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terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Rockeira dos vales - Nikole Luiza Küster

Nome: Nikole Luiza Küster
Idade: 16
Status de relacionamento: Solteira
Cidade: Santa Cruz do Sul

Banda da região: Avalanche

Banda que não esta mais na ativa mas que gostaria de ver novamente: Caution

Banda preferida: Com certeza Blind Pigs

Melhor pub, casa de show: Galera's rock bar

Algo que foi marcante na sua vida rockeira: Bah, foram tantas coisas. Mas, enfim, uma recente foi assistir ao show da Tequila Baby, em Rio Pardo. Estava muito ansiosa pra conhecer o Duda e os demais integrantes.

Show que gostaria de assistir: Kiss

O que esta faltando na cena rock da região: Público, não há muitos que gostam de rock.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Dia Mundial do Rock no Setor 3 Parque da Ocktober Fest


      Não é novidade para ninguém que dia 13/07 foi comemorado o Dia Mundial do Rock. Como forma de celebrar a data criada por Bob Geldof, várias casas e praças da região organizaram festas de devoção ao estilo que nós, rockers, tanto gostamos. Uma delas foi no famoso "setor 3", um espaço que foi fechado em frente ao parque da Oktober, com a ajuda do secretario de cultura, o "vassora", que deu essa mão pra gurizada da Justo Meio poder realizar o lançamento do seu disco "O Rock não morreu", acompanhados de algumas bandas aqui da cena. Mesmo com ameaça de chuva, o evento foi um sucesso, contando com um grande publico, mesclando os antigos e a nova geração do rock na cidade.

      A primeira banda a se apresentar, foi a Charlotte, que conta com o Jean na guitarra (Justo Meio) e com a Francine no baixo (Empty), Icaro (guitarra), Ander (bateria) e Jean Dias no vocal, que por sinal mandou muito bem todas as musicas. A Charlote faz uma mescla do rock nacional, apostando nos covers de Matanza, que levantou a galera, com Maldito Hippie Sujo e E Bom é Quando Faz Mal, além de Titãs com Polícia e Geração Coca Cola do Legião Urbana. Para encerrar o show tocaram Deer Dance do SOAD. Na minha opinião, mais uma banda que promete muito nessa nova safra de bandas de rock da cidade.
                                                         

      A segunda banda a tocar foi a Avalanche, mandando seu hard rock malandro, e com um set de musicas reduzidos, a banda formada por Top Gun(vocal), Kurt(Baixo), Wesley(guitarra) e Gnomo(bateria), mandou alguns covers já conhecidos da galera e algumas surpresas. Entre as conhecidas estava a "farofa" com riff matador, Look What the Cat do Poison, Piece of me do Skid Row e Ela roubou meu caminhão do Matanza, Modern Day do Kiss e Highway to hell do Ac/Dc não ficaram de fora do repertório. Mas a cereja do bolo, foi sem duvida a participação de Clebinho Rock N Roll, no hino Rock n roll all night, com direito a air guitar, correr para o publico e girar no chão igual Angus Young. Nada mais apropriado do que isso para fechar o set do dia mundial do rock.

      A terceira banda a se apresentar, foram os anfitriões da festa, banda Justo Meio, lançando seu disco O Rock não morreu. Tocando o disco na íntegra, iniciaram o set com a musica "A morte", eu destacaria as divertidas "Perna de grilo" e "Deus é o dinheiro" com uma atenção especial a otima canção "Made in Deus" provável hit do disco, além do rock que da nome ao disco e, claro, a já conhecida da galera "Cão da rua". O Power trio formado por Finha nos vocais e guitarra, Jean no baixo e Jardel na batera, estão de parabéns e mostraram que ainda tem muita lenha pra queimar.


      Em seguida tivemos a apresentação da banda Empty, posso dizer que esta é a banda revelação. Já chegaram mandando Shoot to Thrill do Ac/Dc, Rock N Roll do Led, o set ainda contou com Born to be Wild, Moneytalks e You Shook me All Nigh Long, pra esquentar a noite da rockerada. Mas, eis que surge ele, sim, Clebinho Rock N Roll, novamente assume os vocais, desta vez para mandar as tijoladas, War Pigs e Iron Man do Black Sabbath, um belo show.


