bastante a história, idéias e entrevistas.

E quero pedir pra galera das bandas aqui da cidade para se unir, vamos fazer mais eventos, mais festas, vamos agitar mais essa cidade. A Tom Turbina e a Silverstone com certeza vão aparecer pelos palcos da City.

Pra galera que ta afim de entrar em contato, tem meu perfil no face com o nome de Rafael Leonhardt e meu MSN rafakurt@hotmail.com

Abração!!!

Não dá pra abraçar e tocar teclado ao mesmo tempo, mas ele deseja um de coração a todos os rockers que lêem o blog.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Blackout Rock Festival - Por Samuel Bertram



       Por Samuel Bertram

Eu sou muito suspeito para falar, levando em consideração o fato de que eu fui um dos organizadores, que o Blackout Rock Festival foi o maior festival já visto nos últimos tempos em Venâncio Aires. O festival foi idealizado por mim, pelo Raul Geller (que já organizou outro grande festival na Venus City, o Fighters Rock, que, também, atraiu muitos entusiastas) e pelo Douglas ‘top gun’ Martins. As 500 pulseirinhas que foram encomendadas para permitir o livre-trânsito dos presentes foram quase esgotadas.

Outro detalhe a destacar no festival é a cerveja: como freqüentador de festivais a gente se acostuma a consumir cervejas de baixa qualidade a preços abusivos. Porém, nesse festival, pôde-se encontrar Polar e Skol. A cerveja foi um item colocado em debate no grupo do facebook do festival, onde quase 3000 membros podem conferir informações relativas a rock n’ roll e ao festival e, por voto, foi escolhida a polar. A segunda opção foi apenas um plus assim como a oferta de comida e vodka para quem não é fã das geladas. Também, cada uma das bandas recebera um pequeno cachê em forma de consumação que pôde ser retirado ao longo do festival.

Como se pôde observar, a divulgação do festival fora pesada, tendo múltiplos meios de comunicação sendo atingidos. Mensagens foram veiculadas nos jornais de Venâncio Aires, na rádio de Lajeado; Na internet, principalmente; e outros meios mais. O festival teve o apoio do Centro Musical Kroth, da Luthieria Drury’s, da Bittencourt calçados e da gráfica Traço.

A reação das bandas quanto ao festival foram extremamente positivas, tendo sido elogiados os organizadores por múltiplos fatores e, entre eles, o som, que é, de fato, a parte mais importante do festival.  A receptividade também fora muito aclamada pelos músicos convidados e, estes, sendo de 4 cidades diferentes. Outros diferenciais do festival foram a união entre as cidades que muitas vezes parecem se flagelar e a variedade dos estilos e bandas.

A primeira banda foi a Sequella, de santa cruz, que se fez presente no horário e tocou o seu repertório recheado de energia. Falando em energia, o Blackout ocorreu nos primórdios do show quando acidentalmente, ao desligar as luzes para a galera começar a curtir a noite, fora desligada também a energia da mesa de som.

Sequella

A segunda foi a Barba Ralla, a banda nova da cidade e que ficou em segundo colocado no concurso DeCasa – concurso promovido na cidade com o intuito não apenas de promover o rock n’ roll mas sim música, em geral. O detalhe é que, 99,9% das bandas que concorreram foram de rock n’ roll (interessante não?). A banda tocou um show também enérgico com seu repertório baseado nas nacionais onde pôde-se ouvir TNT e Capital inicial, por exemplo.

Barba Ralla


Antes de eu tecer mais um comentário sobre shows enérgicos paro para destacar que todos os shows foram extremamente enérgicos e muito presenciados. O porquê disso encontra-se no tempo de palco reduzido oferecido às bandas que cumpriu exatamente com o seu propósito.
A terceira banda a subir ao palco foi a Melancias Indigestas, banda com mais de 10 anos de estrada com 3 cds lançados e muito punk rock para agitar.



Melancias Indigestas
A quarta banda, também ‘das antigas’ na cena da cidade, foi sem sombra de dúvida a que mais atraiu fãs, deixando o espaço do salão quase todo ocupado. O repertório recheado de clássicos como The Doors,  Queen e The Who deixou o público com um enorme ‘gostinho de quero mais’ – sendo o tradicional “mais um” repetido 2 vezes em altos rugidos.

Tom Turbina

A quinta banda fora a Radio Source, banda nova no cenário com covers de EdGuy, Iron Maiden e Primal Fear. A banda havia sido muito requisitada por outro show. Ela fora muito esperada devido à ultima apresentação ter sido reduzida e muito prazerosa aos ouvidos dos metalheads, e, há um longo período de tempo.