      Para encerrar, tivemos a apresentação da banda Seqüella, divulgando as musicas do seu próximo trabalho, a banda abriu o set com "Essa noite vai chover", "sozinho", "Tarde da noite", e uma dos primórdios da banda, "Fabricado na cozinha", seguida por "Eu quero é ser politico", a banda Seqüella, encerrou o festival do dia mundial do rock com a sensação de missão comprida.


      E que venham mais festivais deste formato, com o público comparecendo cada vez mais e apoiando as bandas da nossa cena rocker!

terça-feira, 23 de julho de 2013

Top 10 do Top - Os 10 discos mais marcantes na vida de Douglas Top Gun

O dia mundial do Rock já passou, mas escolhi aqui os 10 albuns mais marcantes nesta minha vida de rockeiro, para quem interessar possa, então, boa diversão.

Top Vocal/Guitarra banda Avalanche

1-Deep Purple: Machine Head
O que dizer de um disco que lançou clássicos eternos do Rock como "Highway Star", "Smoke On The Water", "Never Before", "Maybe I'm a Leo", " Pictures of Home", "Lazy" e "Space Truckin’"? Purple é demais 






2-Mötley Crüe: Dr. Feelgood
Após a “morte por overdose” de Nikki Sixx, a banda se trancou numa clínica de reabilitação e lançou o que é considerado um dos melhores álbuns da história do hard rock. O Mötley resolveu chamar Bob Rock para produzir esse disco, e o resultado não poderia ser outro: Kickstar My Heart e tantos outros sons fudidos. Pode-se dizer que emplacaram os 10 sons do disco



3-Def Leppard: Pyromania
É clássico atrás de clássico, definiria assim o Pyromania, Too Late For Love é uma canção viciante, sem contar com a timbreira de guitarras nesse disco, um clássico obrigatório 







4-Guns N Roses: Appetite for Destruction
Axl Rose era um vocalista carismático e de voz potente, que fazendo dupla com um guitarrista de feelling e criador de solos que grudam no ouvido, conquistaram uma legião de fãs no mundo todo. O Guns do Appetite era um rolo compressor e esse disco é foda, como o Slash mesmo conta em seu livro, muitos tentaram reproduzir o som do Appetite disco em estudio, com os mesmos equipamentos e o mesmo técnico de som, e mesmo assim não foram bem sucedidos. Esse disco é pura magia



5-Black Sabbath: Heaven and hell
Obra de arte. Se eu quisesse parar por aqui, poderia, mas ao mesmo tempo é um sacrilégio escrever só isso. O disco era tudo ou nada pro Sabbath. Após a demissão do Ozzy, tinha tudo pra dar errado, mas olha só o que os caras aprontaram? Me emociono até hoje ouvindo o Heaven and Hell.





6-Ramones: Ramones
Esse disco tem um significado muito especial pra mim. Quando resolvi aprender a tocar guitarra, tive a má sorte de escolher um professor digamos, meio "picareta", o cara me pedia o dinheiro das aulas adiantado e passava quase o tempo todo tomando café. Passado alguns meses nessa mesma merda, eu estava para desistir quando achei este vinil, e para minha sorte um colega de colégio (grande abraço pra você Renan) me emprestou uma revistinha de tablaturas, pronto, Blitzrieg Bop, o primeiro som de muitos Ramones que eu tirei na guitarra.


7-The Cult: Sonic Temple
O som deste disco mesclava perfeitamente melodia e agressividade que faltava pra banda fazendo a ligação do rock gótico dos discos anteriores ao Hard Rock bem mais pesado. Tenho ele em vinil até hoje






8-Motorhead: Ace of spades
Este disco eu encontrei no "balaião" de ofertas da multisom por 10 pilinha. O que dizer sobre o Motor? Uma banda que está acima do bem e do mal e este disco foi o precursor do thrash metal. A faixa título é o hino da banda 






9-Kiss: Revenge 
Melhor formação do Kiss. Lembro da tour de divulgação do disco, quando o Kiss veio pro Brasil e tocou no programa livre do SBT, bons tempos.







10-Metallica: Kill Em All
Eu gostava do Slayer, Iron Maiden, Megadeth, até ouvir esse disco. Metallica na sua melhor forma, sem frescura e sem firula. Gastei a fita de tanto ouvir no meu walckman





sábado, 13 de julho de 2013

Agenda fim de semana do Rock!

O Dia do Rock vai ser do caralho por aqui! Já foi feita a introdução no POST anterior. Confiram na sequência, a agenda completa desse fim de semana.

Sábado, 13/07

Legend Rock Week — A Legend Music Bar organizou uma programação especial para a semana do rock. Todos os dias de festa da casa são voltados ao estilo musica homenageado neste sábado. Na quinta-feira, foi a “home edition”, dando espaço para bandas da cidade. Tocaram Vizzer, Avalanche e Tampa. Na sexta-feira, o destaque foi para o rock nacional, em um tributo ao Legião Urbana. E, neste sábado, a festa será com o melhor do rock and roll, homenagendo o maior guitarrista de todos os tempos: Jimi Hendrix.

A banda The Tex-Mex Trio vem de Porto Alegre para promover este grande tributo. Como abertura, os santa-cruzenses da Cosmic Door farão um show repleto de clássicos, como The Doors, The Who e Pink Floyd.

Lançamento CD Justo Meio — A banda Justo Meio realiza um evento especial no pórtico de entrada do Parque da Oktoberfest. A partir das 16 horas deste sábado, a banda comemora seus quatro anos de história e lançando seu primeiro CD. O festival conta também com participação das bandas Avalanche, Sequella, Empty e Charlotte. O local é público, portanto não será cobrado ingresso. É só chegar e curtir o rock and roll. Se chuver, fudeu.

Sunset Pub — Para comemorar o Dia Mundial do Rock, a Sunset trouxe de Balneário Camboriú a banda Nem Bin Laden Acredita, mais conhecida como NBLA. Seu som é definido como irreverente e que atinge vários estilos dentro do rock. A festa é para ser divertida e conta com várias promoções que podem ser conferidas no evento criado no Facebook. A banda de abertura será a própria Justo Meio, que seguirá as comemorações do seu aniversário e lançamento do primeiro CD.

Heróis do Tempo — O tradicional evento de Santa Cruz terá edição especial comemorando o Dia do Rock. Com show da banda Lobos da Estepe, a Beerside deve ter uma verdadeira noite de rock and roll. Terá decoração especial, telão com clipes da época e a conhecida animação que as festas do Heróis do Tempo sempre trazem. Os ingressos antecipados serão vendidos apenas na loja Dita Bendita, na Rua Borges de Medeiros, 594.

Domingo, 14/07

Circuito de Bandas Independentes — Neste domingo, o rock and roll segue em alta, desta vez na pista de skate de Santa Cruz, no Encontro estadual de BMX. A partir das 13 horas, shows das bandas Rebelados, Justo Meio (outra vez), Sequella, Nação Doente, Potato Chips, Graxaty HC e Three X, de Santa Maria, vão agitar o público. Chovendo, será na próxima semana.

Concerto de Rock — Fechando o fim de semana rock and roll, a Orquestra da Unisc promove um espetáculo voltado ao estilo. O evento começa às 19h30 deste domingo, no Auditório Central da Unisc, e conta com grandes nomes do rock santa-cruzense, como Renato Sperb (vocal e guitarra), Elisauer Greiner Lopes (vocal), Killy Freitas (guitarra), Astor Rocha (bateria) e Sílvio Roberto Marmitt (contrabaixo), além dos instrumentistas da Orquestra. O repertório contará com canções de Elvis Presley, Led Zeppelin, The Beatles, Pink Floyd, Rolling Stones, U2, Legião Urbana e Raul Seixas.
Segundo o regente da orquestra,  Leandro Schaefer, foram mais de 400 horas de trabalho para ter o show deste domingo pronto. Ingressos costam R$ 10,00. Estudantes, idosos e funcionários da universidade pagam meia entrada.