Radio Source

A sexta banda a subir ao palco foi a So Rise, vindo diretamente de um show em lajeado, e, com o seu repertório de hardcore autoral saiu bastante aclamada pelo público que antes nunca tinha ouvido falar de uma banda que vive há menos de 30 minutos de distância da cidade.

So Rise

A sétima banda a atingir os canhões de luz foi a SiXX, de Gravataí. A presença de palco dos caras é fenomenal, incluindo sangue falso, maquiagens pesadas e muito movimento. Com o repertório recheado de Bullet For My Valentine e Avenged Sevenfold agradou muito os presentes – e também, o que mais fez a galera se destacar, System Of A Down.
SIXX


E a oitava e última banda foi a bastante conhecida Avalanche, com sua nova formação – contando com o guitarrista Alan Rossi e o batera Marcos Dessbesell da antiga Joker Dogs. A banda teve problemas nos primórdios do seu show pela ausência de distorção na guitarra, mas, com esse detalhe resolvido pelo guitarrista da Radio Source, tudo correu de forma melhor impossível. Com direito ao tradicional shot de whisky, a banda agitou um número extremamente elevado de fãs (levando em consideração que na finaleira muita gente vai embora por exaustão ou afins) em sua nova formação. Desejo muito sucesso porque, como citou o grande Top: “Enquanto existir eu e o Kurt a Avalanche vai seguir em frente e é isso aí, muito rock n’ roll!”. O show contou com a participação especial do Tiago Wachholz, atualmente da Radio Source e Ace Jester.

Avalanche



Em suma, o festival foi muito bem planejado e divulgado e quem se fez presente pôde notar isso – o festival foi feito por fãs para fãs. As próximas edições já estão sendo planejadas e fiquem de olho, em breve mais detalhes. 

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Porão do Rock + Doctor Pub



      O último fim de semana foi bem agitado em Venâncio Aires, e como nenhum de nós pode comparecer, o Leonardo Neves Peixoto, com a ajuda do Eduardo Espinoza e do Jonas Gonçalves, vem nos contar um pouco do que rolou por lá.


      No dia 07/07 rolou em Venâncio Aires duas festas que honraram o mundo do rock n’ roll como poucas o fazem pelos vales do Rio Pardo e Taquari. Primeiramente, a noite começou no Porão do Rock às 19h trazendo como sua atração a banda Tom Turbina de Venâncio Aires. A banda possuía um repertório para agradar a qualquer um que curta o bom e velho rock n’ roll, com destaque para bandas como Queen, Scorpions e Led.


A festa acontece realmente em um porão, que para muitos santa-cruzenses, lembrou o Vitrolão Rock Bar. A bebida era bem servida e o público muito animado e simpático. Para quem não foi ainda no Porão fica a dica do blog para que confiram sem falta!


Após a meia noite a festa era no Doctor Pub, uma festa que mistura dois estilos em dois ambientes diferentes. No primeiro deles rolava música eletrônica na maior parte do tempo, mas também tivemos a participação da banda Feitoria de Lajeado tocando o melhor do reggae. Já no segundo ambiente encontrava-se tão esperado festival de bandas “Fuck Off n’ DIE!”, trazendo quatro bandas de alto calibre para tocar.


      A primeira banda foi a Subto Hellemento trazendo nessa retomada à ativa a proposta de tocar músicas próprias com covers de A7X e Bullet, começando bem a noite e animando o pessoal que ia chegando e enchendo aos poucos o ambiente. A segunda banda a tocar foi a Fabulous Disaster trazendo o melhor do heavy metal com Metallica (nada melhor que o Metallica das antigas), Megadeath, Anthrax, Slayer (opa, olha só! Temos o Big 4 entre nós), Motorhead e Pantera. O show foi longo e prazeroso, impossível de não bater cabeça com os músicas saindo muito suados e satisfeitos no final. A banda seguinte foi a Bad Wolf com o repertório muito variado, feito para agradar todo o tipo de público, dando ênfase no Guns N’ Roses e System of a Down. Para fechar a noite tivemos Os Jacintos trazendo apenas músicas brasileiras, das mais bagaceiras possíveis. Tocaram três músicas próprias, Matanza, Garotos Podres, Visão do Inferno e Mamonas, com uma performance bem divertida no palco, jogando licor de coco nas pessoas em garrafas personalizadas e pendurando bonecas infláveis pelo teto.