(Texos - este e o anterior - publicados originalmente no caderno Magazine do jornal Gazeta do Sul, no dia 13 de julho)

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Rockeira Dos Vales - Mariele Henn Heck

Nome: Mariele Henn Heck
Idade: 19
Status de relacionamento: Namorando
Cidade: Santa Cruz do Sul

Banda da região: Avalanche

Banda que não esta mais na ativa mas que gostaria de ver novamente: Pantera.

Banda preferida: Apesar de serem estilos tão diferentes, meu coração se divide entre Arch Enemy e Pink Floyd.

Melhor pub, casa de show: Icon e sua incrível caipirinha monstro.

 
Algo que foi marcante na sua vida rockeira: Não ter aproveitado provavelmente a única oportunidade de ir no show do Pink Floyd.

Show que gostaria de assistir: Apesar de terem um intuito diferente, Pink Floyd e AC/DC com certeza seriam as melhores escolhas, por terem, na minha opinião, os shows mais grandiosos e de maior qualidade. Talvez um Mötley também fosse uma boa pedida.

O que esta faltando na cena rock da região: Público.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Rockeira dos vales - Isadora Kaufmann


Nome: Isadora Kaufmann
Idade: 16
Estado civil: Solteira
Cidade: Vera Cruz

Banda da região: Avalanche

Banda que não esta mais na ativa mas que gostaria de ver novamente: Como eu sempre gostei de bandas gaúchas, meu sonho sempre foi ver um show da Cascavelletes. Infelizmente os integrantes andam meio separados, mas a esperança é a última que morre.

Banda preferida: Difícil, mas acho que dentre todas sempre foi Tequila Baby.

Melhor pub, casa de show: Sunset

Algo que foi marcante na sua vida rockeira: Creio que será dia 06/07, em Igrejinha, onde vou ver pela primeira ver Tequila Baby tocar, já que perdi vários outros shows da banda pela região. Sem falar nas diversas outras bandas ótimas que estarão por lá, achava que era impossível reunir tanta coisa boa em apenas um local e em um só dia.

Show que gostaria de assistir: Aerosmith

O que esta faltando na cena rock da região: Acho que devem parar de reclamar tanto das bandas que temos por aqui (até porque existem umas muito boas) e me pagarem mais bebidas haha. Mas, na realidade, ta faltando a participação do pessoal nos eventos por aqui.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Avalanche & Chair no Porão


      No ultimo sabado, dia 18, ocorreu em Venâncio Aires uma baita festa no Porão do Rock. O nome é bem auto-explicativo: é o porão da casa do Jonas, com um pequeno palco em um dos cantos. Nada muito luxuoso, mas puramente rock and roll. A entrada, a 5 pila, e a cerveja, a 4 (podendo se comprar 3 por 10), eram bem convidativos. O local, como já dito, é embaixo de uma casa, então não é possível fazer festas seguidamente, nem ir até muito tarde com as mesmas. Mesmo assim, se mostrou uma ótima opção para o bom e velho rock and roll mostrar as caras.

      Esta festa do ultimo sábado, em particular, foi para comemorar o aniversario da senhorita Leíne, conhecida por estar fotografando os eventos da região. Se trata de uma grande amiga da Avalanche e, logo que nos convidou para tocar na sua festa, demos um jeito de ir.

      O público era bom, encheu o local, chegando até a deixar gente de fora. Também se tratava de uma gurizada muito animada. Já de antemão, agradeço a todos que deixaram o show da Avalanche com muita empolgação.


      Falando em show, foi animal! O público cantando grande parte das musicas junto a banda, pulando e batendo cabeça - uma verdadeira festa underground, onde as pessoas vão para curtir as bandas e beber sua cerveja.


      O set da Avalanche foi o clássico: Hard + Matanzas. Teve Kiss (Lick It Up fez o público cantar o refrão junto), Poison, Skid Row, Guns, Twisted Sister, Ted Nugget e AC/DC. Em algumas musicas tivemos a brilhante participação de um baita guitarrista, o Sr. Machadada (atual guitarrista da Dozeduro), que muito já tocou pela região com a Ace Jester. Ele participou de Fallen Angel, do Poison, e We’re Not Gonna Take It, do Twisted Sister, além de um Matanza.

      Segundo show foi da Chair, que estava tocando pela primeira vez. Eles mostraram um entrosamento incrível, com um set calcado no melhor do grunge, desde os mais consagrados como Alice in Chains, Pearl Jam e Silver Chair, até o mais obscuro como Chris Isaak.



      A banda Chair é composta por Julio Scheeren, que também é baterista da Tom Turbina. Esse cara é um musico de mão cheio, além de tocar bateria muito bem, sua potência vocal é incrível, abusando dos tons agudos.
      O baixo e a guitarra ficaram a cargo da dupla hard rock da Ace Jaster. Douglas e Matias estão de volta quebrando tudo com essa baita banda. Já a batera, foi do Arthur Lenz, irmão do Thomas da banda Maquinados. O garoto dominou o set inteiro, não cometendo nenhum deslize no seu instrumento. 

Definitivamente uma grande noite, com cerveja barata, amigos e muito rock n roll. Que venham outras destas festas de verdadeiro rock!

Colaboração: Marcos "Gnomo" Dessbesell

terça-feira, 21 de maio de 2013

Review Rock Never Stop II - 17/05, na Sunset

por Vinícius Macedo Silva

      Rolou, na ultima sexta-feira, o evento Rock Never Stop II, na Choperia Sunset. Em uma noite gélida em que o frio quase roubou a cena, muitos acabaram trocando seus casacos de couro por seus respectivos edredons. E, nem mesmo as promoções de cerveja e capirinha, e o sorteio de tequila, conseguiram dar mais volume ao público.

      Claro que isso não foi impedimento para que o rock and roll rolasse noite à dentro. Também não foi o suficiente para espantar o grande Clebinho, que marcou presença entoando hinos do rock e animando a noite com suas poses características.

      A primeira banda a subir ao palco foi a banda Empty, que levantou a galera na mesma intensidade dos agudos do vocalista Leonardo, e ao final da apresentação foi surpreendida com pedidos de bis, que infelizmente não puderam ser atendidos, pois para a surpresa do pessoal, a banda possui apenas uma semana de vida e ainda tem um repertório reduzido. Mais uma grande banda que vai surgindo na região.

                                                    
      Depois foi a vez da Avalanche, liderada pelo Top, detonar tudo com clássicos do hard rock. Os solos ferozes executados pelo Wesley que levaram o público ao delírio. O show teve que ser interrompido na metade para o sorteio dos shots de tequila – deixando a noite dos cinco sorteados um pouco mais alegre - mas os caras logo voltaram com tudo e terminaram um belíssimo show.

Não foi dessa vez que rolou o Olhar 43, mas Matanza esteve mais uma vez presente
      A última banda a se apresentar foi a Justo Meio, já bem familiar dos frequentadores da Sunset, que finalizou a noite com chave de ouro, levando a plateia à um estado beirando a insanidade. Teve direito a moshs, pessoas voando, hino riograndense e músicas cantadas apenas pelo publico, que tomou conta do microfone e da festa. Só faltou o tão pedido Helter Skelter (mas, sejamos justos, rolou pelo menos a introdução do som).


      Mais uma noite de rock muitíssimo animada na Sunset, mostrando que o frio não assusta a galera. Já diz o nome do evento: Rock never stop!

Fotos: Kathiely Watte

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Blackout fez história na Sunset!

Os organizadores. Mataram a pau!

      Exatamente um ano após a Sunset lotar para a final do Rei dos Gigs, mas uma vez o rock fez a diferença na noite santa-cruzense. Na mesma casa, aquela que dá oportunidade para noites assim ocorrerem, houve lotação para assistirem oito bandas na segunda edição do Blackout Rock Festival. E, acredito que todos aqueles que passaram ali pela Gaspar aquela noite, se surpreenderam. Eram nove horas e as ruas já estavam lotadas de cabeludos com camisetas pretas.