Fotos: Ronaldo Knak, Bruna Lilliane, e outros amigos.


Subto Hellemento

Fabulous Disaster

Bad Wolf
Os Jacintos

Os Jacintos

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Super Fim de Semana 06 e 07 de julho!


      É férias, gurizada! Não quero ver ninguém se michando pra uma chuvinha de nada esse fim de semana, vamos é sair pra rua, tomar nosso trago e curtir muito rock and roll! E, vejam só, festas é o que não vai faltar. Tem tanta coisa rolando por ai que nem sei se vou lembrar de todas pra colocar aqui no post. Então, é aquilo... caso eu esquecer de alguma, podem me xingar a vontade ali nos comentários, mas digam qual festa é e me passem um flyer, que o mais rápido possível eu coloco aqui junto.


Sexta-feira, 06/07


      Na sexta. tradicionalmente, começo pela festa de Sunset, claro. E que festa! Vai ser um grande show, de uma banda de Porto Alegre que tem alguns integrantes daqui. César e os Romanos toca tudo de melhor do rock and roll lá dos anos 60 e 70, e os exemplos estão no flyer... mas destaco algumas coisas tipo Rush, Jethro Tull, Floyd e Cream! Foda demais. Festa imperdível.


      Além disso, teremos algo parecido na Icon! Sim, música ao vivo voltando pra Icon. Muito bom. Quem vai fazer o show lá vai ser o trio que não tem jeito de parar. Acabaram de começar e fazem show o tempo todo! The Wolkers, do entrevistado nas 20 Questões da semana, Thiago Porto. O set list segue no estilo que foram os últimos shows dos caras, rock nacional, gaúcho e internacional, só as clássicas que fazem todo mundo cantar junto. Entrada é free! Talvez dê pra dar uma passada lá e depois ir pra Sunset... não sei, vou tentar.



      Já lá em Lajeado, vai ter um baita show com a banda Cartolas! Vai ser no Galeras Rock Bar, um lugar bem legal, que felizmente já tive a oportunidade de conhecer. Lá anda saindo muita festa boa e tá cada vez melhor. Além disso, a cerveja não é um absurdo e o espaço é ótimo. Recomendo a conhecerem...


Sábado, 07/07

     Bastante coisa na sexta, né? Bah, mas sábado sim que tá cheio de opções de festas, pra todos os estilos, pra quem tem muito ou pouco dinheiro no bolso e para aqueles que não são de Santa Cruz!

      Começo pela Sunset, que vai trazer mais uma banda de Porto Alegre, e outras atrações. A Drive, que é de grande sucesso regional e até nacional, volta pra região e promete uma grande noite pra todos que forem na festa. Além disso teremos as bandas Tricto, Delittus (duas que eu não conheço, peço desculpas) e Tampa, que já foi citada no blog essa semana. Falo mais deles após o flyer.


      Pra quem quiser ir curtir a festa de graça e ainda tomar umas buds por conta da casa, basta ir no perfil do facebook da Tampa curtir a página e compartilhar a imagem que coloco logo a seguir. A banda, que essa semana lançou seu primeiro clipe (um tremendo sucesso), tá crescendo bastante na região, já tocando nas rádios e fazendo a abertura de bandas da capital. Muita surte pra essa gurizada ai que é gente boa e merece todo esse sucesso. Ouçam ai as músicas dos caras no soundcloud.


      Na Legend, os clássicos! Viúva Negra vai fazer aquele som de qualidade pra todo mundo que quiser curtir um festa mais tradicional.


      Encerrando o papo por Santa Cruz, vamos ter o Café Floriano com a banda Nua e Crua. Até hoje não tive a oportunidade de conhecer esse novo espaço onde a Elô ta fazendo suas festas, mas já ouvi muitos elogios e acredito que tenha mantido a grande história que esse nome leva. Mas, podiam ter uns flyer pra nós colocar na divulgação, né? Bem... antecipados tão 10 pila (se compra no amsterdam) e na hora é 15. Deixo ai o EVENTO pra quem quiser saber mais.

      Lá na colina, em Rio Pardo, vamos ter algo um pouco diferente. Mas, certamente bem melhor que o rap que vai ter na sexta. Na verdade, sem dúvidas que vai ser muito melhor. É um pessoal do Uruguai que vem fazer uma milonga. Bah, demais isso. Pena que não vou poder comparecer e não sei mais muitas informações. Mas, a abertura fica por conta de uns porto-alegrenses. 10 reais a entrada, quem for, por favor, me conte depois como foi!