      Por todos os cantos, uma hora após a abertura das portas, haviam pessoas empolgadas com a grande noite que viria. Para abrir, duas bandas de Santa Cruz que são relativamente novas. Porém, Potato Chips e New Plague têm sido, provavelmente, as que mais tocam na atual noite da cidade. E, mostraram o que essa presença constante no palco tem feito. Entrosamento, boa atuação de palco e um público fiel. A música, de estilos bem diferentes. Porém, ambas já investem em trabalho autoral para ir ganhando mais espaço. Ótimas notícias. Em covers, a Potato mais no lado indie e a New Plague no new metal.

Potato Chips abrindo a noite!

New Plague promoveu a primeira bateção de cabeça da noite

































Cantar Queen não é pra qualquer um
      Vou dizer, deu orgulho de ver a festa lotada tão cedo e com o público curtindo e aplaudindo os shows das bandas daqui. O show da New Plague acabou antes das 11 horas e a lotação já era de auge das noites que começam pela uma da manhã. Na sequência, tocou a primeira banda de fora, abrindo o lado venâncio-airense da festa.

      A Tom Turbina havia sido o grande destaque da primeira edição do Blackout, quando tocou em casa. Nesta vez, veio pra encantar o público de Santa Cruz. O ambiente estava totalmente lotado para ver os diversos covers. Led Zeppelin, Queen, Nazareth e Deep Purple fizeram a Sunset cantar e aplaudir com força a qualidade musical destes caras. Infelizmente, nesta vez não vimos o teclado ser tocado daquela maneira diferente que tivemos na primeira. Mesmo assim, um grande show!

      No intervalo das bandas, muita cerveja - que de forma excelente, foi vendida em fichas e não por comanda - e pasteis! Sim, a Sunset estava vendendo pastel e batatas fritas para o público. Para a festa ser perfeita, só faltou mesmo a venda de cerveja 600ml. Para grande parte do público que veio de fora para curtir o festival, isso foi uma grande decepção.

      Começando a história de grandes voltas e superação, era hora do show da Vade Retro. E aí eu já estava bem bêbado. Foi diferente, já que o vocalista e guitarrista, Geferson, tava com o joelho machucado e teve que fazer boa parte do show sentado. Mas, como de costume, a banda agitou bastante, fazendo todos baterem cabeça e curtirem muito o metal dos caras! O encerramento, com Fairies Wear Boots do Sabbath, fez todos cantarem juntos e ficarem com a expectativa para o cover da banda do Ozzy que logo viria.

Lesionado, Geferson não abandonou sua responsabilidade com o metal
      A festa teve sequência com outra banda que fez sucesso na primeira edição do Blackout. A tão esperada volta da Avalanche foi recompensada com um baita show e as primeiras rodas punk. O set list, no começo, deu ênfase ao hard rock. Porém, ao final, os tradicionais covers de Matanza agitaram o público. Wesley encaixou muito bem na banda, que - na minha opinião - foi a grande alegria da noite. Nada como ver Top Gun e Kurt de volta aos palcos!

O maquiado Top está de volta!
      Como já falei, eram muitas bandas e eu já estava bem bêbado. Vi o show da Revolta XXI, porém não tenho muita autoridade para falar. Só sei que todos estavam curtindo bastante, inclusive os integrantes da banda. Bom receber gente fora que faça shows marcantes nessa sua visita. Estamos abertos a quem quiser falar mais sobre estes shows nos comentários.











      Das quais conheço mais e acompanhei os shows, falo para encerrar. A Deep Sky, que há anos não víamos tocando por aqui, veio para promover momentos de nostalgia. Um grande show apenas com clássicas do Sabbath! No clima que vivemos, com show dos Deuses do Metal confirmado em Porto Alegre e novo CD vindo por aí, algo assim foi ideal para a noite. War Pigs fez eu já me imaginar na noite de nove de outubro em Porto Alegre curtindo Ozzy, Iommi e Geezer.

      A última banda da noite foi a Vizzer. E que grande show! Composto de clássicos do grunge e do metal, a banda de Jaeguer e Chester fechou com autoridade esse grande festival. Moshs, rodas punk, bateção de cabeça e muita qualidade. No bis, como não havia mais bandas para tocar, os caras foram longe. Até o Cláudio - dono da Sunset - pediu um som para eles.