      Venâncio Aires agora... E com duas festas! O melhor - tu pode ir nas duas, meu velho! E ainda sem gastar muito. Começando cedo com a Tom Turbina tocando no Porão do Rock, as 19h. Entrada free! Deixo ai as informações que estão no evento:

Tom Turbina irá tocar pela primeira vez no Porão. Mas os integrantes foram os primeiros a tocar, respectivamente com outras bandas no local a cerca de 7 anos atrás.
Propósito da festa é reunir a galera das antigas que compareciam no local frequentemente e as novas também.
Entrada de graça.
Bar no local com diversas bebidas.
Quem trouxer bebidas de fora sera convidado a se retirar.


      E, encerrando provisoriamente (pois tenho quase certeza que tem mais coisa por ai, mas não consigo lembrar), Fuck Off n' DIE! Uma baita festa que vai rolar lá em Venâncio. Saíndo do Porão, vão para o Doctor Pub. É só 5 pilas a entrada pra ver 4 grandes bandas. Teremos a esperada estréia da Jacintos, a qual teve sua história contada aqui no blog semana passada, a Bad Wolf, a Fabulous Disaster e a Subto Hellemento. Curti muito a descrição feita no evento do face, que segue a baixo:


Show com as bandas:
Bad Wolf - Música de pegar mina
Fabulous Disaster - Música que Deus não aprova
Os Jacintos - Música de pegar mina bagaceira
Subto Hellemento - Músicas próprias e outras manobras

      A festa tem um flyer bem legal que eu não consegui achar de jeito nenhum num bom tamanho pra colocar aqui no blog... se alguém tiver, por favor - me mande!

      Bem, era só isso por enquanto. Bastante coisa, né? Então tu não inventa de ficar jogando RPG em casa! Vai pra rua curtir um rock, pegar uma chuva e tomar umas cachaças. Isso mesmo. Vamos apoia a cena independente, seja em Santa Cruz, Lajeado, Venâncio, Rio Pardo ou qualquer outra cidade aqui dos Vales. Ficar em casa é para os fracos. É começo de mês e tá todo mundo com os bolsos cheios. Bora lá torrar isso ai.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Rei dos Gigs - Grupo 11

      Ele está de volta! Após uma semana e meia parado,o queridinho, menosprezado, odiado, amado, e copiado, o Rei dos Gigs está na área novamente, tentando honrar a memória das bandas que já se foram, divulgar as bandas que estão na atividade e consolidar o blog como um local de informação, debate e divulgação do rock local.
   
      Estamos dando início aos grupos extras, que nasceram da iniciativa dos próprios leitores, que foram nos lembrando de várias bandas que mereciam uma vaguinha por aqui. Só deixamos claro que acabou o leite da tetinha... novas bandas só para um próximo Rei dos Gigs, algo que não ocorrerá tão cedo, pois temos outros projetos muito legais saindo do forno, dos quais vocês serão informados em breve.
   
      "E lá vamos nós..."

      Máfia dos Caça-Níqueis:

     A Máfia dos Caça Níqueis nunca sairá da lembrança de muitos por um triste motivo: foi a última banda a tocar no saudos, idolatrado e finado Vitrolão!


     A Máfia tocava rock gaúcho, como Cascavelletes, TNT, Cachorro Grande, Engenheiros do Hawaii, Identidade, Cartolas, e com horosas excessões, tocava também Camisa de Vênus e Raul Seixas, além de próprias.

      A Máfia dos Caça-Níqueis era: Carlos Staviski - Voz e Guitarra; Giovane Brandt (Kurt) - Baixo; Diego da Silveira - Bateria; e Manoel Carvalho - Guitarra;





    Rosa em Chamas:

     Mais uma das bandas clássicas que nos foi lembrada por leitores e amigos, a Rosa em Chamas surgiu em 2001, mas teve sua fase áurea entre 2003 e 2005, quando o vocalista da banda, o Mikaelo, reanimou o projeto e deu sequência aos trabalhos que já vinham levantando o público anteriormente. A banda começou tocando covers, de heavy metal e grunge, clássicos, basicamente, mas depois de algum tempo resolveu mudar seu estilo, partindo para o pop rock, e foi nesse estilo que iniciou a compor seu material próprio.