Quatro da manhã, e a Sunset ainda a toda! Olha eu ali...
      Vários pontos bons para destacar nesse grande festival. Cerveja em fichas foi um acerto. Pastéis também. Ótima organização, com tempo certo para as bandas e sem grandes demoras. Não tivemos demora nas filas pra entrar e nenhum outro grande problema. A única coisa que sinto falta mesmo, é mais opções para beber. Cerveja 600ml e 1 litro é ideal para festas de rock. No resto, aguardo ansiosamente pelo Blackout 3!

Porco Aranha...
Agradecimento a Leíne Bertotti, pelas belas fotos, e aos organizadores Top Gun e Raul Geller.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

As 20 Questões - Raul Geller


      Hoje respondendo as 20 Questões, o criador e organizador dos festivais Fighters Rock e Blackout Rock Festival, o invencível Raul Geller.

1 - Quem é Raul Geller?

      Um estudante de Produção Audiovisual e organizador de eventos que tenta levar a vida de um jeito legal.
Raul Geller, empresário e modelo

2 - Quando começou sua paixão por rock n roll?

      Eu era bem novo não lembro exatamente a idade. Lembro que antes de gostar de rock eu NÃO gostava dos outros estilos de música, quando comecei a ouvir os ritmos do rock (com bandas clássicas) passei a gostar somente disso, no quesito música.

3 - Diferente dos demais roqueiros, você apostou em organizar festivais ao invés de ter banda. O seu lado administrativo grita mais alto ou foi a forma que você achou de enriquecer mais rápido que um musico de rock?

       Na verdade, quando mais novo, eu tocava bateria e pensava em montar uma banda, mas por inúmeros motivos foi deixando essa idéia de lado. Antes de começar a organizar festivais, eu gostava de prestigiar os mesmos, sempre que possível comparecia nos eventos, que convenhamos, é muito mais legal do que baladas de sertanejo...  Eu sempre penso que devemos fazer o que gostamos na nossa profissão, você dificilmente conseguirá enriquecer fazendo festivais de rock... Porem, o que você ganha fazendo o que gosta pode ser mais valioso que certas quantidades de dinheiro.
"sem fotos hoje pessoal, por favor"

4 - Seu primeiro festival foi o Fighters Rock?
      Sim, e o mais complicado de organizar também, pois fiz ele totalmente sozinho.
O Fighters engordou a conta do Raul

5 - Logo após o Fighters você apostou no Blackout, qual a diferença entre eles?

      Como me deu muito trabalho organizar o fighters sozinho e se continuasse assim além de me estressar muito, também demoraria mais para realizar as edições, decidi criar um novo projeto junto com mais dois organizadores. Assim houve uma melhor distribuição de trabalho e aumento na qualidade do evento, pois 3 cabeças pensam melhor do que uma. O Fighters está meio parado, tenho idéia de manter ele com bandas maiores, mas mais pra frente.
O"Chefe", arrumou dois "peão" pra dar uma mão 

6 - O Blackout apostou em um cast com 10 bandas, como foi feita a seleção destas?

      A idéia tanto do Blackout como do Fighters sempre foi fazer um misto de estilos do rock, portanto um dos mais importantes quesitos de seleção foi justamente os estilos musicais de cada banda. Seguido de qualidade da banda, etc...


7 - Houve a mudança de local do festival, de Venâncio Aires para a Sunset Pub, em Santa Cruz. Você pretende ter um local fixo ou isso vai variar muito?
      Pode variar bastante, sempre faremos onde nos parecer ser o melhor local para cada edição.
dia 3 de maio vai cair a casa

8 - Qual sua maior ambição no rock n roll?