     O repertório era bem amplo, contava com Ultraje a Rigor, U2, Reação em Cadeia, Blink 182, Green Day, Tequila Baby, Spin Doctors, Raimundos e mais alguns. A banda tinha composições próprias, e planos de gravar seu disco, mas o fim dessa história, não pude descobrir/lembrar. Se alguém souber, prenda o grito.

     Rosa em Chamas era: Mikaelu – Vocal; Diogo Bohm – Bateria; Daniel Bernat – guitarra solo; Everton Assmann – Baixo;



    Proibida 77:

     Banda de Sobradinho, com fortes influências do Punk Rock, e como eles mesmo dizem em seu palco mp3, adeptas da teoria do “faça você mesmo”. É por isso mesmo, que possuem músicas próprias, em boa quantidade, na plataforma que citei. Foi outra banda que passou pelo Vitrolão, e tocou em muitos outros palcos da região.

    Proibida 77 é: Cássio – Baixo, Voz; Ferna – Guitarra; Cleiton – Bateria;





     Arkansas Storms:


     Os rio-pardenses da Arkansas iniciaram a banda em 2010, com a proposta básica de tocar Hard Rock, porém eles também vem tocando em seus shows algumas músicas que não são do estilo, mas que levantam a galera, como Have You Ever Seen the Rain do Creedence Clearwater Revival, Another Brick In The Wall do Pink Floyd, Ana Júlia do Los Hermanos, entre outros. Talvez por isso se classifiquem como banda de Hard e Classic Rock em alguns dos seus vídeos.

     A formação atual da Arkansas é: Carol Delmenstre - Vocal; Andre Weber - Guitarra Solo; Vitor Saraiva - guitarra base; Charles Vieira - baixo e Jones Winck - bateria.

    Os vídeos e fotos aqui mostrados são com a formação anterior.





 

    Tom Turbina:


    Formada em meados de 2007, a Tom Turbina, de Venâncio Aires, tinha influência de clássicos do rock n' roll, como Rolling Stones, Led Zeppelin, The Who, Deep Purple e The Doors. Tocando covers destes clássicos, e investindo em material próprio, tocaram em diversos festivais da região, inclusive no Festival de Bandas da Unisc, que foi o primeiro festival de maior importância de muita gente por estas bandas.

    A Tom Turbina é: Júlio Schereen - Bateria; Maicon Wollmann - Baixo; Luiz Jantsch - Guitarra; Rafael Leonhardt - Teclado; e Marlon Rocha - Vocal;


http://www.orkut.com/Main#Community?cmm=17987160&hl=pt-BR







     Rock N' Live:


     No ano de 2008 formou-se a Rock N' Live, uma banda de Sobradinho, que tem influências bem abrangentes, indo do Blues e passando pelo Hard Rock e Heavy Metal. A banda tem um repertório recheado de grandes clássicos, incluindo o grande Grand Funk Railroad. A banda já fez alguns shows por Santa Cruz, e o seu baterista, Allan, toca na banda Legend, residente da Legend Music Bar.

A Rock N' Live é: Adriano - Vocais; Cove - Guitarra; Xula - Baixo; e Alan - Bateria;


Um KGB Rocks Festival
Fontes das fotos e informações citadas da Rock N' Live:
 http://pirarural.blogspot.com
 Giovane Brandt (Kurt)












     Hocus Pocus:


     A Hocus Pocus é uma banda de Heavy Metal, cuja data de fundação não pude apurar de forma confiável, mas de onde se destaca a presença constante nos palcos da região entre 2007 e 2009. A Hocus Pocus fez em várias ocasiões a figura de Black Sabbath Cover da noite, e foi assim que assisti a banda algumas vezes nesse período que citei. A banda também investiu em composições próprias, e tem alguns vídeo no youtube e deixo aqui o vídeo de Poder da Criação.



A Hocus Pocus, quando da gravação do vídeo acima, era: Daniel Barros - Bateria; Amiel Scheid - Guitarra;   e Jean Fernandas - Baixo; O vocal deste power trio não identifiquei.


     Orgasmachine:


     Banda rio pardense, que tinha um repertório com covers de respeito, daqueles que agitam o público sem muita distinção de estilo. Entre eles, podemos citar Matanza (nunca faz mal tocar um Matanza) e Velhas Virgens. Não é difícil de lembrar/concluir que os shows da banda eram animados e escrachados, pois essa sempre foi a intenção das bandas que eles tocavam em seus shows.

     Não conseguimos maiores informações para compartilhar com vocês, se alguém souber de algo mais sobre a banda, pode usar os comentários, ou enviar um e-mail para valesindependentes@gmail.com.