      Quero conseguir manter meus festivais na ativa e evoluir o máximo possível eles. Também espero que diminua o preconceito contra o rock, muitas pessoas (de cabeça fechada) tem uma visão muito distorcida desse mundo.
luxo e glamour no seu iate particular, acompanhado de belas ninfetas

9 - Trabalhando com a organização de festivais, você costuma lidar com o ego de alguns músicos pseudo estrelas ou é tudo muito tranquilo?
      Tem muita banda que quer crescer logo e ganhar bastante grana com seu som. Porem, não é bem assim. Por mais que a banda seja boa, isso não significa, necessariamente, que ela irá atrair grande público a ponto de pagar seu cachê. Acho que se uma banda quer viver de rock, ela tem focar em fazer o máximo de shows possíveis, divulgar bem seu material, para depois ganhar dinheiro. Pois quando ela for requisitada pelo seu talento e popularidade as coisas ficarão bem mais fáceis. Creio que toda essa situação é o que gera mais problemas.
ensinando uma fã a tocar o foda se

10 - Qual o momento mais marcante que já aconteceu no blackout?

      Quando eu, bem esperto, desliguei os disjuntores errados sem querer e fiz um Blackout no Blackout ‘-‘ ahuhauuhauhauh

Tão foda que sabotou o próprio festival

11 - Qual o pré requisito para tocar em seus festivais?
      Tem vários pré requisitos, porem um bem importante, principalmente para as bandas que ainda não conheço, é ter algum clipe gravado, um material de qualidade para me mostrar.


12 - Qual a diferença entre as cenas rock de Venâncio Aires e Santa Cruz?

      Em Venâncio não temos locais fixos (ou quase isso) que tem bandas de rock, aqui para acontecer um evento é só quando alguém se puxa de forma independente e organiza algo.

13 - Qual o pior momento que já viveu no rock n roll?

      Não tive um “pior momento”, mas com certeza o que mais me incomoda é o preconceito com esse estilo musical.

14 - O que podemos esperar de novidades para o Blackout do dia 3 de maio?

      Pra começar, a maior novidade será o local, pela primeira vez em Santa Cruz do Sul. Teremos bandas que tocam pouco por aqui (ou que eu pelo menos nunca vi) como Angina, Deep Sky, Revolta XXI e Power House. As outras bandas são algumas que a gurizada curte demais também.

15 - Cite 5 das melhores apresentações que você presenciou tanto no Fighters quanto no Blackout.

Tom Turbina – Muitos me falaram que foi a melhor banda da noite
Avalanche – Já tinha terminado o tempo da banda e a galera não os deixou sair do palco.
Melancias Indigestas – Os caras são foda, ponto.
Radio Source – Banda tava foda de mais. O vocal do Tiago não tem explicação...
Sastras - Apesar de não ser um estilo que eu curto muito, os caras tem muita qualidade técnica.
Avalanche barbarizou no primeiro blackout

16 - Se tivesse dinheiro e patrocinio suficiente ao ponto de poder convidar qualquer banda para um festival, quais seriam as 5 que convidaria?

Metallica
Pearl Jam
Ac/Dc
Foo Fighters
Avalanche
o excêntrico empresario, mostrando o resultado de uma se suas muitas plásticas

17 - Qual o pior erro que uma banda pode cometer em um show?

      Não me deixar subir no palco... aauhhuauha
se não deixar ele subir no palco ele vai usar o poder da salsicha

18 - Avalie de 1 a 10 os seguintes festivais sendo 1 uma porcaria e 10 um máximo:

Planeta Atlantida:  2
Rock In Rio: 2
Live n Louder:  7

19 - O Raul já:

Beijou meninos? Noop, que isso top, por que o interesse? =O
Teve relação sexual a três? Não ahuhuahuauh, teve uma vez com 4 mas... sqn
Flagrou bandas transando com groupies no backstage? Ah isso sempre tem, principalmente aquela banda Avalanche, os caras não perdem tempo...
Pensou que ficaria careca com a chapinha quente demais? Tem um produto que se passa antes da chapinha daí não deixa ressecar o cabelo nem queimar e... digo... uhahuahua
como é bom ter fama e dinheiro, as garotas adoram isso

20 - Ok Raul deixe seu recado final e nos responda: Quem é sua gata do rock favorita?

      Bom como recado final, nada mais inteligente do que deixar um convite para o pessoal comparecer ao Blackout no dia 3 de maio na Sunset, e também comparecer nas próximas edições. Creio que a próxima sairá fim desse ano. Minha gata do rock com certeza é a vocalista da banda Avalanche...


até o Jason foi pedir pra tocar no Blackout